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Um chocolate... um cafuné e...

Nuvens escuras e relâmpagos dominavam o céu da metrópole, eu seguia fazendo minha caminhada no parque próximo de casa quando a chuva começou a cair. Do contrário da maioria das pessoas eu continuei com meu hobbie, corria debaixo da chuva, sentindo-a e como dizem por aí, uma boa chuva lava a alma.

Na volta, parado em um farol a menos de uma quadra da minha casa vejo uma mulher cair do outro lado da avenida, sem esperar o farol abrir corri na primeira oportunidade de passagem e cheguei até ela. Era uma bela garota, pele clara, cabelo vermelhos até os ombros, gordinha. Assim que ofereci ajuda ela me olhou com os olhos lacrimejados e queixando-se de uma dor no tornozelo.

Examinei rapidamente e de fato parecia ter sofrido uma contusão. Apresentei-me e disse a ela que minha casa ficava próximo e que eu poderia tratar emergencialmente de seu machucado.

Ela olhou-me e me examinou como que investigando minhas intenções verdadeiras intenções, depois concordou. Ajudei-a se levantar, ela usava um vestido social preto, marcava bem seu corpo. Perguntei-a se conseguia andar se apoiando em mim, ela tentou e vi que encontrava dificuldades. Então num golpe rápido a carreguei nos meus braços, ela soltou um gritinho assustada, eu sorri e em seguida ela me respondeu um belo sorriso.

Já em minha casa coloquei-a sentada no sofá mesmo a pedidos de que não, por estar molhada. Depois, agachei-me na sua frente, olhei-a sorrindo e disse:
 
- Posso? Ela ficou toda corada e respondeu:

- O que? Não entendi?

- O seu tornozelo, posso olhá-lo? – respondi.

- Ah... sim claro...

Ela entregou o seu pezinho... tirei o seu salto...

Sorriamos o tempo todo um para o outro. Enquanto olhava seu tornozelo tinha uma visão privilegiada de seu corpo, via suas lindas pernas e por fim parte de sua calcinha preta de renda.

- Como se chama? – perguntei a ela.

- Carol.

- Não parece ser nada grave...

Recomendei ela passar uma pomada que eu tinha, mas que antes ela deveria tomar um banho e tirar aquela roupa molhada. Ofereci minhas roupas para se vestir. Ela agradeceu me dizendo que eu era muito gentil e aceitou. Acompanhei-a até o banheiro e na porta entreguei-lhe uma calça e uma camisa.

Enquanto ela tomava o banho eu preparei um chocolate quente e um lanche. Minutos depois, ela apareceu na cozinha vestindo apenas a minha camisa que ficou enorme nela, ela brincava dizendo que havia sumido na camisa por isto nem precisou da calça.

Eu a olhava por inteiro, boquiaberto, “Você está linda...”, falei comigo mesmo.

Me aproximei dela pegando a roupa molhada de sua mão, neste instante ela segurou minha mão, olhou-me nos olhos e disse:

- Obrigado por estar sendo tão carinhoso comigo...

Definitivamente seu olhar havia me roubado a fala, segundos depois olhando-a nos olhos disse:

- Fiz chocolate quente...

No momento que eu colocava suas roupas molhadas na secadora me deparei com sua calcinha, preta de renda, “Não é possível, ela está sem calcinha??!!”. Voltei para a cozinha meio atordoado e tentando controlar minha excitação. Ao chegar na cozinha notei que ela não estava ali, então fui para a sala e vi que ela olhava a estante onde coloco os livros e DVDs. E assim que notou minha presença virou-se para mim sorrindo.

- Notei que pelos livros e filmes você gosta bastante de romantismo...

- É digamos que sim...

- Difícil encontrar homens assim hoje em dia....

- Talvez seja porque seja difícil encontrar mulheres que gostem de homens assim.

- Eu gosto. – ela respondeu ficando de frente pra mim.

Fiquei sem jeito e ela notou isto, e disse:

- Que tal agente assistir um destes filmes enquanto a chuva não passa?

- Acho uma ótima ideia – respondi.

- Então mocinho, você vai tomar um banho e tirar esta roupa molhada e eu preparo uma pipoca pra gente, que tal?

Concordei imediatamente com sua proposta, indiquei a ela onde estaria a pipoca de micro-ondas e subi para tomar um banho. Depois de sair do chuveiro, vesti uma roupa mais confortável, um short e uma camiseta. Quando desci as escadas notei que a sala estava escura com as cortinas puxadas. E Carol estava sentada no sofá assistindo P.S Eu te amo.

Ela me olhou sorrindo e disse:

- Não aguentei te esperar, vem, senta aqui comigo, este filme é lindo!

- Este é um dos meus preferidos....

Sentei-me ao seu lado, fiquei olhando seu corpo, suas pernas dobradas em cima do sofá, o seu jeitinho de comer a pipoca. Ela virou-se e nossos olhares se encontraram, ela sorriu e veio se aconchegando junto ao meu corpo, deitando e encostando a cabeça no meu ombro. Meus braços a envolveram e ficamos um tempinho assim.

Num dado momento olhamo-nos novamente e os lábios foram se aproximando até por fim se encontrarem em um beijo cheio de paixão. O beijo ganhava fervor a cada segundo até que ela se levantou e sentou-se no meu colo de frente pra mim e voltamos a nos beijar de forma mais ardente, minhas mãos deslizavam por suas pernas até sua bunda onde a apertei com vontade.

Deslizando minha mão por sua bunda meus dedos tocaram seu sexo, ela já se encontrava incrivelmente molhada, fiquei a tocando com desejo socando dois dedos na sua boceta, fazendo-a interromper o beijo e gemer ao pé do meu ouvido.

Comecei a desabotoar a camisa que ela usava, até tirá-la e deixá-la completamente nua, nossa como ela era linda!

Comecei a chupar seus seios fartos e mordiscar seus biquinhos, ela gemia, fechava os olhos curtindo o seu prazer. Levantando-se Carol puxou minha camiseta e depois meu short, e então veio sedenta abocanhando meu pau, chupando com intensidade. Quase me fez gozar em sua boca!

Sentando-se novamente no meu colo e de frente para mim, ajeitou meu pau na sua boceta e deslizou por ele. “Arhhhh!!! Que tesão!!!”.

Carol começou a cavalgar e não parávamos de nos beijar. Meus braços a envolviam a trazendo bem junto a mim e ao mesmo tempo sentia suas unhas arranharem minhas costas demonstrando o quando estava excitada. Neste momento a levantei e coloquei-a no sofá de quatro, puxei seu cabelo virando seu rosto e a beijei com volúpia.
 
Ela disse:

- Vem me come bem gostoso...
 
Ajeitei meu cacete atrás dela e soquei-o na sua boceta, penetrando-a até o fundo, depois fui estocando-a cada vez mais forte e dando-lhe uns bons tapas na bunda, fazendo-a ir à loucura.
 
Não demorou muito e Carol gozou, ela gemeu forte. Neste momento a segurei firme e aumentei mais ainda o ritmo das estocadas, ela gemia ainda mais forte, então gozei e incrivelmente a fiz gozar novamente! Ela deitou no sofá, suas pernas estremeciam e seus olhos viravam, até que aos poucos começou a relaxar.
 
Sentei-me no sofá ofegante, ela veio até mim, acariciou meu rosto e sem nada dizer me beijou. Fiquei lhe fazendo um cafuné, e ficamos assim o dia todo, fizemos amor em quase todos os cantos da casa, ela saiu de casa somente no dia seguinte pela manhã. Na verdade, ela nunca mais saiu de casa, pois estamos juntos até hoje. Já temos uma filha de 8 anos e estamos esperando agora o Pedrinho chegar. Hoje eu falo para todo mundo que acreditar no improvável pode nos levar a um nível de felicidade indescritível.

***Dedicado a Naty Sweet.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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2 comentários:

  1. Envolvente como sempre, excitante como sempre, e fofo! Rsrs...
    Adorei!
    Beijos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Cris muito obrigado! é bom bom te ver por aqui, estava sentindo sua falta.

      Excluir

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