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A Dama da Lotação

Me chamo Jonas, tenho 19 anos, moro no Rio Janeiro e até antes do que vou relatar eu era virgem! Sou muito tímido e tenho consciência que isto dificulta muito minhas investidas, mas estou tentando melhorar.

O fato é que...

Estava eu voltando para casa, voltando do curso pré-vestibular. Era umas 23:30hs quando peguei o Ônibus e me sentei em uns bancos mais à frente, no ônibus todo havia somente algumas pessoas mais ao fundo. Passados uns 30 minutos entrou em uma mulher espetacular! Dona de um corpo impecável. 

Pele branca, cabelos ruivos, vestia uma saia jeans curta, uma blusinha branca com um decote generoso que causava a sensação de que seus seios saltariam da blusinha a qualquer instante. Quando ela passou da catraca, e eu não conseguia tirar os olhos dela, e acredito que eu deveria estar com uma senhora cara de imbecil pois quando ela me notou, vi em seu rosto um semblante como de quem dissesse “Baba não querido...”, e sorriu.

Eis que ela veio até mim me perguntou: "Moço, o centro velho está muito longe?". Quase enfartei!  Ela perguntava com uma simpatia tremenda, e aqueles seios, arhhh!!! Eu não acreditava que ela estava falando comigo, e meio a gaguejos expliquei a ela. 

Ela me pediu gentilmente para avisá-la quando chegasse, e para minha surpresa sentou-se ao meu lado. E foi neste momento que vi aquela saia subir, e nossa que pernas! Ela era muito gostosa e extremamente sensual. Aproveitei para disfarçadamente olhar aqueles deliciosos seios, que delícia! Dava para quase ver os biquinhos, ela estava sem sutiã.

Acabei entrando em transe olhando aqueles peitos e foi neste momento que ela flagrou meu olhar. Fiquei vermelho na hora! E muito tímido desviei imediatamente o olhar. Com o olhar perdido eu não a tirava da cabeça, meu pau até doía de tão duro. E modéstia à parte, apesar de virgem são 20cm de rola, não é para qualquer um não! Pena que minha timidez não me deixa usá-la como deveria. 

O celular dela tocou, e ouvi ela dizendo "Oi meu amor, já estou chegando...".

Aproveitando o momento, voltei a espiar, agora subia o olhar por suas pernas na mão que pousava em sua coxa vi sua aliança brilhar. Puts, era casada, qualquer sonho de talvez ter aquela mulher começava a ir ralo abaixo e para piorar enquanto ela falava no celular, novamente ela me flagrou, agora olhando suas pernas. Só para minha surpresa ela sorriu e seguida deu uma piscadinha. Fiquei sem reação! Voltei a olhar pela janela, ainda ouvindo-a falar no celular.

O tesão gritava em minhas veias, não suportando mais novamente voltei a olha-la, aí que veio mais uma surpresa. Um de seus seios estava praticamente de fora, agora era possível ver seu biquinho tranquilamente. 

Impulsivamente apertei meu pau de tanto tesão.

Quando ela terminou de falar no celular, voltei a disfarçar e olhar para a janela. Foi então que senti uma mão deslizando por minha coxa até o meu pau e começou a apertá-lo por cima da calça. Olhei para ela, sem reação, aquilo era muito inesperado para mim, ela me olhava com uma expressão de prazer, e antes que eu pudesse dizer alguma coisa e estragar tudo ela colocou um dedo na minha boca e no meu ouvido disse "Não fala nada...". 

Prontamente a obedeci a vendo abrir o zíper da minha calça e ao colocar a mão lá dentro e tirou meu pau para fora. Sua carinha de satisfeita ao vê-lo me deixou cheio de orgulho, (rs...). Logo ela começou a me masturbar, eu estava um pouco nervoso, olhando para trás vi que havia ainda três pessoas, para minha sorte, 2 estavam dormindo e a outra distraída com seu smartphone.

Ali ao meu lado ela abaixou completamente as alças da sua blusinha deixando seus seios de fora e perguntou "Gostou deles?", eu apenas balancei a cabeça indicando que sim, “Não quer tocá-los? ” Ela novamente perguntou, e meio tenso levei minha mão aos seus seios e comecei a massageá-los. Neste momento nossos lábios se encontraram, começamos a nos beijar, as línguas entrelaçavam-se safadas, acho que nunca havia beijado uma mulher daquela forma.

Segurando minha mão ela a levou para o meio de suas pernas e esfregou meus dedos em sua boceta. A safada estava sem calcinha! Me abraçando ela me pediu ao pé do ouvido para enviar dois dedos dentro dela, e imediatamente atendi ao pedido. Naquele instante ela me abraçou mais forte, e gemia baixinho ao pé do meu ouvido.

Repentinamente ela disse “Está chegando, vamos descer... se ajeite...”. Não entendi nada, a vi se ajeitar e involuntariamente fiz o mesmo. Ela então me pegou pelo braço, e disse “Vamos descer no próximo... venha...”. Estávamos ainda razoavelmente distantes do Centro Velho, mas eu estava tão dominado por aquela mulher que na hora eu nem raciocinei e desci junto com ela.
Ao descermos do ônibus entramos em um beco escuro atrás de um prédio residencial. Num olhar rápido tive a impressão até de ter visto alguns mendigos dormindo naquele lugar, mas não tive nem tempo de analisar o lugar pois segurando meu braço ela me empurrou contra a parede, bem atrás de uma das colunas do prédio.

Ela começou a desabotoar minha camisa e assim que a abriu, desceu beijando meu peitoral, abdômen e desfazendo o cinto da minha calça. Que loucura! Assim que desfez completamente minha calça, ela a puxou junto com minha cueca, e imediatamente abocanhou o meu pau passando a chupá-lo e punhetá-lo em sua boca. 

Eu ainda me encontrava muito tenso, de certa forma até acuado. Nunca imaginaria que algo desta forma poderia acontecer comigo, este é o tipo de história que só acontece com os populares do colégio, comigo não.

Voltando a ficar de pé, a vi levantar sua saia, em seguida ficou de costas para mim e encaixou sua bunda em meu cacete deixando ele bem no meio de seu reguinho. Então começou a se esfregar, subindo e descendo, rebolando e me levando ao delírio! Quase gozei naquela hora.

Até que a ouvi dizer “Vem... agora me fode...”. Ela disse e já ia ajeitando meu cacete em sua boceta. Como eu estava intimidado (rs...), assustado comecei a empurrar meu cacete bem devagar, então ela disse "Vai seu merda, enfia esta rola com força!".

Ouvir aquilo foi como ligar o botão de turbo no videogame, me tirou o juízo e então soquei minha rola de uma vez até o fundo fazendo-a urrar forte, na hora senti até o corpo dela amolecer. Mas não dei trégua para aquela vadia fui logo metendo, bombando bem forte fazendo até ela ficar na ponta dos pés durante as estocadas.

Ouvi uma gargalhada, olhei para o lado e vi um mendigo nos olhando, rindo e batendo uma punheta. E eu seguia metendo fazendo-a gemer. Espiando o outro lado, me certificava que estávamos a “sós”, claro com exceção do mendigo e de um carro ou outro que passava e acabava iluminando parcialmente aquele beco.
Repentinamente me vi dono da situação, e talvez a fantasia de estar fodendo uma jovem inocente num beco escuro me veio à mente. Aquilo fazia-me sentir um tarado, um fodedor e me fazia aumentar a cada minuto a intensidade das estocadas naquela vagabunda. Deixando de lado completamente a timidez comecei a enfiar uns tapas na sua bunda, apertando-a, puxei sua blusinha com certa violência fazendo uma de suas alcinhas arrebentarem e agarrava seus peitos, apertando seus biquinhos e sem parar de bombar. Até que não aguentei mais, e soltei um senhor jato de porra dentro dela.

Aquela porra toda dentro dela descendo por tuas pernas, e ela rebolava. Via sua expressão de prazer, aquele sorriso, só que vê-la naquele estado, com aquele semblante, fizeram com que eu não me sentisse tão dono da situação, me senti completamente usado.

Virando-se para mim, ela me olhou nos olhos e seu olhar havia mudado, não sei explicar direito, mas para mim era um tanto quanto demoníaco, admito que na hora me percorreu um calafrio. Levando uma mão no meu peito ela me empurrou com tanta força que cai no chão encostado na parede.

A vi ajeitar-se na minha frente e depois olhou para o lado da rua sorrindo. E foi neste momento que ouvi passos, e aquela sombra enorme aproximando-se e em seguida um homem chegou até nós. Negro, trajado com uma roupa social e com um porte físico descomunal.

Minha visão estava meio debilitada devido à luz do poste ofuscar meus olhos e por isto não consegui detalhar os traços de seu rosto, mas definitivamente era o que menos eu pensava naquele momento. Pensei que iria morrer, me matariam sem ao menos deixar-me saber o porquê de tudo aquilo.

Os dois se beijaram na minha frente, naquele momento reparei o mesmo tipo de aliança na mão dele. Continuei ali no chão, até que a ouvi dizer “Você gostou amor? ”, e ele respondeu “Sim, você esteve ótima... mas agora vamos...”.

Vi os dois entrarem em um Fusion preto estacionado do outro lado da rua e partiram me deixando ali ainda e ainda tendo que aturar aquele mendigo rindo da minha cara com o pau todo melado de porra. 

Fiquei sem entender nada, mas o que de fato interessava era que eu tinha acabado de perder a virgindade porra! Me levantei, ajeitei-me, e fui para o ponto de ônibus. Para minha sorte ainda consegui pegar o último ônibus e pude ir embora tranquilamente, mas ainda tentando digerir tudo o que havia ocorrido naquela estranha noite.

Que coisa louca, não?

*Conto escrito em Março/2008 e reeditado em Outubro/2015. Este conto foi escrito inspirado na obra de Nelson Rodrigues "A Dama da Lotação".
 
* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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3 comentários:

  1. Esses acontecimentos inusitados do RJ. Sempre uma delicia de ler. Re ;)

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    Respostas
    1. Preciso me mudar para o Rio de Janeiro então rs... Obrigado por participar.

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    2. Garanto que será muito bem recebido rs. Re

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