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O Carteiro

Meu nome é Thereza, sou casada, tenho um ótimo marido, trabalhador, um bom amante, um tarado na cama. Também tenho uma filha linda, estudiosa, muito inteligente, ou seja, tudo que uma mulher casada gostaria de ter em casa. O fato é que mesmo sem precisar de mais nada em relação a sexo, acabei me tornando uma mulher infiel a cerca de dois meses, e é justamente isto que venho relatar a vocês.

Um dia destes em que eu estava sozinha em casa, era mais ou menos umas 10hs da manhã, minha filha na escola, o marido trabalhando e eu eu para variar lavando roupa. Em casa normalmente fico bem à vontade, e neste dia não foi diferente, estava usando meu bom e velho shortinho de malha folgadinho, uma blusinha de alcinha e nada de calcinha e sutiã.

Foi então que a campainha soou, estava crente que era a vizinha, pois ela sempre aparecia neste horário pra jogar conversa fora. Eu estava tão confiante disto apareci na frente de casa do jeito que estava mesmo. Foi aí que me deparei com aquela máquina, usando um short de brim e camiseta azul dos correios, tinha em seus lábios um sorriso safado e galanteador. Estava eu paralisada olhando admirada para um negro lindo atrás do meu portão! Um homem esculpido pelos Deuses da Grécia.

Eu disse um “Olá” meio a gaguejo, e respondeu “Bom dia, meu nome é João Pedro, sou dos Correios e tenho uma entrega para o Sr. Vieira, ele se encontra?”. Realmente meu marido aguardava uma TV que havia comprado via internet e que chegaria por Sedex.

Respondi que ele não estava mas que poderia entregar. Fui abrir o portão para o rapaz que já vinha carregando a Tv. Por um momento parei e olhei para minhas pernas, nossa que mico! O sabão escorreu por elas deixando manchas e meu short estava um pouco molhado.

Quando levantei meu rosto fiquei com a bochecha completamente corada de vergonha ao notar o olhar de João para minhas pernas e a subir por todo meu corpo. E seu sorriso, ah seu sorriso fazia minha boceta molhar e minhas pernas bambearem. Pedi que entrasse, fechei o portão e fui à frente dele o guiando, não sei por que, mas eu rebolava mais do que de costume (rs..), andava de uma forma mais provocativa e sensual.

Pedi que colocasse a TV em um canto da sala, quando ele se reergueu, não deu pra segurar, meu olhar foi diretamente para o volume de seu short. Era enorme!! Olhei para ele sem jeito e ele me correspondeu sorrindo até e me pedir um copo de água.

Fomos até a cozinha, peguei um copo e o jarro de água na geladeira. Na pia fui colocando a água no copo mas de repente senti João postar-se atrás de mim, me fazendo sentir seu pau duro na minha bunda e dizia “Pode deixar que eu me sirvo, não precisa se importar comigo...”, pegou o jarro da minha mão e não saiu dali, pelo contrário me pressionou mais me fazendo ficar na ponta dos pés.

Abandonando a jarra e o copo ele começou a me cheirar, seu rosto chegava a meu pescocinho, então ele disse “Uhmm você é muito gostosa, qual o seu nome mesmo?”. Rebolando e esfregando minha bunda naquele pau eu parei, pensei um pouco e rindo de mim mesma respondi “Me chama só de sua putinha...” e fui logo segurando a nuca dele e beijando-o com vontade.

O empurrei pra trás ele saiu de mim. Segurando-o pelo colarinho fui o puxando até a sala e lá o empurrei no sofá, fui logo para cima dele já tirando minha blusinha e em seu colo voltamos a nos beijar com volúpia. Depois o safado começou a chupar meus peitos com uma tamanha voracidade que me deixou louca! Seus braços envolviam minha cintura numa pegada muito excitante.

Saindo de seus braços fui enfiando a mão naquele volume tentador, abri seu zíper e libertei a anaconda, nossa! Realmente era surpreendente, enorme e com uma cabeça grande e roxa. Não perdi tempo, fiquei de joelhos no chão e passei a chupá-lo com vontade. Aquele pau era um verdadeiro parque de diversões, era impossível colocá-lo todo na minha boca.

Depois de ficar pelo menos uns 10min só chupando aquela rola, me levantei, e fui tirando meu shortinho. João assistia pacientemente meu short deslizar por minhas pernas até cair sobre meus pezinhos. Completamente nua fui até meu negão e o puxei novamente pelo colarinho, fazendo o se levantar.

Empurrei ele junto à parede da sala e me virei de costas. Olhando para ele bem safada  abri minha bunda deixando seu pau deitar entre minhas nádegas e então comecei a me esfregar nele, subindo e descendo minha bunda, punhetando-o com minha bunda, e claro dava também umas reboladas. Via o se contorcer de tesão.

Depois de torturá-lo bastante daquele forma, ele tirou toda sua roupa, ficando completamente nu. Nos beijamos, ah e que boca!! Carnuda, ele tinha um beijo forte, intenso, uma delícia! E agora eu queria aquela rola dentro de mim, olhando-o bem safadinha fui ficando de quatro no chão, rebolando a bunda, imitando uma gatinha.

Ele sorrindo veio segurando minha bunda a apertando e enfiando uns bons tapas, me chamava de putinha e tudo mais. Até que ajeitou sua rola na minha boceta e aí vi estrelinhas, naquele momento pude ver o potencial daquele negro safado. Ele socava a rola sem parar, bombando forte.

Ele foi estocando, estocando, eu tentava controlar meus gemidos para não chamar a atenção dos vizinhos até não aguentar mais e gozar! Soltei um urro forte na hora e ele continuava a meter e acelerar as estocadas, que tesão! Até que de repente tirou seu pau e gozou jorrando toda sua porra na minha bunda.

Ele se deitou no chão ao meu lado, ofegante, olhei-o, encarando sua boca gostosa, nos beijamos e ficamos assim por um tempo, namorando pelado. Depois ainda montei naquela rola gostosa e cavalguei feito uma putinha.

Olhei para o relógio, nossa era quase meio-dia! A Bia estava pra sair da escola, falei que ele precisava ir, pois minha filha estava pra chegar, ele me compreendeu e  rapidamente ajeitou-se. Antes de sair de casa ainda trocamos mais alguns beijos e acredita que o safado ainda me arrancou um beijo na frente de casa, sorte que acho que ninguém viu... me arrepio só de lembrar, que delícia!

Desde então temos encontros às escondidas. E olha, eu amo meu marido, mas aquele negro me faz perder a cabeça!!! kkk

*** Conto escrito em Maio/2009. Reeditado em Novembro/2017.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

2 comentários:

  1. Ah que delícia,como amo seus contos,você consegue me deixar doidinha aqui rsrs.
    Parabéns por mais um conto maravilhoso!
    Beijinhos
    Anita G.

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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