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Uma Paixão Proibida

Tenho 47 anos, divorciado, um cara tranquilo e caseiro. Só que nos últimos tempos de tanto meus amigos me torrarem a paciência comecei a sair mais, viviam me enchendo o saco dizendo que eu precisava de uma boa trepada. Até que um dia fomos ao *The Lust Club, era um clube voltado a Fetiches e naquela noite eles estavam fazendo do lugar uma balada com o open bar e algumas apresentações meio teatrais expondo diversos tipos de Fantasias e Fetiches.

O lugar era bem arrojado, luxuoso, pessoas bonitas e ao menos naquele dia a grande maioria era bem jovem, deveriam ter entre 22 a 25 anos. Começamos a beber, e o Fred um grande amigo meu logo se enroscou com uma garota. Fiquei no balcão sozinho bebendo e observando as pessoas enquanto eles estavam indo à caça.

Eis que noto um olhar singelo em minha direção. Era uma linda ninfeta, dona de um sorriso encantador. Ela veio até mim e sentou-se no banco ao lado e me disse um “Oi”. Era uma ninfa tentadora, inclusive poderiam dar o nome daquele evento de “Noite das Ninfas”, era impressionante, era uma mais linda do que a outra. Mas continuando, os traços de seu rosto eram deliciados, suas pernas bem torneadas e só para me deixar ainda mais louco, usava um vestido curto, com um decote enlouquecedor, para fechar um salto alto que a deixava esplêndida!

Começamos a conversar. Ela era muito simpática, quando me disse seu nome, naquele momento houve uma breve indignação, “Caramba, ela tem idade para ser minha...”, mas quando ela levou sua mão no meu rosto os pensamentos foram embora e logo começamos a nos beijar.

Fomos para um lugar mais reservado onde tinha uns sofás e ali ficamos nos curtindo um pouco, seu beijo era uma delícia e como fazia um tempo que estava sozinho, aquilo para mim era como estar no paraíso. Minhas mãos passeavam por suas pernas, até que não resisti e deslizei minha mão por baixo do seu vestido alcançando sua calcinha.

Senti seu abraço ficar mais forte e quando meus dedos a tocaram por cima da calcinha a ouvi gemer ao pé do meu ouvido. Que tesão! Coloquei sua calcinha de lado e nossa, ela era bem lisinha. Acaricie-a sutilmente com as pontas do dedo e depois fui penetrando-a com um dedo.

Em meu ouvido ela pediu para levá-la dali e o objetivo estava bem claro “Sexo!!!”. Fiz um sinal para meu amigo dizendo que iria embora, ele sorrindo para mim com ar de aprovação me ofereceu de longe a chave do carro, mas resolvi não aceitar.

Saímos da balada e na frente havia diversos táxis parados, entramos no primeiro e nos deparamos com uma situação inusitada e muito engraçada. O motorista, um senhor de seus 60 anos nos recebeu sendo muito simpático e brincando “Veio buscar a filha na balada né? ”, olhei para ela, sorri, e disse “Vim sim, este não é horário de uma mocinha ficar na rua”. Imediatamente ela me beliscou, e sorriu, e aquele sorriso me trazia uma sensação inexplicável, como uma paixão ardente, sentia o peito queimar como a muito não sentia.

Fomos direto para minha casa. E assim que entramos a agarrei trazendo-a junto de meu corpo e a beijei com volúpia. Jogando os braços sobre meus ombros e pendurando-se no meu pescoço, íamos nos beijando e se despindo aos poucos. Quando caímos sentados no sofá já nos encontrávamos completamente nus. 

Com ela no meu colo de frente para mim a ouvir sussurrar em meu ouvido “Adorei a brincadeira no táxi...”, me beijou e continuou “Agora que tal você comer bem gostoso sua filhinha? ”. Puxei seu cabelo com pegada, beijamo-nos e no seu ouvido disse “Quer a rola do papai é? Então vou te foder bem gostoso sua putinha...”.

Ajeitei meu cacete em sua boceta e ela logo deslizou gemendo gostoso, seus olhos quase viraram neste momento. Sem delongas ela começou a cavalgar e cravava suas unhas no meu peito me arranhando e aumentando cada vez mais a intensidade de suas cavalgadas. 

No meu ouvido a ouvi dizer, “Que rola mais gostosa você tem...”. Aumentando o ritmo da cavalgada ela conseguiu deixar o sexo animalesco, era algo descomunal a sua vontade e seu apetite por sexo, nunca havia visto alguém assim. 

E neste ritmo assim transamos a noite quase toda. Assim que amanheceu Camila acordou com um senhor café da manhã que preparei para ela. Ficamos nos curtindo quase o dia todo, e olha, desde a separação que não me sentia tão bem.

Os encontros começaram a ficar frequentes, e o sexo cada vez melhor. Um mês depois definitivamente não conseguíamos viver um sem o outro, e apesar dela ser muito jovem, o que me orgulhava é ver que ela tinha uma cabeça muito no lugar, trabalhava, estudava e sabia exatamente como me deixar maluco!

Lembro-me muito bem de uma noite em especial. Estávamos em minha cama, completamente nus. Segurando sua perna levantava-a no ar e apreciava sua pele macia e delicada. Levei minha boca em seu pezinho e comecei a chupá-lo, sem pressa. Depois comecei a subir lentamente beijando toda extensão de suas pernas até que ficar de cara para sua boceta. É impossível resistir a visão daquela bocetinha e aquele odor de pecado. Sem pensar duas vezes comecei a chupá-la com muita vontade fazendo-a se contorcer na cama. Camila gemia bem gostoso acariciando e puxando meu cabelo e meio a gemidos ela disse que me amava e que me queria para a vida toda.

Fiquei tão surpreso que interrompi a chupada, olhei a nos olhos e disse “E eu não consigo viver sem você Camila, também te amo...”. Dito isto, me ajeitei entre suas pernas, a penetrei profundamente e fizemos um sexo de mover montanhas!

3 meses depois...

Conversávamos muito por telefone, trocávamos mensagens safadas o tempo todo, era uma relação muito intensa e prazerosa, o destino finalmente havia me presenteado com uma paixão.

Certo dia estava eu no estacionamento de um hipermercado aqui perto de casa. Estava fazendo compras para casa, foi quando de repente dou de cara com minha ex-esposa. Fazia pelo menos 20 anos que não a via. Lembro-me da época da separação, tempos difíceis, eu desempregado, o pais em crise, ela não segurou a onda e ainda me traiu, depois foi com o cara para a Europa e ainda levando minha filha recém-nascida.

Cumprimentamo-nos educadamente, ela me disse que havia voltado para o Brasil há 1 ano. Perguntei da minha filha, ela respondeu que estava bem, e que apesar de fazer de tudo para ela esquecer esta história, ela ainda insistia em perguntar sobre mim.

Meu coração quase saltou pela boca, o que eu mais queria durante estes anos era estar com minha filha. Foi então que ela disse, “Filha... venha cá...”, a porta de um carro se abriu e aquela linda jovem com os olhos marejados de lágrimas parou a alguns metros de mim me olhando triste, e eu sem reação, e completamente paralisado a olhava atordoado. E enquanto ouvia sua mão dizer, “Filha, este é seu pai biológico...”, sentia uma lágrima descer pelo meu rosto.

*Conto escrito em Fevereiro/2010 e reeditado em Outubro/2015
 
* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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