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Um Romance Proibido


O que vou relatar a vocês é um caso muito delicado e que tem me roubado boas noites de sono, mas antes vou apresentar-me brevemente. Meu nome é *Danilo, 28 anos, solteiro e moro sozinho em um apartamento no bairro de Santa Tereza, Belo Horizonte. E apesar de estar morando na terra dos queijos, sou paulista, nasci em Sorocaba e há oito meses me mudei a trabalho para esta cidade. E foi aqui que conheci David, um cara espetacular e que acabou virando meu melhor amigo. Ele é meio cabeça dura, adora uma cachaça, mas é uma pessoa cativante e foi por causa dele que ela entrou na minha vida.

Numa sexta-feira havíamos saído da empresa e ido direto a um barzinho, era dia de clássico Atlético Mineiro x Cruzeiro pelo Campeonato Mineiro, é engraçado como a cidade para sempre que acontece este jogo. David um cruzeirense fanático tomou todas naquela noite, principalmente porque daquela vez seu time estava levando a melhor. E ele bebeu tanto que fui obrigado a levá-lo para casa, ele não tinha o mínimo de condição para voltar sozinho.

Já era 1h da manhã quando cheguei a sua casa com ele pendurado em meu ombro. Usando as chaves dele abri o portão de sua casa e depois a porta dos fundos que deu na cozinha. Levei-o até a sala e joguei-o no sofá. Eis que a luz da escada se ascende e descendo as escadas ela surge usando aquela camisola curta, quase transparente. Era uma mulher incrível, dona de um corpo sensual e um sorriso encantador, me olhando nos olhos ela disse:

- Por favor, não se assuste. Você deve ser o Danilo. Eu sou Lucy, a mãe do David, ele fala muito de você.
Fiquei boquiaberto enquanto a admirava e por uns segundos quase não consegui falar.

- Sou eu mesmo, muito prazer. Precisei trazer seu filho ele bebeu um pouco além da conta, posso jogá-lo na ducha fria se você quiser.
- Não, não precisa. Se puder só leve-o até o quarto e deixe-o na cama, este menino não toma jeito mesmo viu!

Lucy me acompanhou até o quarto dele, o deixei deitado na cama e depois voltamos. Percebi um roncado ensurdecedor vindo de um dos quartos, raciocinei que possivelmente era do marido dela. Ao voltarmos para a sala olhei-a novamente e fui me despedindo dela, mas muito simpática me ofereceu um café dizendo que não aceitaria um “não”, como resposta.

Ficamos conversando na cozinha enquanto tomávamos seu delicioso café. Sentia-me muito a vontade com ela e para minha sorte meus olhares ousados não pareciam incomodá-la, e ainda bem, porque era impossível não olhar para aquelas coxas. Trocávamos olhares e sorrisos o tempo todo, falamos sobre muita coisa e o curioso é que em nenhum dos assuntos seu marido era mencionado, ela me falava muito sobre David e seu problema com as bebidas, mas também me falou sobre seus sonhos, gostos e desejos.

Já eram 2h15 da manhã! Mal vi aquele tempo passar. Levantei-me dizendo que precisava ir embora e, mas quando ela se aproximou se despedindo, não me contive e a peguei pela cintura e a beijei com pegada. E do contrário que eu esperava Lucy não me evitou e envolvendo seus braços em meu corpo nos beijávamos com volúpia. Desci as alças da camisola de Lucy fazendo-a deslizar pelo seu corpo deixando-a somente de calcinha. Segurando-a comecei a beijar seus ombros, descendo um pouco mais passei a chupar seus seios e mordiscar seus mamilos fazendo-a soltar alguns gemidos.

Continuei descendo beijando toda sua barriguinha, fazendo-a gemer e puxar meus cabelos. Lucy usava uma calcinha branca de renda muito sensual, mordisquei sua boceta por cima da calcinha fazendo-a se contorcer. Depois segurando sua calcinha pelas laterais comecei a baixá-la, e sua boceta era linda, bem cuidada, usava um corte tipo moicano. Abocanhei-a chupando-a com intensidade, minha língua brincava em seu grelo e abrindo um pouco mais as pernas Lucy ainda facilitava o meu trabalho em sua boceta.

Levantando-me carreguei Lucy e coloquei-a sentada na pia. Abrindo minha calça, liberei meu pau e comecei a esfregá-lo na entrada de sua boceta, a via morder os lábios, sua respiração estava ofegante.

*Conto escrito em Outubro/2009 e reeditado em Agosto/2016.


 * Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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