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Que tesão Dona Claudia...

Divorciada há dois anos Claudia levava uma vida muito difícil, mãe de dois filhos um de 14 anos e outro de 11 ela se desdobrava para nunca deixar faltar nada para eles. 

O divórcio aconteceu logo depois de flagrar seu ex-marido com a filha da vizinha em sua própria cama. Foi uma época complicada para ela, enfrentou uma profunda depressão, mas que graças a seus filhos conseguiu superar e dar continuidade em sua vida. Desde então Claudia não se envolveu com mais ninguém, tinha medo, e agora tentava manter sua mente ocupada somente com trabalho, filhos e afazeres de casa.

Quinta-Feira à noite, seus filhos dormiam e Claudia deitada no sofá da sala passeava entre os inúmeros Canais da TV, até que uma cena de sexo a fez parar. Enquanto assistia aquela cena Cláudia sentia aos poucos seus seios ficarem rígidos e eu sexo umedecer. Levando sua mão para dentro de seu shortinho Claudia começou a tocar-se, com a outra mão apertava seus seios com bastante tesão. 

A TV já mostrava os créditos do filme, mas aquela cena não saia de sua cabeça. Com os olhos fechados ela continuava a tocar-se até que de repente agarrou uma almofadinha e a mordeu para abafar seu gemido enquanto se deliciava com seu orgasmo.

Era uma Quarta-Feira, 08h30 da manhã Claudia estendia suas roupas no varal em cima da garagem de sua casa. No momento em que passou seu olhar pela rua flagrou o olhar de Junior para suas pernas.

- Bom dia Dona Cláudia, desde cedo já estendendo roupa eihnn – brincou Junior olhando-a enquanto descia a rua e admirava as belas pelas pernas de Cláudia.
- Eh Juninho, não posso parar não, meu tempo vale ouro – respondeu Claudia um pouco sem jeito, mas ao mesmo tempo excitada com a ideia dele estar olhando-a.

Junior era um garoto de seus 25 anos, do bairro e trabalhava numa Revendedora de Gás que ficava no final da rua onde Claudia morava. Ela tinha muito costume com ele, que sempre a ajudou levando gás para ela até mesmo em horários onde a loja estava fechada.

Neste mesmo dia durante o banho Claudia lembrou-se do ocorrido e fechando os olhos imaginou aquele garoto ali, estocando seu cacete nela com força. Não demorou nada para que ela começasse a se tocar enquanto aqueles pensamentos povoavam sua mente até que fizeram-na gozar.

A partir deste dia Claudia sempre que estendia suas roupas tratava de estar usando algo ousado e provocativo, saias, vestidos e shorts curtos, algumas vezes ousava a ponto de estar sem calcinha. Claudia foi notando que começava a atrair a atenção de vizinhos e muitos marmanjos que passavam por ali e aqueles olhares maliciosos só fizeram aflorar ainda mais sua sexualidade, e seus desejos ficavam mais ousados a cada dia.

Certo dia depois de ter deixado as crianças na escolinha ela ligou para a loja onde Junior trabalhava e pediu para ele que levasse um gás para ela. Usou uma desculpa que estava enrolada limpando a cozinha e terminou dizendo que deixaria o portão aberto para ele entrar.

Neste dia Cláudia estava decidida a provocá-lo e ir um pouco além, então colocou um vestido soltinho, curto e sem calcinha. Quando ouviu o barulho do portão abrindo Claudia sentiu um arrepio tomar seu corpo, estava incrivelmente excitada. Em frente a pia ela seguia lavando algumas louças e atenta ao som dos passos dele. Até o momento que sentiu a presença dele parado na porta, provavelmente olhando-a, a ideia dele estar desejando seu corpo a deixava extremamente excitada, e esta excitação aumentava ainda mais ao notar que ele se aproximava em silêncio.

- Que tesão Dona Claudia... – sussurrou Junior ao pé do seu ouvido, abraçando-a por trás e encoxando-a e já completamente excitado pressionava seu pau na bunda de Claudia sem rodeios.

Claudia sem nenhuma resistência empinou seu corpo e começou a subir e descer esfregando sua bunda naquele cacete duro. Virando seu rosto deitando-o no ombro de Junior beijaram-se. As línguas encontravam-se provocativas, as mãos dele subiram pelo corpo dela e agarraram seus seios apertando-os com volúpia.

Levando sua mão para trás Claudia alisava e apertava o cacete de Junior sobre a calça enquanto ainda se beijavam, depois virando-se de frente para ele Claudia levou seus braços sobre os ombros de Junior e voltou a beijá-lo com muito prazer.

Cláudia o guiava para a sala enquanto se beijavam e durante o trajeto para sala Claudia aproveitou para tirar-lhe a camiseta. Assim que chegaram a sala Claudia sentou no sofá e olhando-o nos olhos começou a desfazer sua calça e sem demoras tratou de abocanhar o cacete dele passando a chupá-lo com vontade.

Depois de quase gozar na boca de Claudia, Junior segurou o vestido dela e o puxou-o, deixando a completamente nua. Em seguida abrindo-lhe as pernas ele deitou-se sobre seu corpo beijando-a e a penetrou firme fazendo-a soltar um forte gemido.

Claudia jogou suas pernas sobre o corpo de Junior forçando-o a penetrá-la mais fundo, ela queria mais, suas mãos desciam pelas costas dele tocando-o com muito tesão. Junior aumentava a velocidade das estocadas e metia cada vez mais forte.

- Vem aqui sua safada... - Junior sentou-se no sofá e segurando a mão de Claudia a guiou até ele. 

Sentada no colo de Junior de frente para ele Claudia continuava a beijá-lo muito excitada, enquanto Junior ajeitava o cacete em sua boceta. Assim que ela sentiu aquela cabeça pressionando a entrada de sua boceta ela deslizou por ele fazendo-o entrar todo dentro dela.

Gemendo ao pé do ouvido de Junior Claudia seguia cavalgando em seu cacete, os movimentos tornavam-se mais fortes a cada segundo. Junior segurando-a firme pela cintura jogava seu corpo contra o dela fazendo seu cacete entrar ainda mais fundo, e aquele ritmo frenético permaneceu até que as pernas de Claudia tremeram e seus gemidos ficaram mais animalescos. Claudia chegava ao orgasmo como jamais havia acontecido antes.

Junior gozou quase segundos depois inundando Claudia com seu prazer. Encaixados um ao outro ainda ficaram trocando beijos e carícias.

- Uhmm está muito bom, mas acho que você precisa ir não quero te prejudicar no seu trabalho – disse Claudia ao pé do ouvido de Junior.
- Sim, preciso, mas posso voltar?
- Claro meu anjo, quando você quiser. – Respondeu Claudia beijando-o novamente.

Claudia e Junior não resistiram e ainda transaram mais uma vez. Depois se ajeitaram e então ele retornou para o seu trabalho.

Após aquela transa gostosa, Claudia entrou no chuveiro e enquanto tomava um banho ria sozinha lembrando-se de tudo, da transa, do seu orgasmo,  e seus pensamentos começavam a ficar mais safados. Com um semblante e um sorriso safado no rosto falava com si mesmo “Uhmmm sabe que aquele moço que arruma o meu computador é bem interessante”.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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