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A mulher do Vizinho

“Vai ser gostosa assim na puta que pariu!”, disse Celso enquanto jogava água em sua viatura, e espiava a vizinha em cima da garagem estendendo roupa no varal.

“Olha aquilo, ela só pode estar de brincadeira, não é possível...”.

Enquanto estendia a roupa Sophia sempre dava um jeito de dar uma boa provocada em seu vizinho. Naquele dia usava uma saia rodada curtinha, uma calcinha minúscula e uma blusinha de alcinha sem sutiã, já havia percebido os olhares de Celso e sabia que estava levando-o a loucura.

- Bom dia Celso!
- Bom dia vizinha! Hoje você não apareceu no nosso Cooper matinal eihnn! – disse Celso olhando.

- Ai Celso, hoje o relógio não despertou – respondeu Sophia sorrindo deixando suas pernas ligeiramente abertas – Ah! Depois me passa o contato daquele médico de vocês, pedi pra sua esposa mas ela esqueceu – completou Sophia.

- Tudo bem, é a Cláudia que tem o contato dele, quando ela voltar do mercado eu pego.

- Obrigado viu! E bye, bye pois ainda tenho mais umas mil peças para lavar.

A tarde...

- E ai Renato, tá ai dando um brilho no carro... mais cedo eu dei uma geral no meu, já estava precisando...

- Pois é Celso, já tem 1 mês que não lavo este carro e a Sophia já estava me torrando a paciência – disse Renato enquanto ensaboava o carro. Celso ri da situação e diz – Olha a Sophia me pediu o contato do médico que costumamos ir, você entregar a ela?

- Puts! Minha mão tá cheia de sabão, faz um favor, entra ai em casa, ela tá lá na cozinha, fica à vontade, você já é de casa...

Celso andou até a porta que dá acesso a cozinha e logo de cara avistou Sophia junto da pia cortando legumes “Que delícia...”, pensou Celso enquanto olhava-a. Sorrateiramente ele foi se aproximando, viu que Sophia continuava com a mesma roupa que usava pela manhã enquanto estendia suas roupas.

- Uhmmm... nossa Renato... – suspirou Sophia ao sentir aquela bela encoxada. Assim que sentiu os lábios dele beijando seu ombro e subir por seu pescocinho fechou os olhos – O que te deixou tarado deste jeito eihnnn amor? – dizia Sophia esfregando sua bunda naquele cacete totalmente enrijecido.

Trimmm...  trimmm...

- Mor deve ser a Cláudia ligando com o telefone do médico – disse Sophia meio a gemidos enquanto sentia as mãos dele massageando seus seios por baixo da blusinha.

Trimmm... trimmm...

- Sophia!!! Telefone!!! Você atende?
Ao ouvir a voz de Renato um calafrio percorreu seu corpo. Sophia virou-se rapidamente - Celso!! – ela disse espantada ao vê-lo ali.

Celso a olhou nos olhos com um sorriso sacana, depois aproximou seu rosto e lhe roubou um beijo bem safado. E Sophia encontrava-se tão excitada com a situação que levou sua língua de encontro a dele correspondendo totalmente ao beijo.

Segundos depois interrompendo o beijo e mantendo aquele semblante safado, Celso deixou o bilhete que veio entregar na mão de Sophia e então foi afastando-se lentamente até sair da cozinha.

No dia seguinte...

- Vamos lá tem que esticar mais! – disse Celso encaixando-se em Sophia enquanto a mesma alongava os braços na praça onde costumavam fazer a caminhada.

- Olha quem chegou! O senhor está bem atrasadinho viu! – ela disse olhando para trás sorrindo e ao mesmo tempo deslizando lentamente sua bunda no cacete de Celso – Vamos lá... não posso demorar muito...

Celso deixou-a sair na frente e ficou a apreciá-la a. Sophia usava um short legging preto, que desenhava bem o seu corpo e uma blusinha soltinha. Com sua beleza negra, pernas grossas e bumbum arrebitado ganhava a atenção de qualquer homem por onde passavam.

E assim como todos os dias correram juntos por cerca de uma hora, e agiram normalmente, como se nada tivessem acontecido. Porém era evidente que os olhares e os sorrisos pareciam ter uma certa malícia a mais.

- Affff... cansei... nossa tô mortinha, tudo que eu quero agora é um banho... – disse Sophia chegando quase em frente à sua casa.

- Ah deixa de ser mole vizinha! – disse Celso ao passar ao lado dela.
- Seu chato! – ela Sophia sorrindo – Olha, apesar de você não merecer, mas tem um suco de abacaxi geladinho na minha geladeira, tá afim? – perguntou Sophia.

- Uhmmm, até que não seria uma má ideia.
“Droga ele está aqui...”, pensou Celso ao ver o carro de Renato na garagem, mas mesmo assim entrou na casa e foi seguindo Sophia sem tirar os olhos de seu corpo. Na porta da cozinha a viu tirar o tênis e depois pedir que ficasse à vontade e saiu sumindo dentro da casa.

- Nossa, mas como este Renato dorme! - disse Sophia voltando alguns segundos depois.

- Você precisa botar ele para correr também – disse Celso olhando-a pegar a jarra de suco na geladeira e levar até a pia.
-  E eu já tentei mais ele é... Ceeeeelsoooo... – gemeu Sophia ao senti-lo encoxando-a com vontade.

- Estou louco pra te foder... sua putinha... – disse Celso ao pé do ouvido dela, enquanto suas mãos já apertavam-lhe os seios com muito tesão. Bastante ligeiro Celso tratou logo de puxar o short de Sophia e começou a abaixá-lo junto com a calcinha.

Sophia ajudou-o levantando suas pernas e assim que ficou nua da cintura pra baixo, sentiu-o segurar uma de suas pernas e colocou-a sobre a pia deixando-a totalmente aberta. E sem cerimônia alguma abocanhou a boceta de Sophia e passou a chupá-la bem forte.

- Aiii... que gostoso... seu tarado! – disse Sophia de olhos fechados apreciando aquela bela chupada.

Levantando-se Celso tratou de se livrar de seu short e cueca, depois puxou-a pelo cabelo e a beijou com volúpia. Enquanto se beijavam ele ajeitou seu membro e já começou a deslizá-lo para dentro dela até fazê-lo sumir completamente dentro daquela boceta.

Sophia soltou um breve forte, em seguida esforçou-se para se controlar. Logo começou a sentir as bombadas de Celso penetrando-a com força e cada vez mais rápido. E enquanto ele estocava sem parar, tratou também de se livrar da blusinha de Sophia, deixando-a assim completamente nua.

O som das estocadas somavam-se aos breves urros e gemidos e deixava o ambiente cada vez mais proibido e excitante. E Celso seguia metendo cada vez mais forte, até que não suportando mais tirou seu cacete e soltou um forte jato de porra nas costas de Sophia.

- Uhmmm que gostoso, adoro levar porra – disse Sophia dando uma olhadinha pra trás, vendo e sentindo aquela porra descer por seu corpo – Agora vai! Se ele nos pegar aqui eu tô morta!

Assim que Celso saiu Sophia foi rapidamente pra debaixo do chuveiro. Enquanto banhava-se ficou o tempo todo pensando na loucura que havia acabado de fazer. Lembrando-se das fortes bombadas de Celso, Sophia começou a se tocar, massageando seu gelo intensamente, até que perdeu o fôlego e curtia seu orgasmo.

“Nossa... que delícia!!! Porque será que o proibido é sempre mais gostoso?”, pensava Sophia sorrindo enquanto sentia a água tocar seu corpo.

*** Baseado em fantasias e vivências de Sophia Passos. Obrigado pela inspiração.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

5 comentários:

  1. Mais uma vez você me surpreendeu.
    Estou sem palavras diante do que acabei de ler. É de uma perfeição absurda!
    Nem preciso descrever o tesão que me causou né? rs.
    Obrigada mais uma vez por me deixar ser sua inspiração.
    Beijos Sophia!

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    Respostas
    1. E Sophia, ainda tem mais uns outros dois contos praticamente terminados, todos baseados em suas fantasias. És uma mulher fascinante!

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  2. Afa!!!! Delícia.... como tudo por aqui.

    яυgı∂σs ρσétι¢σѕ ∂α ℓєσα

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  3. Obrigado Cléia, é muito bom ler um comentário deste de alguém tão forte no erotismo...

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  4. estou sem palavras.. J..

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