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Comendo a Mônica no escritório!

- Caramba Mônica, antes de ir embora preciso falar uma coisa...  

- E o que é seu insuportável?

- Você fica muito gostosa neste vestido! – disse Eduardo ao entrar na pequena cozinha do escritório.

- Eiiii!! – Exclamou Mônica lhe dando um tapa no braço e sorrindo – no dia que eu contar estas tuas safadezas pro meu marido você vai ver, ele já não vai com sua cara...

Mônica e Eduardo trabalham juntos a seis meses, e desde cedo tornaram-se muito amigos. Ela é casada a 5 anos, uma mulher de postura inquestionável e ele um galanteador e safado de primeira linha, ele sempre diz seu tempo máximo em um relacionamento foi de 2 semanas, nunca se viu preso a uma pessoa.

Desde que Eduardo começou a trabalhar em seu departamento, Mônica tem passado por verdadeiros testes de fidelidade. Apesar de seu casamento estar indo bem e de até ter uma vida sexual agradável com seu marido, Eduardo lhe despertava o desejo do pecado, de querer o sexo de uma forma totalmente promíscua.

- E não vem ficar me cantando não! Eu fiquei sabendo do seu caso com a Ritinha viu!

- Olha só... meu faro está me dizendo que tem alguém aqui sentindo ciúmes – disse Eduardo encaixando-se ao corpo de Mônica e a encoxando com ousadia.
- Eu não! Sou uma mulher casa...da... – respondeu Mônica arrepiando-se ao sentir aquele cacete roçando duro em sua bunda – Edu... é melhor você parar... você não deve...

E antes que terminasse a fala Edu virou-lhe o rosto e a beijou com pegada. Ao sentir aquela língua safada invadindo sua boca, Mônica não conseguiu mais resistir e enquanto beijava-o esfregava e rebolava no cacete de Eduardo.
- Edu... para... alguém pode aparecer – argumentou Mônica sem tirar os olhos dos lábios dele.

- Sexo, tranquilo e seguro você tem com seu marido, comigo é sacanagem, putaria... está me entendendo? – disse Eduardo enquanto levantava-lhe o vestido.

- Aí Edu, não faz isto não... – Suplicava Mônica, totalmente à mercê daquele safado.

Eduardo olhou-a com um sorriso irônico e afastou-se um pouco para admirar aquela bunda – Putinha... safada! – Disse Edu enfiando um forte tapa naquela bunda – Está louquinha pra levar uma surra de rola, não é? – Ele disse e logo puxou a calcinha de Mônica rasgando-a e depois deixando-a no chão.

Tirando seu cacete para fora Eduardo postou-se atrás de Mônica e voltou a beijá-la com fervor. Mônica sentindo aquele membro deitado no seu reguinho, começou a deslizar sua bunda pra cima e pra baixo, punhetando-o, aumentava a intensidade a cada segundo. Sentia-se uma verdadeira puta, e o pecado da traição era o que deixava ainda mais excitava, era exatamente aquilo que ela desejava.

- Arhhh!! – Urrou Mônica ao sentir aquele pau entrando-o em sua boceta rasgando-a.

- Vadia... puta! – Edu puxou as alças do vestido de Mônica deixando-lhe com os seios expostos, logo as mãos deles passaram a massageá-los e apertá-los com tesão, e ele continuava estocando-a sem parar. Acelerando as estocadas Eduardo anunciou ao pé do ouvido de Mônica que iria gozar dentro, e que ela deveria ir para casa toda melada de porra. Aquelas palavras somadas as estocadas firmes e incessantes de Eduardo levaram Mônica ao ápice, e assim ao mesmo tempo que sentiu aquela porra inundando sua boceta, Mônica gozou.

Naquele momento Mônica sentiu ter entrado em transe, o mundo tornou-se mudo por alguns segundos, e ali entendeu que Eduardo era apenas um mero coadjuvante naquela história toda. O papel principal era seu pecado e o desejo de luxúria que encontrava-se trancando a 7 chaves dentro dela devido ao fardo de boa mãe e esposa dedicada que carregada. Após a transa Mônica e Eduardo trocaram mais alguns beijos, depois se recompuseram e foram embora.

Mais tarde...

- Bruninho! Sem correr! – Disse Mônica chamando a atenção de seu filho ao vê-lo sair da mesa correndo para sala – ... este menino agora não larga mais este videogame...

- E então, como foi o dia amor? – Perguntou Paulo.

- Ah, a mesma rotina de sempre mor, relatórios e mais relatórios.... depois busquei o Bruninho na escola... passei no merca...

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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