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Meu chefe me comeu o rabo!

Meu nome é Jéssica, tenho 28 anos, estou noiva a três meses e até o dia deste acontecimento eu era uma mulher fiel, eu juro! Me lembro muito bem, era uma quarta-feira, tinha até combinado com meu noivo de irmos em um restaurante que eu adoro na hora do almoço, ele me pegaria na empresa.

Neste dia eu estava com uma saia social preta com um decote bem generoso na lateral, o que me deixa extremamente sensual. Sempre gostei muito de me sentir assim, e completando usava uma blusinha de botões e salto alto.
Estava prontinha para o meu noivinho, bom, era pelo menos o que eu pensava. Neste dia Maurício, meu chefe, não parava de me olhar, trabalhamos numa sala com mais 5 pessoas, e meu chefe sempre demonstrou ser muito reservado, nunca se excedeu em olhares, conversas e brincadeiras, era tudo muito profissional.

Mas naquela manhã foi só eu ficar on-line no MSN que logo recebi uma mensagem dele me elogiando e dizendo que não conseguia parar de me olhar. Juro ter ficado meia sem jeito, mas no fundo estava gostando daqueles elogios.
A conversa foi se seguindo e ele não parava de soltar elogios cada vez mais ousados. Até que em um dado momento ele me surpreendeu me perguntando o que eu estava usando por baixo. 

Da minha mesa eu o olhei rapidamente e sorrindo respondi "Meias 7/8, cinta-liga, calcinha preta e o sutiã meia taça...".

Maurício começou a dizer sem meias palavras que estava de pau duro, e que estava louco para me comer. Olha sempre gostei de me sentir desejada por outros homens além do meu, aliás que taque a primeira pedra a mulher que não gostar disto. Sempre soube provocar, brincar e depois controlar a situação, mas naquele momento senti a tentação bater à porta, de repente me vi subir um pouco a saia e abrindo sutilmente as pernas me exibindo a ele, deixando ele me comer com os olhos. 

Imediatamente ele me chamou para irmos para um motel. Daríamos a desculpa de irmos a um cliente e assim passaríamos o dia todo transando. Eu não consegui dizer não, e sem sim, pela primeira vez me vi como dizem por aí, numa sinuca de bico. 

Então apenas respondi dizendo que a conversa estava me deixando com sede e que iria beber uma água. Travei a máquina e levantei-me, até evitei o olhar para ele ao passar em frente sua mesa.

Na copa fiquei pensando no que estava fazendo e sentindo, tentava me represar, mas era tarde demais. Logo senti aquele corpo se encaixando ao meu, me encoxando, roçando sem pudor seu pau na minha bunda. Me arrepiei todinha, sua boca mordiscava minha orelhinha e suas mãos preenchiam meus seios apertando-os por cima da blusinha.

Sussurrei baixinho, tentava me controlar sentindo as investidas de Maurício que seguia me dizendo vulgaridades ao pé do meu ouvido me deixando louquinha.
Virei-me de frente e começamos a nos beijar. Me encostando na Pia Maurício me pressionava me fazendo sentir seu cacete duro, que loucura! Recuperando ao menos um pouco do juízo disse a ele que teríamos que sair dali, pois era muito perigoso. Ele me lançou um olhar que me fez tremer e em seguida segurou-me pelo braço e me levou até a porta da escada de incêndio. Entramos e a porta mal havia se fechado e ele já estava me colocando contra a parede, me beijando e abrindo minha blusinha.

Logo o safado estava chupando meus peitos, que delícia! O medo de aparecer alguém só fazia tudo ficar muito mais excitante. Senti a mão dele subindo por entre minhas pernas, levantando minha saia e alcançando minha boceta. Por cima da calcinha esfregava seus dedos, sentindo-me molhadinha.

Maurício tirou seu pau para fora e logo que bati os olhos naquele lindo cacete não me contive, abaixei-me e me pus a chupá-lo com gosto, chupava-o todinho. Enquanto chupava suas bolas, o punhetava e assistia sua expressão de prazer, e era o que me deixava ainda mais safada.

Me segurando pelos braços, Maurício me levantou, encostou-me na parede de costas para ele e rasgou minha calcinha jogando-a de lado. Em seguia me encoxou, sentia sua rola no meio da minha bunda, e eu subia e descia me esfregando nele, rebolava bem gostoso no seu pau ao som de pedidos bem sutis e carinhosos como "Rebola sua vadia... puta... " combinados com tapas bem que me levavam a insanidade mental.

Rebolando no seu cacete eu suplicava para ele me comer. Olha em que situação eu cheguei, implorar para ele me foder! E ele ria sarcasticamente e vinha mordendo meu pescocinho, me fazendo sentir aquela barba rala roçando em meu pescoço, aquilo era demais! Que macho mais delicioso! E então ele ajeitou sua rola na minha boceta e numa estocada só socou tudo! Soltei um forte gemido que foi logo abafado pois ele tampou minha boca instantaneamente.

Maurício seguia bombando, bombando e enquanto estocava sua rola eu sentia também um dedo safado entrando no meu cuzinho, e eu começava a suar frio, com medo de sua real intenção, eu nunca havia dado a bundinha. Ele não parava de meter, era um animal, num certo momento senti ele lubrificar cuspindo no meu cuzinho. Nesta hora comecei a me debater dizendo não, mas ele me segurou firme e tirando seu cacete da minha boceta estocou sem piedade na minha bunda!

Sentia ele me rasgando todinha, primeiro veio aquela dor descomunal, mas algum tempo depois não sei se acabei perdendo os sentidos, ou que de repente nem doía tanto como minhas amigas diziam, mas o fato era que eu começava a gostar de dar o cuzinho. E o filho da p... começou bombar, fodendo minha bunda e não parava de enchê-la de tapas.

Seus braços me envolviam e seus dedos massageavam intensamente meu grelo enquanto ele socava a rola na minha bunda. Minutos depois gozei, e gozei como nunca! Minhas pernas ficaram tão moles que eu era praticamente arremessada contra a parede a cada estocada dele, até que ele gozou enchendo minha bundinha de porra.

Ele se afastou tirando seu pau e ria sozinho, tinha o olhar e o sorriso sarcástico. E enquanto ele se ajeitava eu abaixei minha saia, ajeitei os seios no sutiã e fui fechando a blusinha. Sorríamos um para o outro sem nada a dizer. Fomos descendo as escadas, até que me assustei ao lembrar da calcinha rasgada e falei "Ah minha calcinha! Preciso voltar!", foi então que escutamos passos, fiquei morrendo de vergonha e medo então resolvemos continuar a descer até o térreo. Já era quase hora do almoço aproveitamos e saímos para almoçar e como já esperado o safado me levou direto para um motelzinho perto da empresa, e o almoço adivinhem? Claro, fui eu rs...

Hoje fico pensando quem achou minha calcinha? rs... O chefe de segurança do condomínio depois deste dia anda muito simpático comigo. Será? Rs... Bom, espero que tenham gostado do relato! Comentem!

*Conto escrito em Outubro/2010 e reeditado em Outubro/2015
 
* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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6 comentários:

  1. Delícia de conto !
    A sensação de perigo é muito excitante .

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  2. Sim Luah,a resultado da soma medo e tesão é surpreendente. Obrigado por comentar.

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  3. Passando pra desejar um Feliz Natal, repleto de boas vibrações, alegrias, amor e paz junto aos seus!!!!!
    Bsssssssssssss

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    Respostas
    1. Muito obrigado pela visita, te desejo um ótimo Natal!

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