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Poker Erótico

Meu nome é Daniele e tenho 22 anos. Vou relatar a vocês uma situação que me ocorreu na semana passada. Desde criança moro no mesmo condomínio que resido hoje e semana passada encontrei Carlos um amigo que não via há tempos. E como ele estava bonito e safado (rs...) nos cumprimentamos com três beijos e o último foi praticamente um selinho, ele me olhava de um jeito que me deixou toda arrepiada.


Carlos e seu irmão Pedro eram meus grandes amigos desde a infância e apesar de irmãos um era o oposto do outro. Carlos sempre foi o mais educado e gentil e Pedro era o arteiro, inclusive foi com ele meu primeiro beijo.


Ali no saguão do prédio conversamos um pouco até que Carlos me chamou para tomarmos um vinho em seu apartamento e jogar conversa fora. Era evidente suas intenções mas o fato é que gostei da ideia, principalmente por ele ter dito que estava sozinho, seus pais haviam se mudado para o interior há dois anos, vivia com seu irmão, mas ele que ele havia saído.


Subimos então para seu apartamento. Dentro do elevador trocamos elogios e sorrisos safados. Vi ele aproximar-se de mim, segurar meu rosto olhando minha boca, me vi paralisada, sem reação, até que ele me beijou e aquele beijo tornou-se mais quente, nossos braços entrelaçados no corpo um do outro até que chegamos ao andar.


Caminhamos até o apartamento trocando beijos, ele abriu a porta, eu entrei e ...


- Porra Carlos! Você sabia que eu ia sair e levou...


- Nossa! Pedro? - falei toda sem jeito ao ver Pedro aparecer na sala completamente nu, e nossa que corpo!! Malhado, braços fortes, peitoral, abdômen, minhas pernas ficaram até moles.


- Caralho Pedro! Não tá vendo que a Dani tá aqui porra! Você não ia sair?


- Falou bem irmão, ia sair. Mas já que você fez o favor de me deixar preso aqui por ter levado a minha chave, agora vou ficar em casa mesmo.


Ele dizia isto me olhando com um sorriso safado e não estando nem aí pelo fato de estar nu diante de mim. E eu corada olhava pra ele com muita vergonha.


- Vou colocar uma roupa… - disse Pedro indo para seu quarto e me encarando com um sorriso muito gostoso, e claro dei aquela última olhadinha para o seu pau e soltei um tímido sorriso (Ai que loucura! Só de lembrar fico molhadinha...). O ocorrido me deixou com muito tesão e meus seios já denunciavam minha excitação (Ah e o Pedro tinha uma tatuagem nas costas linda, um tribal, adoro homens com tatuagem).


Assim que Pedro saiu senti Carlos agarrar-me por trás, suas mãos tomando meus seios por cima da blusinha e apertando-os com voracidade, soltei um gemido baixinho e disse:


- Não Carlos, aqui não...
- Vamos embora então! Vamos pra outro lugar!


Mas a imagem de Pedro não saia da minha cabeça.


- Não, agora podemos deixar isso pra outro dia. Vamos conversar, faz tempo que não falo com vocês, sinto saudades dos velhos tempos.


Ouvi os passos de Pedro voltando, então me afastei um pouco de Carlos e notei que ele não gostou. Fiquei ali completamente sem jeito, mil coisas passavam-se em minha cabeça.


Pedro chegou à sala usando uma regata e short, aproximou-se de mim falando:


- Agora sim posso te dar um abraço.


Ai aquele sorriso, (rs...) como era safado, não mudou nada. No abraço seus braços me envolveram de forma tão excitante que era capaz de dar pra ele ali naquele momento.


- Você está linda Dani!


- Obrigada.


Fiquei com as bochechas coradas com seu elogio, e olha que neste dia eu estava bem simples usando apenas uma saia jeans curta, blusinha e rasteirinha.


Carlos pegou uma garrafa de vinho, três taças e serviu a todos. Depois fomos para a sacada do prédio, de lá tínhamos uma vista linda da cidade, o meu apartamento que ficava do outro lado não tinha aquela vista, prédios a frente atrapalhavam. Conversamos muito, Pedro tinha um papo mais descontraído, me fazia rir contando-me sobre suas trapalhadas, ele era muito engraçado, já Carlos falava de suas viagens, já havia viajado muito pelo mundo, sua conversa era também muito interessante.


O celular de Carlos tocou, ele pediu licença, saiu e Eu e Pedro continuamos ali. Pedro me olhava de um jeito que me cativava, me fazia  até suspirar, até que ele olhando nos meus olhos disse:


- Lembra daquele beijo que te roubei no parquinho?


Sorri, indicando com a cabeça que sim e disse:


- Nunca me esqueço dele, foi o meu primeiro beijo.


- Sinto saudades – ele disse isto se aproximando de mim, sua mão deslizando no rosto até minha nuca e novamente até que seus lábios encostaram-se nos meus e começamos a nos beijar. Que beijo! Aquela altura eu estava hyper confusa, Carlos ... Pedro…. Pedro ...Carlos...


- Não Pedro, eu não posso...


Falava isso, mas sem fazer nenhum esforço para tirá-lo dali. Enquanto ouvia a voz forte de Carlos falando com alguém no celular, senti a mão de Pedro levantar minha saia, e eu me deixando levar por aquele safado. Senti sua mão entrar por dentro de minha calcinha e seus dedos a tocarem minha boceta molhadinha.


Abracei-o forte, deitando minha cabeça em seu peito sentindo seus dedos bolinando minha menina.


- Aiii Pedro... – disse meio a gemidos.
Ouvimos Carlos despedindo-se e então nos ajeitamos rapidamente. Segurando meu rosto ele me deu um selinho e ficou ao meu lado conversando naturalmente, depois Carlos chegou, disse que era uma ligação da empresa e continuamos conversando, agora tentava dar mais atenção a Carlos.


Pedro pegou a garrafa de vinho e serviu a todos e assim seguimos conversando e bebendo. Em certa hora da noite eu já estava soltinha demais, rindo a toa. Foi então que Pedro disse, que tal agente brincar.


Rimos de Pedro.:


- Já estamos bem grandinhos você não acha Pedro? - eu disse.


E sorrindo ele respondeu:


- Eu sei seus chatos…  a gente cresce e as brincadeiras mudam. Vamos brincar de poker  .... poker erótico.


- Poker erótico? Como é isto Pedro? – Eu perguntava rindo da feição dele.


- A cada rodada ganha você escolhe alguém para tirar uma peça da roupa.


- Ai seu safado! – eu disse rindo.


- Melhor não Pedro... – Carlos disse.


- Não, não, eu gostei, vamos brincar. – respondi vendo Carlos emburrar (Se ele tava querendo namorar comigo acho que joguei tudo por água abaixo...rs), já  Pedro como uma criança. Sentamos os três no carpete da sala, Pedro logo ficou na minha frente brincou.


- Estou vendo sua calcinha heinn!


- Para Pedro! – eu disse adorando aquele jeito safado.


Carlos distribuiu as cartas e começamos a jogar.


Primeira rodada, eu ganhei! Fiquei super feliz, rindo muito. Então escolhi o Carlos e pedi para ele tirar a camisa. Ele me olhou de um jeito que uhmm me deixou muito excitada, ele era diferente de Pedro, Carlos tinha um olhar extremamente sedutor!  Ele tirou a camisa e fiquei boquiaberta com seu físico, não era super malhado como seu irmão, mas era um tesão!


A segunda rodada começou e parecia que a sorte estava para o meu lado, pois ganhei de novo! Então escolhi o Pedro e pedi para ele tirar a camiseta. Com ele não tinha tanta graça, pois já havia o visto nu, mas de qualquer forma foi uma delícia.


Terceira rodada, Pedro ganhou.


- Você mesma mocinha... – Disse ele olhando para mim com aquele mesmo sorriso arteiro dos velhos tempos.


- A saia.


Sorri, levantei-me e abri o botão o zíper, fui abaixando a saia olhando para os dois, estava muito excitada.


Sentei-me de calcinha e blusinha no chão, os dois me comiam com os olhos.


- Parem de me olhar assim! Estão me deixando com vergonha! – Eu disse rindo.


Quarta rodada, Carlos ganhou e o seu olhar me fez arrepiar-me todinha.


- A blusinha.


Os dois se entreolharam rindo, ah danadinhos. Sentada tirei minha blusinha, estava sem sutiã, com isto fiquei com meus peitinhos de fora, eles me olhavam sedentos, fiquei ainda mais molhada e agora mais do que nunca estava decidida, queria os dois!


Quinta rodada e o Pedro ganhou.


- Vamos, tire a calcinha...


Levantei-me e olhando para os meninos fui tirando de forma bem provocativa, dançando. Sorrindo um para o outro os dois se levantaram cercaram-me, senti suas mãos tocando meu corpo.


Carlos então levou sua mão em minha nuca e me beijou-me com volúpia e enquanto suas mãos apertavam meus seios, senti Pedro atrás de mim a me encoxar, já completamente nu. Seu cacete roçava na minha bunda enquanto beijava meus ombros.


Em questão de minutos estávamos todos nus e revezando-se nos beijos e carícias. Carlos então se sentou no sofá e me puxou, sentei em seu colo. Ele ajeitou seu cacete na minha boceta e fui sentando bem gostoso naquele cacete, que delicia!


Virando meu rosto Pedro me beijava, enquanto eu cavalgava em seu irmão e tinha os peitos chupados por ele.


- Abre a bunda dela irmão – Pediu Pedro e assim senti Carlos segurar minha bunda e abrindo-a. Instantes depois senti um geladinho gostoso no cuzinho, era Pedro passando a língua nele me deixando louquinha, eu gemia como uma cachorrinha.


- Vai Pedro come um cuzinho dessa putinha...


Eu juro que não estava me reconhecendo, nunca havia feito algo como aquilo. Então vi Pedro ajeitar-se atrás de mim e logo seu cacete estava me arrombando, (Uhmm...). Os dois estocavam aquelas rolas em mim bem forte e eu rebolava, que loucura! Carlos enfiava uns tapas fortes na minha bunda, apertava-a e eu olhava pra ele mordendo os lábios, com muito tesão, beijávamos com muito desejo.


Ficamos ali daquele jeito por um tempinho, depois invertemos, Carlos comia meu cuzinho e Pedro minha boceta. Com nossos corpos suados, eu já tinha gozado umas duas vezes, eles não paravam e eu, querendo muito mais. Carlos deixou de comer meu cuzinho e ficou em pé ao lado de Pedro, depois segurando minha nuca me puxou fazendo chupar seu pau enquanto Pedro fodia minha boceta.


Vi os dois fazendo um sinal com o olhar, me perguntei “O que iriam fazer?”. Então Pedro me tirou de cima dele e me mandou ajoelhar no chão. Os dois ficaram de frente pra mim com aqueles cacetes lindos masturbando-se e eu fiquei ali bem safadinha, esperando-os, doidinha pra chupá-los.


Passei a abocanhá-los e ia chupando-os com intensidade, chupava um e masturbava o outro e assim foi até os meninos gozaram quase que no mesmo instante jorrando aqueles jatos de porra em mim. Rindo batiam seus paus melados no meu rosto, me fazendo realmente de putinha e eu adorava aquilo.


Ficamos a noite toda nos divertindo, transei com um, depois com outro, depois novamente com os dois e assim foi até adormecemos nus no carpete da sala. Nossa, que noite!

Pela manhã vesti minha roupa e saí na ponta dos pés deixando os meninos dormindo ali no chão, mas claro antes de fechar a porta dei aquela última espiadinha olhando para eles rindo e não acreditando no que havia acontecido.


*Conto escrito em Novembro/2011 e reeditado em Abril/2017.

 * Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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