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Infidelidade

A situação que venho a relatar hoje é um tanto constrangedora, ao menos para mim. Alguns até sabem lhe dar muito bem com o fato de ser traído, mas eu não! Estava casado há cinco anos, e durante este tempo Ana Flávia sempre demonstrou ser uma boa esposa, companheira, carinhosa e fiel. Ao menos era o que eu pensava até meu irmão passar uns dias em nossa casa a meu convite, ele estava vindo da Itália e como eu estaria de férias poderíamos aproveitar para matar a saudade.


Assim que chegamos do aeroporto, Ana Flávia nos recebeu ainda no portão e foi naquele momento que percebi o seu olhar para ele, eu não queria acreditar, mas a verdade é que aquele olhar entrou como uma facada no coração. Durante o abraço dos dois, fiquei nervoso, inseguro e já a sentia diferente. Só que depois do passar do dia tentei relaxar e expulsar aquelas ideias que me pareciam absurdas da cabeça, dizendo a mim mesmo que era apenas um mal-entendido.


Os dias foram se passando e vi Ana Flávia se tornando muito intima dele. Comecei a notar que mesmo na presença dos dois ela continuava a desfilar pela casa com roupas que costumava usar apenas quando estávamos a sós. Via Gustavo a devorar com os olhos todos os dias, até que um dia não aguentei e cheguei a chamar a atenção dela, acabamos discutindo e no final eu ainda fiquei com se estivesse fazendo papelão de marido ciumento. 


Ana Flávia começou a me evitar na cama, e a todo momento eu percebia aqueles olhares, sorrisos e aquelas conversas interrompidas quando eu me aproximava. Durante minhas férias eu costumava acordar sempre muito tarde e normalmente já encontrava os dois acordados e um tanto quanto felizes demais. Suas feições e a forma como Ana me tratava me davam provas o suficiente do que estava acontecendo. 


Mas não satisfeito certo dia acordei mais cedo, levantei de mansinho e fiquei à beira da escada atento aos sons. Ouvia risos, e cochichos vindos da sala e de repente comecei a escutar aqueles conhecidos estalos de beijos.


Imediatamente senti uma dor no peito e as batidas do coração ficaram aceleradas, “Eu não acredito, meu próprio irmão! ”, falava comigo mesmo.


Foi então que ouvi a voz de Ana Flávia dizendo baixinho, “E aí gostou da sua enfermeirinha? ”, e em seguida meu irmão ”Você fica deliciosa com qualquer uma, ontem de colegial você me deixou tarado...”, e riam em seguida, os beijos voltaram, e eu fiquei chocado ao ouvir aquilo, não queria acreditar que aquilo estava acontecendo.


Descendo mais alguns degraus espiei pelo vidro da janela da sala e pude ver os dois no sofá. Ela completamente nua sentada no colo de frente para ele. As roupas encontravam-se jogadas no chão, pude notar peças de uma fantasia de enfermeira.


Hoje só de lembrar daquela cena arhhh!! Enfim, eu estava pronto para acabar com toda aquela festa, foi então que a ouvi dizer, “Ai... porque seu irmão não me fode assim como você...”, aquelas palavras me derrubaram completamente. Eu amava aquela mulher e pensava até aqueles dias que nosso amor era recíproco, que um cuidaria do outro. Se o problema era o sexo, porque ela não me falou! Porque ela nunca me contou sobre suas fantasias!!! 


Depois de ouvir aquilo, subi as escadas, lágrimas desciam pelo meu rosto, deite-me na cama desesperado. Um suor frio escorria pela testa, um mal-estar súbito tomou meu corpo, a visão começou a ficar turva e aos poucos foi escurecendo até apagar completamente.


Acordei por volta das 16hs, e pensando, “Droga! Dei o dia todo para aqueles filhos da puta transarem! ”. Depois de tomar um banho desci para a sala, meu irmão me olhava com estranheza e perguntava se eu estava bem, o que havia acontecido, mas mesmo com muita raiva respondi que não havia ocorrido nada. 


Mas aí um ódio começou a me tomar. 


Era umas 18hrs, minha esposa havia entrado no banheiro e ela tem a mania se levar o rádio e ficar escutando música enquanto toma seu banho. Então comecei a ouvir a voz dela cantando aquela música do Kid Abelha que diz “Eu quero você como eu quero...”, olhei meu irmão e notei um leve sorriso nos lábios. 


Neste momento não aguentei mais, levantei, peguei meu irmão pelo colarinho da camiseta e lhe enfiei um soco na cara. Brigamos feio ali na sala, e para piorar a situação ainda acabei apanhando e vendo-o sair de casa xingando minha esposa de puta e a mim de corno.


Apaguei todas as luzes da casa, não queria que ela me visse naquele estado. Gritei para Ana Flávia dizendo que eu teria que sair, e ela nem se importou, disse que tudo bem, mas que vagabunda! Só queria era transar mais um pouco com meu irmão. 


Entrei em nosso quarto, peguei algumas roupas e a aguardei numa mochila. Ela saiu do banheiro e logo reparou que a casa estava completamente escura. Certamente pensando ser uma surpresa do Gustavo, A ouvi dizer “Gu... vem aqui gostosão, vem foder sua putinha... vem...”.


Assim que disse isto a agarrei por trás, apertando forte seus seios e mordendo seu pescocinho. Esfregando a bunda no meu pau ela dizia-me “Isto... vem meu gostosão, vamos aproveitar que o corninho saiu...”


Aquilo só aumentava minha raiva, segurando-a pelo cabelo a fiz ajoelhar-se e chupar meu pau, bombava meu cacete na sua boca com intensidade. Depois tirando meu pau da sua boca enfiei um forte tapa na cara dela, mas a safada pedia mais, e pedia para bater mais forte.


Segurando-a firme a coloquei encostada na parede de costas para mim e logo comecei a foder sua bucetinha como nunca havia feito antes, estocando-a brutalmente. Depois a joguei na cama a peguei de quatro e voltei a foder sua bucetinha e enfiar uns bons tapas em sua bunda.


Nunca havia comido a bunda de minha mulher ela nunca deixou, mas eu estava com tanta raiva que fui ajeitando meu pau no seu cuzinho, ela chegou a gritar “Meu cuzinho não!”, mas antes de terminar a frase eu já estava com meu pau quase dentro do seu cuzinho. 


Ao menos era apertadinho, depois de algumas estocadas ele dizia “Vai seu filho da pu ... faz o que seu irmão nunca conseguiu, fode minha bundinha, vai! ”. Comecei a estocar ainda mais forte, até o fundo. A vagabunda gemia alto, não se importando com nada. Massageando seu grelo ainda a diz gozar, e ela urrou como uma leoa, nunca a tinha visto daquela forma, quase que no mesmo instante enchi o seu cuzinho de porra. 


Deite-me na cama, eu sentia sua respiração ofegante, ela veio deitou-se sobre meu peito, retomando seu fôlego. Depois segurando meu pau, ficou brincando com ele e começou a dizer ”Nossa, esta foi a melhor transa da minha vida! Adoro ser pega assim, a força, mas ao mesmo tempo sei com quem estou... é uma fantasia minha...”. Encostando seus lábios nos meus nos beijamos. 


Eu ouvia aquilo em silêncio, lágrimas desciam dos meus olhos. E ela continuava “Seu irmão é um cara legal, mas muito certinho, a todo o momento ele me trata com muito amor, carinho... respeito...”, ela chegou ao meu ouvido e completou, “...só que no sexo gosto de ser tratada como uma puta safada...”


Aquelas palavras acabaram comigo, empurrei ela e levantei-me saindo sem nada dizer. Fui até o interruptor, acendi a luz. E a olhei nos olhos. Sua feição mudou na hora, “Ai meu Deus, o que eu fiz?”, a ouvi dizer ao me ver na sua frente com um olho inchado, um leve corte no canto da boca e o rosto marcado por lágrimas.


Peguei minhas roupas, a olhei pela última vez e saí sem nada dizer. 


Faz quase 1 mês que estou morando em um pequeno flat no centro da cidade. Meu celular tem inúmeras ligações não atendidas, mensagens não lidas fugi completamente da minha vida, me isolei. Neste momento terminando de escrever este relato que espero que sirva para abrir os olhos de muitas pessoas eu aprecio o lindo corpo de Raquel, uma garota de programa que conheci há duas semanas e agora com a certeza de que não quero me apaixonar nunca mais.

*Conto escrito em Outubro/2010 e reeditado em Agosto/2015

* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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