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Um Romance Proibido - II



Bom, como alguns já sabem tenho vivido uma situação muito delicada, pois fui me apaixonar logo pela mãe do meu melhor amigo. Já se passaram três meses desde aquela transa na cozinha de sua casa, durante este tempo já nos vimos algumas vezes em churrascos e almoços em sua casa. David e Lucy eram muito acolhedores, já o chefe da casa Sr. Valdir, este era um homem mais reservado, de pouca conversa e raramente participava destes eventos.

Há duas semanas quase deixei tudo ir por ralo abaixo. Era um Domingo, David e eu assistíamos Cruzeiro x América-MG na TV da sala e eu mal conseguia prestar atenção no jogo, só pensava em Lucy que estava na cozinha lavando a louça do almoço. Em certo momento levantei-me falando que ia pegar uma cerveja no freezer.

Chegando a cozinha por uns segundos fiquei a contemplá-la de longe, Lucy usava um vestido branco de tecido fino estampado de flores que terminava um pouco acima dos joelhos.  Notando minha presença, Lucy olhou pra trás, abriu um sorriso e disse - Tá vendo, eu não falei... Meu Ameriquinha já tá até ganhando! 

- Verdade... Ainda bem que sou neutro nesta briga de vocês – eu disse me aproximando dela, até que não me aguentei. Agarrei-a por trás encaixando meu corpo ao dela, encoxando-a com vontade fazendo seu corpo empinar - Danilooo... – ela sussurrou, naquele momento aproveitei para mordiscar seu pescoço e ao pé do seu ouvido disse – Eu não paro de pensar em você, tá difícil te esquecer... – segurando seu cabelo virei seu rosto e a beijei com vontade.

Impulsivamente levei a mão por baixo de seu vestido e abaixei sua calcinha deixando-a parada em sua coxa e sem delongas saquei meu cacete, ajeitei em sua bocetinha e a penetrei com força. Tampando sua boca com minha mão segui estocando-a ininterruptamente e com bastante pegada.
- Mas que porra é esta!!!

Quando ouvimos a voz de Valdir ecoar como um trovão, soltei-a imediatamente.
- Ah, ah, ah! Dois a zero pro América! Ah, Ah, Ah! – dizia Valdir tirando sarro de David porque o América havia feito mais um gol. Na cozinha enquanto nos ajeitávamos olhávamo-nos com muita tensão no ar, o susto foi grande e ambos estavam com os corações na boca. E foi então que me encarando com muita seriedade ela disse – Nunca mais venha em minha casa...

Não tive palavras para ela naquele momento, seu olhar e aquelas palavras entraram como uma facada em meu peito. Senti que a havia perdido. Chateado com a situação apenas peguei a cerveja e voltei para a sala na companhia de David e Valdir.
...

Estes últimos dias serviram-me de reflexão, aquele romance não poderia acontecer e eu precisava esquecê-la. Não vendo outra saída decidi que iria pedir demissão e voltar para minha cidade natal, o plano era ao menos, me afastar dela. No dia seguinte comentei minha decisão com David, mas claro que não expus o meu real motivo, apenas disse que não estava me adaptando à cidade etc... E claro, ele ficou bem chateado, tentou me convencer do contrário, mas fui categórico “eu vou embora...”. Mas por ironia do destino... Naquele dia não consegui conversar com meu coordenador e comunicar meu desligamento, então voltei para meu apartamento ainda empregado.

Eram 21h e chovia muito naquela noite, quando de repente a campainha tocou. “Quem poderia ser?”. Como o prédio não possuía nenhum tipo de controle de entrada de pessoas, mendigos, vendedores e evangélicos costumavam bater a porta a qualquer momento, o estranho é que não com aquela chuva.

Abri a porta e foi então que para minha surpresa lá estava ela, Lucy. Completamente molhada, usando uma calça jeans e blusinha preta e nas mãos um par de saltos alto. Olhamo-nos por alguns segundos sem nada dizer até que a tomei em meus braços e nos beijamos com fervor. 

A trouxe para dentro, fechei a porta, encostei-a contra a porta a beijando intensamente, tirei sua blusinha, sutiã e ela tirou minha camiseta. Mordiscando seu pescoço desci a boca até seus seios onde passei a chupá-los fazendo a gemer baixinho. 

Carregando-a em meus braços coloquei-a sentada na mesa da sala. Tirei sua calça deixando-a apenas com sua calcinha, vermelha, de renda. Trocamos olhares e risos safadas e então não contive meu tesão e tirei aquela calcinha quase rasgando-a, em seguida abocanhei seu sexo passando a chupá-la com muito vigor.

Minutos depois, levantei-me, tirei o meu short, a puxei pelo cabelo beijando-a e ajeitando meu pau em sua boceta a penetrei profundamente. Logo comecei a meter, metendo sem parar, fazendo-a a gemer. Segurando-a com firmeza a carreguei até meu quarto e a joguei na cama, depois puxei suas pernas, coloquei-as sobre meus ombros e voltei a estocá-la.

E foi neste ritmo alucinante que esta noite prosseguiu até desmaiarmos exaustos em minha cama. Exaustos mas extasiados de tamanho prazer.

Pela manhã abro os olhos e vejo Lucy deitada sobre minhas pernas e chupando meu pau – Uhmm, mas que gostoso acordar assim – eu disse e ela respondeu meio a risos safados – Eu também acho – sorríamos um para o outro.

Certo tempo depois ficamos deitados na cama abraçados, e foi neste momento que eu iria enchê-la de perguntas, não conseguia entender como era possível ela estar ali. Mas quando acredito eu, ela notou minha ansiedade, colocou um dedo em minha boca e disse:

- Não diga nada, não quero estragar este momento – e então me beijou, e eu a tomei em meus braços beijando-a calorosamente.

Ficamos juntos por mais uma hora. Depois de se arrumar, nos despedimos com mais um beijo e na porta do quarto ela parou, olhou para mim, sorriu e me disse:

- Estou apaixonada por você garoto.

Ela partiu deixando meu coração disparado, a minha vontade era de correr atrás dela e agarrá-la, e nunca mais soltar. Mas a minha razão tomou conta e ajudou-me a pensar e conduzir melhor aquele momento.

No dia seguinte em uma conversa com David perguntei sobre seus pais e ele me revelou que as coisas não andavam nada boas em sua casa, seus pais andavam brigando muito e que sua mãe na última noite não havia dormido em casa. Disse-me ainda que seu pai andava desconfiado da fidelidade de sua mãe. 

Fiquei bem preocupado com tudo aquilo, com o que poderia acontecer principalmente se fôssemos descobertos. Algumas horas depois enquanto almoçava recebo uma mensagem no celular:

“Preciso te ver. Abraços, Lucy”


*Conto escrito em Outubro/2009 e reeditado em Outubro/2016.

 * Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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