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A Casadinha da Zona Sul

Din... Don...
 
- Mor, deve ser o Rubens, abre a porta pra ele, vou só tomar um banho rapidinho... hoje tem sorteio dos grupos do campeonato lá na quadra do Nacional.

Junto da pia Juliana preparava um suco, “Droga! Pra piorar ainda me aparece o insuportável do Rubens! ”

O humor de Juliana não estava nada bom, pois a última noite não havia sido como ela desejava. Ricardo havia finalmente a procurado na cama cheio de vontade, o que a fez pensar que enfim ele iria saciaria sua vontade de sexo. Porém tudo não durou nem 10 minutos. Depois de praticamente usá-la como um depósito de sêmen, ele simplesmente saiu da cama e foi assistir um VT do Vasco x Flamengo.

 - Bom dia Ju!

- Ah... Rubens, bom dia.... entre. Ricardo pediu pra você esperar um pouco, ele acabou de entrar no banho...

- Ótimo... – disse Rubens ao entrar, passando por Juliana e apreciando seu corpo naquele vestido solto de tecido fino. 

Repente Juliana se deparou com Rubens na sua frente, envolvendo-a em seu braço e antes que ela pudesse fazer algo para impedi-lo, Rubens levou sua boca à dela e a beijou com fervor, derrubando toda sua defesa. Segurando-a firme ele colocou-a contra parede e levantou-a. Impulsivamente Juliana entrelaçou suas pernas ao corpo dele beijando-o tempo todo. Com muita destreza Rubens colocou a calcinha dela de lado e a penetrou com força fazendo-a urrar de tesão.

Juliana entrou em transe, de repente as estocadas de Rubens pareciam estar em câmera lenta e naquele momento um mini flashback passou em sua cabeça lembrando-se da última noite e do desprezo de seu marido na cama.

Encarando-o nos olhos Juliana abriu um sorriso safado, e ao pé do seu ouvido dele, disse – Você conseguiu, agora sou sua putinha Rubens, me fode bem forte seu tarado... – e assim Rubens fez, estocou-a com vontade até por fim gozarem praticamente juntos. 

A partir daquele momento um milhão de possibilidades abriram-se diante de Juliana que mais do que nunca sabia que agora sua vida começaria a traçar novos rumos.

1 ano depois...

- Bom dia minha Deusa!!! Galera, pode deixar que esta cliente é só minha! 

Um pouco envergonhada, Juliana sorria para o rapaz que sempre a cortejava todas as vezes que passava por ali. Rafael era um belo mulato de 25 anos que trabalhava na feira da Joaquim Nabuco, e fora o corpo, a simpatia de Rafael era o que mais a encantava.

- Olha minha Deusa, hoje temos ótimas goiabas, maças, peras... – dizia Rafael se aproximando de Juliana mais ao canto da barraca - Uhmm parecem estar ótimas mesmo – respondeu Juliana sentindo a mão do rapaz envolvendo sua cintura.

- Sabe, estou procurando uma furta que faz tempo que não vejo.... Cupuaçu...
- Ah é porque trazemos pouco e sempre acaba muito rápido, mas acho que ainda tenho uns ali dentro da Kombi, vem aqui comigo, vamos lá ver.

Rafael avisou seus companheiros que iria até o carro procurar cupuaçu para a cliente. Todos olhavam os dois com semblantes irônicos de que já sabiam o que na verdade iria rolar. Com seu braço envolvendo a cintura de Juliana, Rafael a guiou para dentro de uma Kombi 78, branca, encardida de poeira que estava parada do outro lado da rua.

O sol de 40 graus, gritos de feirantes por todos cantos, e ainda o intenso barulho da máquina de moer cana, faziam aquela cena ser digna de um dos contos de “A Vida como ela é” de Nelson Rodrigues, pois lá estava Juliana cavalgando intensamente no enorme cacete daquele mulato que a beijava com fervor.

O interior da Kombi era repleto de caixas por todos lados, os vidros estavam parcialmente cobertos por estas caixas ou pela grossa poeira de terra vermelha. E Juliana se divertia com o ranger do banco da velha Kombi e se deliciava com mais de 20cm de rola entrando e saindo de sua boceta.

Enfiando dois dedos na boca e depois levando ao cuzinho de Juliana, Rafael disse – Quero foder este cuzinho aqui... – enquanto soltava aquelas palavras o mulato ia metendo aqueles dedos no seu cuzinho dela e a torturando.

Por um breve momento Juliana tentou se lembrar da última vez que havia feito sexo anal com seu marido, mas antes que pudesse lembrar Rafael a colocou de lado e mandou que ficasse de 4. Apoiando-se no encosto do banco ela ficou de frente para o vidro de trás da Kombi, que mesmo coberto por caixas e sujeira era possível ver as pessoas na rua.

- Ahnnnn... filho da pu... – disse Juliana assim que sentiu aquele cacete invadir sua bunda. O suor escorria pelos corpos, fazia muito calor dentro daquela Kombi e assim que Rafael estocou todo seu pau, logo começou a bombar, e o banco da Kombi rangia tão alto que parecia que ia desabar a qualquer momento.

Depois de inúmeras estocadas Rafael gozou e inundou o cuzinho de Juliana de porra. Os dois ainda ficaram por um tempo dentro da Kombi trocando beijos, carícias e claro, Juliana não se fez por rogada, sentou novamente naquele cacete e cavalgou até gozarem juntos.

Ao chegar em casa Ricardo que andava intrigado com certos comportamentos da esposa, logo a interrogou questionando a demora. E ainda sentindo resquícios da porra de Rafael escorrendo de sua boceta nua, o safado ainda havia lhe roubado a calcinha, Juliana apenas respondeu que demorou pois havia parado para conversar com uma amiga, em seguida deu as costas e saiu em direção a cozinha.

Uma semana depois...

- Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades.... 

Era festa de aniversário da Carol, filha do Rubens, estava completando 4 anos. A festa era composta por alguns familiares de Rubens e de Carla, sua esposa e alguns amigos do time de futebol em que Ricardo e Rubens jogavam e algumas mulheres do salão de cabelereiro onde Carla trabalha.
A garagem da casa era comandada por Carla e a aniversariante Carol, era um espaço reservado para as crianças, com direito a palhaços e piscina de bolinha. Já no fundo do quintal estava a churrasqueira comandada por Rubens, e era lá que se encontrava a cerveja e um grupo de pagode animando a festa dos adultos.

Durante a festa Juliana e Rubens trocavam vários sorrisos e olhares safados, só que naquele dia não era só Rubens que a olhava daquela forma, Juliana chamava a atenção de qualquer um por onde passava, o que deixava Ricardo um tanto irritado pois percebia aqueles olhares para sua mulher. E Juliana sabia muito bem como atiçar um homem sem ser vulgar, através do seu olhar e do seu sorriso fascinava qualquer um. Usando um vestido longo, fino e com uma calcinha fio dental minúscula ela fazia qualquer um se questionar se ela estava mesmo de calcinha.

Passados três horas de festa, Rubens revezou o comando da churrasqueira com Ricardo. Juliana fitava-o o tempo todo, até em dado momento em um olhar ele indicou que ela fosse para o interior da casa, que estava vazia. Certo tempo Juliana deu uma desculpa a Ricardo de que iria pegar seu celular na sua bolsa que havia deixado no quarto de Carla, dizendo que estava esperando uma ligação de sua irmã. Ricardo pouco lhe deu atenção, a bebida já havia subido a cabeça e ele já se encontrava em outra dimensão.

Com muita cautela Juliana seguiu para o interior da casa, passou pela sala e subiu as escadas em direção aos quartos. E assim que chegou ao quarto de Rubens e Carla, ela avistou-o conversando com um rapaz.

- Oi Ju! Conhece meu sobrinho? – Disse Rubens olhando-a com um olhar sacana.

O rapaz olhou-a nos olhos e ela logo notou que ele tinha o mesmo semblante safado de Rubens.

- Muito bonito seu sobrinho... – disse Juliana vendo-o se aproximar dela – Muito prazer... me chamo Gustavo – ele disse já chegando sua boca à dela e roubando lhe um beijo safado.

- Uhmm que gostoso... – disse Juliana com suas mãos no peitoral do rapaz.
- Sabe Ju, eu e meu tio estávamos aqui discutindo uma coisa, e tem uma pergunta que não quer calar. Você está com ou sem calcinha?

- Boa sobrinho! – Disse Rubens rindo e fazendo Juliana caiu aos risos também.
De frente para os dois Juliana abaixou uma das alcinhas do seu vestido e depois da outra dizendo – Que tal vocês mesmo conferirem... – o vestido então deslizou com facilidade por sua pele deixando-a apenas com um sutiã meia taça e uma minúscula calcinha fio dental.

- Nossa! – Disse Gustavo tomando-a rapidamente em seus bravos e voltando a beijá-la com pegada. Rubens rapidamente tratou de fechar a porta e foi logo despindo-se enquanto assistia Gustavo deslizar a calcinha de Juliana por aquelas belas coxas. 

Em segundos todos já se encontravam completamente nus. 

Deitado à beira da cama, Gustavo massageava com tesão os seios de Juliana que cavalgava intensamente em seu pau e ao mesmo tempo chupava o cacete de Rubens. Por sorte dos três, lá fora o grupo de pagode havia retomado a apresentação e assim abafava os gemidos ousados de Juliana que não fazia questão nenhuma de controla-los.

- Nossa Gu... como você é pauzudo!! Delicia! – Disse Juliana rindo e se esfregando com força em Gustavo sentindo aquela rola grossa dentro de sua boceta.

- Arrh e hoje este cuzinho não me escapa – disse Rubens abaixando-se atrás dela, enfiando um belo tapa em sua bunda e em seguida abrindo-a. Por alguns segundos ele ficou apenas a olhar aquele cuzinho, mas não demorou muito para que metesse sua língua chupando-o sem pudor.

Juliana ia à loucura e quando sentiu aquele cacete adentrando seu cuzinho, um calafrio percorreu todo seu corpo, ela urrou sentindo um misto de dor e prazer que só a fazia desejar mais. 

Naquele quarto ficaram por quase uma hora. Gustavo e Rubens revezavam-se até inundarem o corpo de Juliana de muita porra. Ainda no quarto deitaram os três na cama, ofegantes e não pararam de rir. Depois de mais algumas sacanagens resolveram parar e se ajeitar, ficaram com medo de Carla estranhar a ausência do marido e resolver procurá-lo.

E assim Juliana seguia em busca de satisfazer o seu desejo realizando suas fantasias. Passado 2 semanas deste último episódio Juliana recebeu um convite para um baile de Carnaval, e claro, ela jamais perderia um evento deste, só que esta parte da história ficará para um outro dia....

** Conto dedicado e inspirado em Renata C. Obrigado por compartilhar comigo suas aventuras, seus desejos e fantasias. Ai está o presente, espero que goste.

* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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6 comentários:

  1. Nossa Sra. da calcinha molhada... Que delícia! Como sempre me deixa excitada.
    Obrigada pelo carinho e dedicação rsrs...
    Amei o presente. Bjs e até breve. Renata C.

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    Respostas
    1. Que bom que gostou Renata, e como te disse, daria pra escrever um livro de tamanha inspiração que você proporciona.

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    2. Olá Renata C.! Tudo bem?

      Parabéns por ser a inspiradora deste conto lindo e maravilhoso!
      Me fez lembrar de 2012, quando vivi alguns momentos maravilhosos visitando um amigo de 23 anos que estava casado com uma gata de 19 anos, há apenas 1 ano.
      Era maravilhoso quando chegava na casa, o marido adorava cozinhar e enquanto isso ela chupava meu pau e eu sua deliciosa buceta.
      Adoro comer uma casadinha ou noiva!
      Gostaria muito de conhecê-la.
      Bjs... E até breve!

      Milton

      Komoksada@outlook.com

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    3. Olá Renata C.! Tudo bem?

      Parabéns por ser a inspiradora deste conto lindo e maravilhoso!
      Me fez lembrar de 2012, quando vivi alguns momentos maravilhosos visitando um amigo de 23 anos que estava casado com uma gata de 19 anos, há apenas 1 ano.
      Era maravilhoso quando chegava na casa, o marido adorava cozinhar e enquanto isso ela chupava meu pau e eu sua deliciosa buceta.
      Adoro comer uma casadinha ou noiva!
      Gostaria muito de conhecê-la.
      Bjs... E até breve!

      Milton

      Komoksada@outlook.com

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  2. Então vamos trabalhar nisso. Tenho certeza que este processo será extremamente prazeroso. Bjs Rê

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  3. Conto maravilhoso, muito excitante, me lembra as minhas aventuras com mulheres noivas e casadas.
    Milton - komoksada@outlook.com

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