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O que uma boa provocada não faz

- Preciso ir embora agora!

- O que aconteceu Cezar? Algum problema? – perguntaram seus colegas de trabalho.

Levantando-se Cezar olhou mais uma vez a foto que havia recebido dela pelo Whatsapp. Com um sorriso de canto-a-canto Cezar rapidamente se despediu de todos ali que logo perceberam que se tratava de alguma safadeza e brincavam dizendo “Pelo jeito hoje tem eihnn Cezinha!”.

“Você quer me deixar maluco, só pode né sua putinha, safada...”, dizia a si mesmo dentro de seu carro enquanto partia de encontro a ela, rindo sozinho. Ao chegar ao apartamento livrou-se rapidamente dos sapatos sociais, gravata e foi direto para o quarto.

E lá estava ela...

Havia uma pequena losa pendurada na parede dando um charme ao ambiente e lá estava Beatriz, em pé vestida de colegial escrevendo na losa. Notando a presença de Cezar, Beatriz abriu um sorriso e disse:

- Oi professor...
- Pronta para a aula de hoje? – disse Cezar envolvendo seus braços no corpo dela e encoxando-a com vontade.
 - Sim professor, não via à hora da sua aula chegar, quero me dedicar bastante – ela respondeu manhosa esfregando sua bunda no cacete dele, sentindo-o completamente enrijecido.
- Uhmm muito bom, boa menina...

Cezar levava sua mão por debaixo da saia de Beatriz e apertava sua bunda com pegada e Beatriz por sua vez empinava seu corpo encaixando-se perfeitamente ao dele, provocando-o cada vez mais.

- A aula de hoje vai ser sobre o que professor?
- Preparei uma aula bem gostosa, teremos uma aula prática sobre Sexo... – respondeu Cezar ao pé de seu ouvido.
- Uhmmm que delícia professor!

Cezar deslizou sua mão para dentro da calcinha de sua aluna e começou a massagear seu grelinho - Uhmmm vejo que já está bem lubrificada... Este é o primeiro indicio que está louca para ser penetrada por um macho.
- Ai professor eu fico assim desde que te conheci sabia?

- Estas sensações são normais ao encontrar um homem que você o deseje e agora analisando o que me disse, já seguiremos para a próxima parte da aula, iremos direto para parte aonde vou fodê-la bem forte.

Enquanto dizia aquelas palavras Cezar seguia enfiando dois dedos na boceta de Beatriz fazendo-a gemer.

- Sim professor, é o senhor que eu quero... Somente o senhor... – disse Beatriz levando sua mão para trás e apertando o cacete de Cezar por cima da calça social.
- Uhmm muito bem, pelo jeito você já andou estudando sobre o assunto, vamos ver se aprendeu direitinho.

De frente para ele Beatriz mantinha um sorriso safado enquanto assistia-o despir-se até ficar inteiramente nu. Por um momento Beatriz ficou apenas a admirar aquele imenso cacete, cacete pela qual sempre fora apaixonada e que tanto a enlouquecia.

- Professor! Como ele é lindo... – disse Beatriz pegando-o com carinho, alisando-o e depois passando a masturbá-lo. Encostando seus lábios aos dele as bocas logo adentravam em um beijo repleto de luxúria. 

Ao pé de seu ouvido de Beatriz, ele disse - Vamos ver se você aprendeu como chupar um pau.

- Eu acho que vou te impressionar eihnnn professor – respondeu Beatriz bem safada agachando-se diante de Cezar. Segurando aquele cacete ela levou sua língua na cabeça daquele pau deslizando por ele bem devagar até abocanhá-lo completamente, passando a chupá-lo e masturbá-lo com maestria enquanto olhava bem safada para seu professor.

Cezar revirava os olhos enquanto pensava “Nossa que tesão... a danada acertou na mosca com esta fantasia...”.

- Professor, eu posso fazer um pedido?
- Claro minha aluninha.

Beatriz levantou-se, levou sua mão por debaixo da saia puxando sua calcinha bem devagar - É que estou morrendo de vontade de dar o meu cuzinho, aí pensei se o senhor poderia me ajudar a satisfazer este desejo...  

Beatriz sorriu deixando sua calcinha deslizar sensualmente por suas pernas até cair a seus pés e Cezar ficou apenas a olha-la, impressionado. Era fascinante ver como ela sabia enlouquecê-lo perfeitamente. Naquele momento Cezar não conseguiu dizer nada e olhava ela caminhando em direção a cama, subindo nela e por fim ficando de quatro, olhando-o com uma feição de uma ninfeta insaciável.

Junto de Beatriz ele a beijou com fervor e segurando seu cacete ele deslizava-o sobre o cuzinho dela, provocando-a e levando-a ao delírio. De repente numa bela estocada Cezar enfiou todo seu cacete na boceta de sua amada aluna e segurando-a firme, seguiu estocando-a, metendo sem parar.

Voltando a beijá-la Cezar seguia metendo com voracidade até que repentinamente tirou seu cacete da boceta de Beatriz e o enterrou no cuzinho dela fazendo-a virar os olhos e urrar ao sentir aquele cacete rasgando-a.

Depois de deixar seu pau dentro dela por uns segundos Cezar começou a meter e ia aumentando o ritmo a cada minuto. As estocadas se tornaram fortes e intensas fazendo imediatamente o corpo daquela colegial empinar. Beatriz exibia um sorriso safado e rebolava no pau de seu macho.

Enquanto estocava, Cezar massageava o grelo de Beatriz o que a deixava ainda mais excitada e assim seguiram naquele ritmo até que por fim gozaram juntos. Logo depois de atingirem o ápice, Cezar deitou-se na cama ofegante e Beatriz logo veio por cima dele com um sorriso safado, beijando seu pescoço e dizendo – Gostou do presente de aniversário amor? 

- Você tá de brincadeira... Quase bati uma punheta pra você dentro do carro olhando aquela foto... Você ficou perfeita nesta fantasia. 

Beatriz soltou um belo riso e disse - Uhmmm bater uma punheta pra sua esposinha que delícia, mas olha só, não acabou não, eu quero mais, muito mais... Vai me deixa cavalgar bem gostoso neste seu pau...

Não demorou nada para que entre um beijo e outro o cacete de Cezar retomasse a vida e logo Beatriz estava cavalgando sobre o cacete de seu marido. E cheios de tesão seguiram transando por um pouco mais de uma hora até exaustos adormecerem nos braços um do outro.

 * Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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