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Ela me fez gozar no Bar do Pedrão!

Olá, meu nome é Daniele e quero contar a vocês como foi minha primeira experiência com uma mulher. Aliás nunca me imaginei nas mãos de uma, e o que adoro mesmo é uma rola bem grossa rs... O fato é que tenho uma amiga “entendida”, como dizem por aí, rs... e para aqueles que não conhecem o termo, quer dizer que o negócio dela é mulher.

Sempre saímos juntas, contamos nossos segredos uma para outra e a considero como a melhor amiga, mas volta e meia sempre estou escutando algumas indiretas do tipo “Ai se eu te pego...”, ou “Vou largar minha namorada pra ficar com você…”, indiretas que sempre levei na brincadeira, mas sempre me deixavam sem jeito, mas confesso que quando sozinha me faziam imaginar fantasiar.

Certo dia ela me ligou me falando que seu namoro com Raquel havia acabado, ao telefone ela parecia estar super mal, e dizia que queria conversar. Marcamos de nos encontrar no bar do Pedrão, um grande amigo nosso. O ambiente era sossegado e ele preparava a melhor caipirinha de Belo Horizonte!

Era uma terça–feira, saí do consultório e fui direto me encontrar com ela.

Quando estava chegando próximo do bar, de longe eu já a vi junto do balcão conversando com o Pedrão, riam de algo e ela não me pareceu tão triste assim. Assim que entrei ela me viu e veio logo em minha direção. Me deu um abraço que nossa! Me arrepie na hora! Foi um abraço um tanto diferente. Cláudia me agradecia por ter ido encontrá-la, e enquanto acariciava meu rosto dizia que eu era uma pessoa muito importante em sua vida.

Fiquei toda sem jeito, consegui apenas chamá-la de boba e lhe dar um tapa no braço. Cumprimentei o Pedrão, e logo pedimos nossas caipirinhas. Ficamos ali junto do balcão conversando e rindo das pérolas que o Pedrão contava. Eu estava sentada num banco mais alto meia de lado e de frente para Cláudia. Notei que ela não tirava os olhos de mim, e sentia a ponta dos dedos de sua mão tocando meu joelho, fazendo um carinho.  

Depois de um tempo Cláudia segurou minha mão e disse que precisava conversar comigo. Eu disse que tudo bem, demos um thauzinho para o Pedrão e saímos. Cláudia foi me levando para o reservado do bar. Sentamos numa mesinha, o barzinho estava super vazio, e não era para menos, era 16h de uma terça-feira.

Ela começou a contar sobre o término do seu namoro, neste momento até percebi que ela estava chateada, foi então que num dado momento Cláudia deitou no meu ombro e começou a dizer que eu fazia muito ela. Enquanto ela dizia aquelas palavras eu sentia sua mão pousar na minha coxa me tocando, e subindo bem devagar. Novamente senti aquele arrepio, mas acabei me deixando levar.
Sua mão continuava subindo, de repente me vi abrindo sutilmente minhas pernas.

Sua mão agora entrando por debaixo da minha saia alcançou minha boceta e passou a massageá-la por cima da calcinha. Ao mesmo tempo sua boca já se encontrava junto da minha (parecia que eu estava paralisada) e nos beijamos (uhmm... até que gostei). Colocando minha calcinha de lado ela começou a penetrar minha bocetinha com seus dedos.

Impulsivamente apoiei uma perna em cima da dela, me abrindo mais. E me contorcia na cadeira sentindo Cláudia socar intensamente dois dedos na minha xoxotinha. Olha já tive homens que não conseguiram me proporcionar tamanho prazer como naquele dia.

Nosso beijo tinha um gosto tão bom, para mim estava repleto de pecado, do proibido, imagino que para ela deveria ter diferente. Cláudia seguiu me tocando intensamente até me fazer gozar!! Que delícia! Quem diria, nunca imaginei que uma mulher me faria gozar.

Depois disto, ao pé do ouvido ela me chamou para irmos a um motel, e prontamente aceitei. Lembro que ficamos umas 3 horas trancadas num quarto nos divertindo. Ainda é estranho para mim dizer que fiquei com uma mulher, mas foi muito bom! Só que também não consigo fazer isto com outra, só com esta minha amiga e apesar de atualmente estar casada com um homem, brincamos juntas até hoje. 

Bom espero que tenham gostado, deixem seus comentários!

*Conto escrito em Novembro/2008 e reeditado em Outubro/2015
 
* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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