Translate


O Baile de Máscaras

- Chefe, nossa equipe já está por toda mansão.
 
- Checou a lista de convidados e dos garçons?
 
- Sim, senhor. Ocorreu uma mudança nos garçons mas já checamos a ficha de todos e não entramos nenhuma suspeita.
 
- OK, estejam atentos, nada pode dar errado.

Os principais nomes da socialite brasileira estavam ali reunidos para o famoso Baile de Máscaras de Julieta de La Peña, filha de Hernández de La Peña, um dos homens mais poderosos da América Latina. Reza a lenda que sua empresa de frigorífico servia apenas de fachada para mascarar seu verdadeiro ramo, o tráfico de drogas e de pessoas.

Dante, ex-comandante da polícia militar que havia sido expulso depois de torturar cruelmente um estuprador, estava com sua seleta equipe fazendo a segurança do evento.

Já se passava da 1 hora da manhã, a festa transcorria sem problemas até que um dos seguranças acionaram Dante dizendo que a filha do Hernández estava com problemas. A pedido do próprio de La Peña, a segurança da filha deveria ser tratada apenas por Dante.

Em uma parte do imenso jardim Julieta dançava sobre uma mesa e ainda permitindo que alguns convidados audaciosos passassem a mão em suas suas pernas. Sem se dar conta de quem poderiam ser aqueles homens Dante postou-se à frente de todos e a tomou em seus braços que caindo na risada mandava beijos ao ar enquanto era levada.

- Vou chamar a empregada para te ajudar, seu pai não pode te ver nesse estado - disse Dante colocando-a no chão em seu quarto.

- Dante você sabe muito bem o que eu quero - respondeu Julieta colocando as alças de seu vestido de lado fazendo-o deslizar sobre seu corpo.

Junto do corpo dele Julieta passou a apertar o volume do cacete dele sobre a calça enquanto falava baixinho - Me faça sua escrava novamente… por favor… deixe-me satisfazê-lo - abrindo o zíper da calça de Dante Julieta postou-se ajoelhada diante dele e olhando-o nos olhos começou a chupá-lo intensamente.

Até que instantes depois…

“Atenção vi alguém ir em direção a sala do cofre… precisamos de alguém lá”, disse um dos homens da equipe de Dante via rádio.

- Deixe eles… - disse Julieta sussurrando enquanto deslizava sua boca por aquele rijo cacete.

Segurando-a pelo cabelo Dante a fez levantar e em seguida a enfiou um tapa em seu rosto fazendo-a titubear tendo que se segurar em um criado mudo para não cair - Logo mais vou te dar um jeito putinha - disse Dante olhando-a dos pés a cabeça.
 
Ao sair dos aposentos de Julieta, Dante pegou seu rádio  e mandou seus homens continuarem em seus lugares pois ele já estava indo investigar e ainda disse que possivelmente alguém deveria ter exagerado na bebida e estava circulando sem rumo pela mansão.

Ao chegar na sala notou a porta entreaberta, antes de avançar espiou e já pode ver uma mulher, usava um longo vestido prata com um generoso decote nas pernas e uma máscara. Estava parada de frente ao quadro principal da sala. Dante abriu a porta, olhou para os lados não viu mais ninguém e ela continuava contemplando a pintura sem se importar com sua presença.

“Dante, a câmera do interior da sala não está funcionando, constatou algo? Precisa de ajuda?”

- Está tudo em ordem, é só alguém que bebeu demais, continuem atentos a festa.
 
- Boa noite, Srta. esta sala é acesso particular  e restrito, preciso que se retire e volte para o ambiente da festa.

Ela continuava em silêncio até que.
 
- “La maja desnuda”, é linda não? 
 
- Srta, por favor não torne as coisas mais complicadas - disse Dante colocando sua arma na cintura. 
 
- Atrapalhei sua trepada com a filha do chefe… Dante?

Por um breve momento Dante ficou sem palavras e assim que retomou decidido a expulsá-la daquele local, viu tudo se apagar a sua frente seguido de uma forte na cabeça.


Recuperando lentamente sua consciência Dante a ouviu dando ordens para alguns homens que saiam da sala com sacolas de lixo cheias. Olhando para trás notou que o cofre estava aberto. “Droga… eu preciso...”, Dante tentou se levantar, porém assustou-se ao notar que estava deitado naquele sofá completamente nu e com seus punhos e tornozelos amarrados.

- Acordou meu amor? - ela disse aproximando-se de Dante - Me perdoe pela dor de cabeça, as vezes meus homens exageram um pouco na força.
 
- Me solta sua vagabunda, quem é você?
 
- Calma querido, só quero te usar um pouquinho, me satisfazer - ela disse deslizando suas unhas pelo peitoral de Dante deixando marcas.
 
- Sua puta! Você não sabe com quem está mexendo.

Ficando em pé diante dele ela desceu o zíper que sustentava seu vestido deixando-o cair a seus pés ficando inteiramente nua.

- Digamos que eu sei muito bem com quem estou mexendo…Dominador… Adora ter uma coleção de escravas para te satisfazer, não é? - ela dizia em tom irônico enquanto subia sua mão pelas coxas dele até segurar seu cacete que crescia agressivamente - Hmm alguém está excitado em ser meu escravo? - ela disse meio a risos.
 
- Vadia! É melhor você me soltar - esbravejou Dante enquanto a via caminhar pela sala e em seguida retornar com um chicote nas mãos olhando-o sadicamente.

- Xiuuu quietinho… queria tanto ter mais tempo pra brincar com você… - ela disse subindo a ponta do chicote por entre as coxas dele e rindo, divertindo-se com a situação.

Furioso Dante em movimentos brutos tentou se soltar, mas sua força foi em vão, ele havia sido muito bem amarrado.

- Menino mau!!

Slaap…slaap...

Ele a olhou com imenso ódio enquanto a assistia golpear suas coxas, braços e peito com aquele chicote. Jamais se imaginou naquela situação que estranhamente lhe proporcionava um misto de ódio, raiva e tesão. Deixando o chicote cair no chão ela sentou-se sobre o corpo dele e deslizou suas mãos pelo peitoral de Dante até chegar ao pé de seu ouvido e sussurrar - Nossa que tesão dominar um homem como você - em seguida segurou aquele cacete, ajeitou-o em sua boceta e deslizou até tê-lo completamente dentro de si.

- Ahnnn, Ahnnn… delicia quer você como meu brinquedinho.... - ela dizia enquanto cavalgava intensamente sobre o pau dele.

E e assim ela chegou ao ápice gozando como nunca  - Uhnnn adorei o seu pau... realmente é como falam, mas e você não vai gozar não? Heinn meu escravinho? Não faz essa cara de bravinho, goza vai...  - ela dizia provocando-o enquanto rebolava em seu pau. Inclinando-se sobre o corpo dele ela sentia seu cheiro enquanto utilizava-se técnicas de pompoarismo para fazê-lo gozar - Ahhhh, sua vadia...- ele disse meio a urros.

- Goza pra sua dona, goza… - ela dizia em seu ouvido até sentir um forte jato de porra inundar sua boceta - Uhnnn, que gostoso...

Dante a viu sair do seu corpo, seu olhar examinava cada detalhe do corpo dela, “Esta tatuagem no cóccix…ah eu vou te encontrar sua vadia, você vai ver...”, ele dizia pra si mesmo.

Depois de se vestir ela voltou a se aproximar e disse - Como você foi um bom menino, vou te dar a chance de se soltar usando esta faca - ela colocou-a nas mãos dele - ou você pode chamar seus amigos para te salvar e dizer a eles que foi feito de prisioneiro por uma mulher muito perigosa - ela completou rindo deixando também o rádio de comunicação na mão dele.

- Isto não vai ficar assim, você ainda vai se ver comigo - ele disse.

- É tudo o que mais quero Dante - ela respondeu e então saiu da sala deixando-o sozinho.

- Droga!!!! - ele gritou, soltou o rádio no chão e logo começou a serrar a corda com a faca.

Cerca de 20 minutos depois Dante saia às pressas da sala, estava determinado a ir atrás daquela mulher e pouco se importava com os valores roubados do cofre do Sr. de La Peña. Pelo caminho seus homens lhe questionavam sobre seu desaparecimento e ele nada respondia. No ambiente da festa procurava aquela mulher, aquela máscara, mas só o que encontrou foram diversas mulheres utilizando o mesmo tipo de máscara e com roupas muito semelhantes.

“Que filha da puta! Planejou tudo direitinho e ainda deve estar aqui me olhando como seu troféuzinho...”, ele dizia pra si mesmo e completou “Ah mas isto não vai ficar assim, mas não vai mesmo!”.

 * Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

1 comentários:

  1. Nossa que reviravolta,nunca imaginei que alguém pudesse fazer Dante de escravinho,algo inusitado.
    Adorei,e espero que tenha continuação e o jogo virar.
    Parabéns adorei 😍👏👏👏👏

    ResponderExcluir

O que achou deste conto? Expresse a sua opinião comentando neste campo. O comentário pode ser feito até como Anônimo, basta selecionar a opção no campo abaixo (Comentar como:).

 

Quem sou eu...

Minha foto

Quero compartilhar através de minha escrita um devaneio de sensações, sentimentos e desejos. Sejam bem vindos e apreciem sem moderação.

Qual o seu Sexo?

Contato como o autor:

Nome

E-mail *

Mensagem *

O que achou do Visual deste Blog?