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O Contrato

Gabrielly chegou nervosa na empresa, Antônio havia a encurralado pela manhã e a questionando sobre os valores retirados da conta da empresa. Por sorte e seu poder de persuasão, conseguiu disfarçar e convencê-lo de que tudo não se passava de mal-entendido. Sentando-se em sua mesa ela respirou fundo e dizia a si mesma “Preciso mover o dinheiro para outra conta, aquele desgraçado não vai sair do meu encalço...”.

- Bom dia Gabrielly – disse Dante passando por sua sala e lhe deixando um café - “Mas que filho da puta! ”, ela pensou vendo o sair. Minutos depois era ela que entrava em outra sala – Olha aqui seu desgraçado, fique sabendo que eu e Antônio estamos muito bem, vamos almoçar juntos daqui a pouco! – Em um tom irônico completou - Parece que o que queria não deu muito certo, não é?

- Por mim tudo bem Gabrielly, não tenho nada contra você só pedi para que ele verificasse com você o que ocorreu – dizia Dante mantendo um semblante frio – De qualquer forma como você é uma das sócias, você precisa saber que existe um outro desvio que estou terminando de investigar com Antônio, veja você mesma – Dante desliza um tablet na mesa - 600 mil reais, muito dinheiro, não?
Engolindo a seco Gabrielly disfarça e pergunta tentando disfarçar seu nervosismo – Já se sabe quem é o Dono desta conta destino? 

- Daqui 5 minutos descubro, estou só aguardando o retorno do gerente do banco – Dante se levanta e postando-se atrás de Gabrielly diz quase ao pé de seu ouvido - A não ser que você reconheça a conta e possa nos ajudar, aí já podemos falar com seu marido agora mesmo.

- Não, eu não faço ideia. Bom eu preciso voltar para minha sala, também quero ajudar na investigação Dante – disse Gabrielly encarando-o nos olhos, mas no fundo só pensava em tirar o dinheiro da conta o quanto antes.

- Tudo bem, você sabe que nada passa por mim, não se preocupe que logo mais começarei a tomar as primeiras providências – Dante volta na sua mesa abre uma gaveta e pega um envelope e a entrega – De qualquer forma aqui está um contrato que talvez seja interessante para você, talvez ele possa lhe garantir uma certa segurança, leve para sua sala e leia com muita atenção.

Gabrielly saiu daquela sala com o coração a mil, os passos apressados denunciavam sua preocupação “Preciso ser rápida...”, assim que ficou diante de seu computador esbravejou – Droga! – Ao notar que ele travou. Aguardando-o reiniciar resolveu abrir o envelope que Dante lhe deu, “Contrato de Submissão? Mas o que é isto? ”.

SONHA DANTE... NUNCA VOCÊ NUNCA VAI ME TER ASSIM!

Disse a si mesma, voltou o contrato no envelope e o jogou na sexta de lixo ao seu lado. Assim que seu computador retornou Gabrielly abriu rapidamente o site do banco e assim que tentou fazer o acesso uma mensagem chegou em seu celular. Ao ler a mensagem um calafrio percorreu todo seu corpo, era uma notificação dizendo que sua conta havia sido bloqueada por questões de segurança – Não, não, não, não! Não é possível! Isto não está acontecendo!

Levando os cotovelos sobre a mesa e as mãos na cabeça Gabrielly não sabia o que fazer. Eis que seu programa de e-mail abre com um aviso de compromisso, “O que? Mas não marquei nenhuma reunião”, na descrição do compromisso estava “Contrato de Submissão”, continha um endereço, hora do compromisso e instruções de como deveria estar vestida. Novos calafrios percorriam seu corpo, e ali pensativa ela ficou a olhar aquele envelope na sexta do lixo.

Às 21h, no edifício *Arcádia II, Gabrielly entrava naquele imponente apartamento. A porta havia sido deixada aberta e agora ela naquela enorme sala contemplando um quadro. Era a arte de uma mulher ajoelhada e que de cabeça baixa entregava um chicote a um homem, “Que loucura é está? ” Ela pensou.

- É uma pintura do século 18, intrigante não? – Disse Dante aproximando-se de Gabrielly e lhe entregando uma taça de vinho. Olhando-o nos olhos ela respondeu – Me causou uma sensação estranha – pegou a taça de vinho – O que você quer de mim Dante?

- Leu todos os termos do contrato?
- Li sim, mais realmente precisa disso? Eu... eu... vim como pediu... – Gabrielly gaguejava ao falar.
- Bom se você leu todas as condições - Com uma mão em sua cintura Dante a guiou até uma mesa onde o contrato se encontrava sobre ela - Você sabe que meus termos são claros, sua submissão total em troca do meu silêncio – Agora, a decisão é sua.

- Dante, realmente precisa disso? Eu te dou parte do dinheiro.
- Você já não tem mais nada Gabrielly, bloqueei todas suas as contas ilícitas.
Respirando fundo, com as mãos suando frio ela olha para o contrato e mesmo contra sua vontade o assina.
- Perfeito, a partir de agora Gabrielly eu sou o seu Dono e seu objetivo aqui é apenas me servir e me satisfazer. Está claro? – Sim - respondeu Gabrielly ouvindo aquelas palavras ao pé do seu ouvido – Muito bem, agora vire-se para mim – Gabrielly demora um pouco para processar tudo aquilo, evitando olhá-lo obedeceu – Tire o casaco.

Ela abre o casaco e deixa-o escorrer por seu corpo até cair a seus pés, então disse – Como você pediu – Gabrielly estava completamente nua por baixo daquele casaco - Por que está fazendo isso... O que ganha com isso Dante?
Repentinamente ele segurou seu rosto apertando-o em sua mão - Gabrielly não quero ouvir nenhum questionamento a partir de agora fui claro? Não quero te machucar, mas se for preciso não medirei forças para discipliná-la.

- Tudo bem Dante, me perdoe, por favor.
- Agora vamos ver se entendeu, me responde o porquê está aqui?
- Para te servir e te satisfazê-lo...
- Quem é o seu Dono?
- Vo...c...ê... Dante.
- Boa menina... – Dante a olha satisfeito com sua entrega – Fique de joelhos – ele diz de forma ríspida, ela prontamente obedeceu. Afastando-se um pouco e depois retornando Dante colocou uma coleira no pescoço de Gabrielly.
- Agora coloque suas mãos no chão e se poste como uma cadela ...
- Não, eu não posso fazer isso, não sou uma cadela!
- Acho que você ainda não entendeu os termos...

SLaaap

Com um chicote Dante golpeia por duas vezes as coxas e bunda de Gabrielly fazendo a cair no chão de tamanha dor – Não Dante! Por favor não! Eu faço tudo o que o quiser – ela dizia aos prantos e postando-se como ordenado.

- Boa garota, agora fique aí... – diz Dante afastando-se, deixando-a sozinha.
O silêncio atordoa os pensamentos de Gabrielly que começa a sentir muito medo, até que de repente seu gemido ecoa por aquele apartamento e ela sentia aqueles dedos invadindo seu ânus com um gel sem nenhum tipo de pudor.

Em seguida sentiu um metal gelado entrar por seu ânus, e uma penugem macia encostar em sua pele “Que merda é está? ”, pensava desesperada. Dante havia lhe colocado um plug anal com uma cauda de raposa, em seguida na cabeça de Gabrielly Dante colocava um arco com orelhas do mesmo animal.

- Perfeito – ele diz, abaixa-se ao lado dela, puxa seu cabelo e a beija com volúpia.

No instante seguinte Dante a guiava como seu bicho de estimação por sua imensa sala, depois de sentar-se em uma poltrona ele bateu em sua perna e disse – Aqui... – Gabrielly engatinhou até entre suas pernas e subiu seu tronco. Dante lhe fez um cafuné dizendo – Boa garota... – então desfez sua calça mostrou seu cacete totalmente enrijecido e ordenou – Me satisfaça com a sua boca, me faça gozar sem desperdiçar nenhuma gota de porra.

- Dante não me peça isso.... Eu não adepta a engolir essa coisa – ela responde nervosa, assustada com seu pedido. Segurando forte seu cabelo, enfia um tapa em seu rosto e diz - Você irá fazer o que eu mandar entendeu?

 - Sim, senhor Dante, me perdoe – diz Gabrielly sentindo o tapa arder sua pele. Gabrielly começa a chupá-lo e conforme vai chupando-o pensa em tudo que lhe aconteceu, aos poucos sentia algo diferente, não conseguia descrever como poderia estar sentindo tamanho prazer naquele momento, sentia seu sexo umedecer. Assim aos poucos aumentava a intensidade de como chupava-o chegando a ouvi-lo urrar de prazer e ouvir aquilo lhe trouxe uma estranha sensação de satisfação. Eis que ele explode na boca de Gabrielly que engoliu todo seu prazer como sem pestanejar. 

Naquele momento Dante nada disse, ficaram apenas a trocar olhares e ela continuava a segurar seu sexo masturbando e chupando-o com muito desejo.

 * Este conto não escrevi sozinho, ele foi escrito a 4 mãos e por isto dedico ele a Jullyane. Nossas fantasias me inspiraram e me fizeram voltar a escrever depois de um pouco mais de 1 sem escrever algo novo. Nossas conversas tem sido bem excitantes e espero que perdure por muito tempo. 

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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10 comentários:

  1. Eu não sei nem o que dizer.. Mais Dante você é muito bom no que faz, me inspira tbm, e escrever esse conto foi uma delícia.. Quando você conhece alguém que sabe escrever esse alguém te faz viajar.. e claro que viagem kkk.. Obrigada por me permitir sentir juntamente com você sensações diferentes.. Quero que dure muito tempo, a nossa sintonia é perfeita .. E lógico que merece continuação né... Obrigada de verdade Dante..

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  2. Mais uma vez se superando, que conto maravilhoso e quando escrito a 4 mãos fica ainda melhor, parabéns aos dois.

    Ah e sem duvidas merece continuação, aliais esse foi só o inicio da submissão de Gabrielly!

    Parabéns meu querido,espero por mais contos,!

    Beijos

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    1. Obrigado Anita, achei que havia me esquecido de como escrever, mas com a inspiração no ponto certo, a coisa flui... rs

      Obrigado por vir aqui e pelo carinho.

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  3. Impossível não gostar de seus contos. Dante merece continuação com certeza a sintonia da escrota está perfeita..Não deixe esse conto sem continuar.. Estou no aguardo, parabéns pela excelente escrita.

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    1. Obrigado Ana por este retorno, sempre é muito bom saber se a escrita, a história está agradando, ou não. Acredito que em breve realmente devo dar alguma continuação neste conto.

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  4. Sou uma leitora sua desde o contoerotico.com.
    Estou voltando a escrever, e acho que você é o único de quem eu me lembro do site desde 2014.
    Adoro o seu jeito de escrever. É único e extremamente excitante.
    Obrigada por ser tão inspirador.

    Valentina.

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    1. Obrigado Valentina, realmente já publiquei contos neste site, hoje escrevo um pouco menos e publico somente por aqui mesmo. Mas é sempre bom saber que os contos agradam, voltei sempre! Espero ver novos comentários.

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