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Minha mulher encoxada no Metrô!

Meu nome é Ricardo, tenho 34 anos, casado há 5 anos e enquanto escrevo este relato a vocês estou a apreciar os corpos deliciosos de minha esposa e sua amiga Julia completamente nuas em minha cama dormindo. Esta última noite foi sensacional, e muita coisa boa para ficar pra uma pessoa só, por isto resolvi começar a dividir a nossa história com vocês.

Não sei se podemos catalogar desta forma, mas nos consideramos um casal quase liberal. No início, parecia até um pouco confuso, pois questionávamos se estávamos traindo ou não. Mas graças ao acordo feito entre nós de só podermos ficar com outras pessoas com o consentimento e ciência de ambos, tudo ficou mais gostoso.

Fizemos este acordo logo depois de eu flagrar minha querida esposa transando por telefone com um cara que ela conheceu num chat. No dia conversamos muito, ela me relatou suas fantasias e eu fiz o mesmo, inclusive permiti que ela continuasse fantasiando na internet ou por telefone, e aquilo era tão gostoso que eu mesmo já dei um jeito de me passar por um desconhecido para fantasiar com ela.

Mas a coisa começou a ficar séria mesmo numa Quarta-feira, mais ou menos há 3 anos atrás e alguns dias depois de selado o acordo.

O trabalho de Julia ficava no mesmo caminho do meu, então a deixava todos os dias na porta de seu trabalho. Eram assim todos os dias da semana com exceção de quarta-feira que era rodizio do meu carro.

Nas quartas éramos obrigados a ir de metrô, neste dia como de costume embarcamos na estação Santana. Lembro como se fosse hoje, entramos no metro e ficamos em pé, o vagão já tinha um número razoável de pessoas. Na estação Tiradentes uma quantidade maior entrou e acabou nos distanciando um pouco, mas eu ainda conseguia vê-la e admirar seu corpo, e sem modéstia nenhuma, Julia ficava muito gostosa naquele vestido preto, justo que desenhava tão bem o seu corpo e o salto alto a deixava ainda mais sensual.

Mesmo a certa distância, trocamos alguns olhares e sorrisos maliciosos, certamente estávamos vivendo uma das melhores fases em nosso casamento.

O metrô chegou a estação Sé, e Ôh estação tumultuada! As pessoas aguardavam o metrô como se estivessem prontas para uma corrida valendo a vida. E foi neste momento que vi um homem de belo porte encaixar-se ao corpo de Julia encoxando-a sem cerimônia. Notei que ele disse algo seu ouvido que a fez sorrir.

Ficamos trocando olhares por alguns segundos, nossa sintonia estava tão perfeita que entendi perfeitamente o seu desejo, então retribui com um sutil sorriso como que dando-lhe o sinal verde. Julia sorriu, a safada havia entendido o recado, e segundos antes da porta fechar pude me deliciar com o safado voltando a dar uma bela encoxada em minha mulher.

Eu já não conseguia mais vê-la por inteiro, mas conseguia vê-lo dizer algo ao pé de seu ouvido voltando-a fazê-la sorrir. Comecei a ficar de pau duro imaginando o que estaria acontecendo ali, aquele filho da puta roçando o pau na minha mulher. E a situação só piorou, na estação Luz entrou tanta gente que acabei tendo que me deslocar e aí perdi totalmente a visão dos dois.

Aquilo me deixou apreensivo, então mesmo com dificuldade comecei a me mover dentro do vagão, até que numa das passadas de olhar voltei a ter a visão deles.
E puta que pariu que tesão! Aquele filho da puta estava beijando minha mulher! E a expressão dela era tão gostosa que parecia que ele estava socando o pau nela ali mesmo. Caramba dava para ver a língua deles!

De costas pra ele Julia trocava sorrisos com o safado, vi que ela tentou me achar e notei que ela mudou um pouco quando não me viu. E quando o olhar dela finalmente me encontrou, me veio aquele alívio imediato, percebi pela sua expressão que apesar da situação ela ainda estava comigo.

Comecei a me aproximar, a nossa estação se aproximava e o lugar onde estavam era caminho para a porta. Quando cheguei vi Julia descer seu vestido, “Caramba onde ele estava?”, passei pelos dois e escutei ela se despedindo dele ao som de estalos dos lábios voltando a se encontrar.

Assim que o metrô abriu as portas saímos.

Fui andando na frente e só nos encontramos fora da estação. Nos abraçamos e ao pé do ouvido ela disse “Nossa amor, muito obrigado... ele me encoxou tão gostoso...”.

“Safada... agora você me deixou louco pra te foder”, respondi sorrindo e a beijei.

Entramos em um motel perto da estação Ana Rosa e assim que entramos no quarto a beijei com muito tesão, a joguei na parede de costas para mim e a encoxei com vontade.

“Sua putinha...”, eu dizia em seu ouvido enquanto levantava seu vestido. Com força rasguei sua calcinha e em seguida soquei meu pau na sua boceta com vontade, “Gostou de sentir o pau daquele tarado te encoxando né?”, eu seguia metendo bem forte, “Sim amor... sim... mas sou só sua, sua putinha...”.

Transamos até próximo do meio dia e chegamos bem atrasados no trabalho. Acabei ficando tão tarado que a fiz trabalhar sem calcinha! E foi assim que nosso casamento ficou muito melhor do que até os primeiros meses de namoro, que normalmente são os mais quentes de um relacionamento.


Durante o dia ela ainda me encaminhava fotos de seu vestido levantado, me provocada dizendo que seu chefe havia percebido que ela estava sem calcinha e nem preciso dizer o que aconteceu quando chegamos em casa, rs... quebramos até a cama... rs.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

6 comentários:

  1. Creio que essa seja a fantasia ou desejo de muitas mulheres, ou homens também!
    Você descreveu da forma mais gostosa possível e pude me imaginar sendo a mulher desse conto!

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    1. Acho que tudo que for consentido, que for bom para os dois torna-se algo muito excitante!

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  2. Ahh esse lance de quebrar a cama, sei bem como é. Delícia de conto. Re

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    Respostas
    1. Um sexo selvagem, feito com muito tesão é algo impossível de descrever o quanto é bom. Só vivendo ... rs Obrigado pela visita, e pelo comentário.

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  3. Muito bom mesmo manda seu numero para emcontro faço todos os desejos de sua mulher. Pego linha vermelha do metro todos os dias.

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