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Venha Comigo...

O grupo Waltman do Brasil comemorava os resultados dos negócios daquele último trimestre em uma mega festa, e realmente não se podia negar, os alemães sabiam organizar um evento como ninguém. Voltada para alguns sócios, funcionários e clientes a festa deixava qualquer um admirado com tamanha variedade e riqueza em bebidas, quitutes, um impressionante jogo de luzes e boa música.

Em uma noite de gala, boa parte dos homens encontravam-se elegantes em seus smokings pretos, e as mulheres em seus longos vestidos em sua maior parte com decotes que as deixavam incrivelmente sensuais. 

- Amor, quem é aquele homem? – perguntou Juliana a seu marido indicando um homem a sua frente de estatura média trajando um belo smoking.

- Não sei o nome dele, nem o que faz... sei que é de pouca amizade, na maior parte do tempo está daquele jeito, sozinho... é meio misterioso...

- Será que ele é gay? - perguntou Juliana fazendo Ricardo cair na risada e depois responder – É... sei não eihnn, com aquele smoking estranho parece que ele leva todo jeito... 

A tentativa de descobrir quem era aquele homem tinha um motivo. Há minutos atrás Juliana encontrou com aquele homem ao sair do toalete e ele a olhou como se a despisse por inteiro, seu perfume a inebriou fazendo aflorar seus instintos mais primitivos, mas depois ele simplesmente sumiu entre as pessoas.

03h15min da manhã...

Ricardo já estava sem gravata e se divertia com seus amigos. Todos muito bêbados, haviam abandonado suas esposas e pulavam feito crianças ao som de Levantou Poeira da Ivete Sangalo. Enquanto isto Juliana conversava com as demais esposas, as conversas eram muito chatas, com exceção de Juliana, todas se esforçavam bastante para demonstrar o quão estavam satisfeitas em seus casamentos, mas no fundo eram verdadeiros poços de carência.

- Meninas vou pegar uma bebida... – disse Juliana se livrando daquela conversa chata. 

Chegando ao bar sentou-se junto ao balcão e um simpático barman veio lhe atender. Seu nome era Thiago, preparava um drinque como ninguém e não demorou nada para que a boa conversa e os belos traços do rapaz a encantassem.

O movimento no bar já se encontrava bem mais calmo, assim Thiago deixou a missão para seus parceiros e saltou o balcão ficando junto dela e imediatamente fazendo sua calcinha molhar ao notar o belo porte físico do rapaz. Ali ficaram conversando ao pé do ouvido, até que num certo momento ele resolveu avançar o sinal. 

- Ainda bem que estes vestidos longos possuem estes decotes tão gostosos... – ele disse fazendo-a sorrir enquanto sentia a mão dele subir por sua coxa.

- Verdade... – sussurrou Juliana permitindo aquela mão encaixar em sua boceta por cima da calcinha.  No minuto seguinte os dois já se encontravam aos amassos em um canto escuro atrás do bar.

- Aqui não dá, não quero correr o risco de expor meu marido ao ridículo – ela disse enquanto beijava-o e punhetava aquele belo cacete. 

– Tudo bem. Está vendo aquela porta? – perguntou o barman.
- Sim...

- Entre ali, siga até o final do corredor e saia na outra porta. Vai dar no estacionamento dos funcionários do clube, eu estarei lá te esperando ao lado do meu carro.

- Tudo bem, me dê uns 30 minutos... ou melhor, vá ao meu sinal... – respondeu Juliana e depois de mais um beijo afastaram-se indo cada um para um lado.

Depois de disfarçar um pouco e percebendo que naquele nível de álcool, Ricardo e nenhum de seus amigos notariam sua ausência. Juliana lançou um olhar para o bar dando sinal positivo a Thiago, fazendo-o se por rapidamente em direção ao local combinado. Dez minutos depois Juliana pegou uma bebida e se pôs em direção a porta indicada. Antes de entrar, ela parou e certificou-se de que não estava sendo seguida até mesmo por um olhar. 

Ao passar por aquela porta, Juliana imediatamente sentiu uma mão tampar seus olhos por trás.

- Safado! Não era para nos encontrarmos no estacionamento??!!

- Xiuuu....  – ele disse pedindo silêncio, com receio de ser por precaução ela obedeceu, só que em seguida sentiu seus olhos sendo cobertos por uma espécie de venda - O que... o que... é isto? – murmurou Juliana sentindo a boca dele percorrer seu pescoço – Quem é você? – ela perguntou notando que não se tratava de Thiago.

- Venha comigo...  – ele disse.

Um calafrio percorreu seu corpo ao ouvir aquela voz ao pé do ouvido, segurando-se ao braço dele Juliana impulsivamente deixou ser guiada por aquele desconhecido. Alguns passos depois ele pediu que o esperasse naquele lugar. Então ouviu-se o ranger de uma porta e em seguida o som de uma trinca fechando-se. Ele voltou, tomou-a nos braços e a beijou com volúpia roubando-lhe até o ar. Colocando de lado a única alça que sustentava aquele vestido, Juliana sentiu-o deslizar com facilidade até cair sobre seus pés.

- Levante um dos pés .... – ele ordenou, Juliana o fez e notou que ele tirava seu vestido, então repetiu o mesmo com o outro até tirá-lo completamente. Em seguida ela sentiu a boca dele subindo por seu corpo, seus lábios roçando em sua pele fazendo-a se contorcer. Pegando os braços dela ele os levou para cima e prendeu os punhos dela em grilhos de couro pendurados na parede acima de sua cabeça

– Por favor, me diga ao menos o seu nome... 

Ele nada respondeu, apenas voltou a beijá-la fervorosamente. Em seguida desceu vagarosamente beijando o seu pescoço, os ombros e descendo um pouco mais abocanhou-lhe os seios passando a chupá-los com intensidade. Continuando a deslizar sua boca pelo corpo de Juliana ele a segurou firme, alisou sua bunda e a apertou com vontade. Depois colocando uma das pernas dela sobre seu ombro ele abocanhou-lhe a boceta fazendo-a urrar de prazer.

Juliana sentia seu sexo queimar de prazer, seu rosto completamente vermelho indicava o quanto estava excitada. Chupando-a com destreza ele rapidamente a fez gozar em sua boca, as pernas de Juliana se debatiam e ela urrava e gritava de forma animalesca como jamais havia acontecido.

Em pé diante dela ele ficou apenas olhando-a, assistindo-a retomar o fôlego. Ao notar que sua respiração encontrava-se mais controlada ele se aproximou, encaixou sua boca a dela e a beijou, agora de forma mais calma, mas muito safada e ao mesmo tempo libertava os punhos dela dos grilhões.

Trazendo-a um pouco mais a frente, em seu ouvido pediu que ficasse quietinha, depois contornando o corpo dela ele ordenou que colocasse os braços pra trás, prontamente ela obedeceu. - Boa menina... – ele disse enquanto prendia os braços dela para trás com algemas de couro.

Sentindo a boca dele em seu pescocinho, Juliana virou o rosto em busca de sua boca e enquanto se beijavam Juliana sentiu pousar em suas mãos aquele enorme cacete, fazendo-a sussurrar ao senti-lo pulsar em suas mãos. E mesmo com aquelas algemas se pôs a masturbá-lo intensamente, fazendo-o urrar em seu ouvido.

Depois voltando a contornar Juliana ele a guiou para um sofá, e a fez ficar de joelhos apoiada no encosto do sofá – Agora empina esta bundinha... – ele disse em seu ouvido e enfiou um belo tapa na bunda dela. Deslizando seu cacete no meio da bunda dela ele ajeitou-o em sua boceta e a penetrou profundamente fazendo-a soltar um alto gemido. Juliana sentia aquele cacete rasgar sua bocetinha que encontrava-se extremamente molhada e não demorou nada para que ele começasse a estocá-la com força.

Juliana passou a gemer intensamente enquanto ele seguia metendo em um ritmo frenético, repentinamente ele tirou seu cacete levando Juliana ao desespero desejando-o dentro dela, foi então que...

Slapp...Slapp...

- Aiiiii – gritou Juliana sentindo sua bunda e suas coxas queimarem, e logo em seguida ele voltou a penetrá-la com mais vontade ainda – Arhhhh... seu filho da... me fode... me faz sua putinha faz.... – dizia Juliana rebolando naquele cacete.

Depois de repetidas estocadas os dois gozaram instantaneamente, e ainda encaixados um ao outro as bocas voltaram a se encontrar num beijo safado, Juliana rebolava no seu pau e sorria plenamente satisfeita.

  - Quietinha .... – ele disse afastando-se dela. Enquanto se arrumava ele ficou olhando-a, reparando em seu corpo, nas marcas que seu chicote havia deixado e em sua porra escorrendo por entre aquelas coxas.

- Seu vestido está em cima da mesa...– ele falava enquanto desfazia as algemas do punho dela – Você só irá retirar a venda assim que ouvir o batido da porta, fui claro? 

- Sim... mas por favor, me diga o seu nome

Virando-a de frente, ele respondeu – Pode me chamar de... Dante... – em seguida beijou-a com fervor e então saiu.

E assim que aquele homem saiu da sala Juliana tirou a venda. Sentia-se plenamente realizada, era uma sensação nova, aquele homem a levou a níveis de orgasmo imagináveis e o pior que ela não fazia ideia de quem ele era.

Depois de se ajeitar Juliana voltou para festa. Ao passar em frente ao bar nem se lembrou de Thiago, com isto também não notou a cara feia que o barman fez assim que a viu passar. Seu marido já encontrava-se em outra dimensão sentado sozinho, e como previsto, ele não notou sua ausência. Uns vinte minutos depois saíram do clube e aguardavam um táxi em frente a porta principal. De repente um Ford Fusion preto parou em frente a eles e de dentro do clube saiu aquele mesmo homem do início da festa. Antes de entrar no carro, os dois se entreolharam e ela sussurrou “Dante...”. Houve um breve tímido entre os dois e então ele desapareceu deixando saudade e fazendo-a nunca mais esquecer daquela noite.

** Conto dedicado a Renata C. 

* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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6 comentários:

  1. "... ele ficou olhando-a, reparando em seu corpo, nas marcas que seu chicote havia deixado e em sua porra escorrendo por entre aquelas coxas." Isso realmente foi de tirar o fôlego.
    Sempre me deixando excitada. Bjs Renata C.

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    Respostas
    1. Fico feliz em saber que tenha gostado, e que a excitou... Este trecho que você citou também é o meu preferido. Obrigado pela inspiração. Abraços.

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  2. Delícia, quando venho aqui saiu molhadinha, querido Dante. Levando este comigo... com seus créditos. (Programado p/ 24/abr/2016 as 11:00hs)

    Aiaiaia... Obrigado pelo tesão sentido!!! loooool
    Bjsss da Leoa

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    Respostas
    1. Saber que meus textos te causam este tesão é algo bem gratificante e inspirador. Obrigado Leoa.

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  3. Reli, e agora pergunto...
    É um convite?
    Por que se for...
    Hummmmm Sr. Dante....


    Boa semaninha...bjs da Leoa

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