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Um presente dos Deuses...

Meu nome Henry e tenho 53 anos sou Viúvo. Sou professor de música clássica e meu principal instrumento é o piano. Recentemente recebi a visita de um velho amigo, conversamos por horas na minha casa, e então me disse que gostaria que eu ensinasse música clássica a sua filha. Aceitei imediatamente a proposta, até porque eu andava precisando de um dinheiro extra e estava difícil arrumar novos alunos.

No dia seguinte por volta das 14h30min um carro parou em frente a minha casa. Era Klaus trazendo sua filha, ele apenas abriu o vidro do carro e acenou me cumprimentando e disse que em duas horas voltaria para pegá-la.

Então a porta de trás do carro abriu-se e logo vi aquele pezinho, lindo e delicado em uma sandália pisar ao chão. Em seguida ela saiu. Era uma jovem de sorriso encantador e um corpo pecaminoso certamente talhado pela própria Deusa Afrodite. Seus olhos eram verdes, e seu cabelo loiro. Usava um vestido branco estampado de flores ligeiramente curto o que exibia de forma tentadora seu pelo par de pernas.

- Oi Sr. Henry – ela disse ao se aproximar e me cumprimentar sem cerimônias me dando um beijo no rosto. Fiquei meio atordoado, e depois de voltar do transe respondi um Oi com a voz um tanto fraca.

Seu nome era Fernanda. Ela se aproximou se apresentando e cumprimentando-me com muita desenvoltura e sem cerimônias, parecia me conhecer a muito tempo. Depois de despedir-me do pai dela, a convidei para entrar e deixei que fosse à minha frente, assim tive o privilégio de apreciar seu corpo, sua bunda empinada era uma verdadeira tortura.

Assim que chegamos ao meu estúdio fiquei surpreso ao vê-la sentir-se tão à vontade. Fernanda tirou sua sandália e ficou descalça. Andando pelo cômodo com seus pés descalços, Fernanda me olhava nos olhos, sorrindo, seu sorriso inocente parecia carregar ao mesmo tempo uma dose de malicia, e aquilo era o bastante para que eu fantasiasse-se.

Ao ver o piano Fernanda ficou encantada, foi logo sentando no banco na frente dele. Olhava-o com admiração acariciando lhe as teclas. Enquanto isto, um pouco atrás, eu subia o olhar desde seus pés, passava por suas pernas, me aproximei um pouco mais e me deliciava com seus pelos seios naquele decote.

- Vamos começar? Seu pai me disse, que já você já sabe tocar um pouco. Eu quero vê-la tocar, assim saberei exatamente de onde partir com você.

Fernanda olhou nos meus olhos, ela parecia ter, ou sentir, certa admiração por mim, porém mal sabia ela o que se passava na minha cabeça naquela hora. Ela começou a tocar. Nem sei qual era a música, alias naquele momento era o que menos importava, eu seguia não conseguindo tirar os olhos do corpo dela.

Eis que em certo momento Fernanda voltou a me olhar nos olhos e sorrindo desceu seu olhar até o volume da minha calça. Fiquei maluco! Não é possível! Não conseguia acreditar que aquela ninfeta estaria me provocando daquela maneira. E sem tirar os olhos dela, notei suas pernas abrindo-se lentamente deixando-as ainda mais tentadoras.

Ajeitei minha cadeira um pouco atrás dela, fiquei de pernas abertas, deixando-a no meio. E estando junto do seu corpo cheguei ao pé de seu ouvido dizendo:

- Muito bem, percebo que possui um belo dom... – disse aquilo e não resisti, fui logo mordiscando sua orelhinha, e assim que a ouvi suspirar levei minhas mãos sobre seus seios e comecei a massageá-los.

Fernanda gemia sussurrava baixinho. Comecei a deslizar minha mão bem devagar por sua barriguinha até chegar as suas pernas, apertei sua coxa com vontade e de forma calma e sem pressa fui entrando com por debaixo de sua saia apertando-a até chega a sua calcinha.

Encaixando meus dedos em sua bocetinha fiquei esfregando-os nela por cima da calcinha que já se encontrava incrivelmente molhada.

Segurando suas mãos, me levantei e a trouxe pra mim. De frente para mim Fernanda me olhou com um dos sorrisos mais gostosos que já vi e minha vida! Não me contive levei minha mão a sua nuca e encaixando minha boca a sua, beijei-a com volúpia.

Com nossos corpos nus, ficamos por um tempo apenas nos beijando, e tocando um ao outro, até que a levei até o piano e a deixei de costas pra mim com suas mãos apoiadas nele. Colando meu corpo ao dela, encoxando-a, eu seguia roçando meu pau em sua bunda, Agarrando seus seios, e mordiscando seu pescocinho. Fernanda suspirava, e rebolava no meu pau, empinando bem safada sua bunda.

Pedi-a que abrisse um pouco mais suas pernas, então me abaixei e abocanhei sua boceta com vontade, passei a chupá-la com sede, metendo a língua e metendo tapas na sua bunda.
Minha barba roçava sua boceta e coxas, e Fernanda rebolava na minha cara enquanto soltava gemidos extremamente safados. Enquanto a chupava fui enfiando um dedo no seu cuzinho e metendo ele, era impressionante, ela gemia como uma verdadeira putinha. Fui colocando mais um dedo no seu cuzinho e não parava de chupá-la, foi então que a senti gozar na minha boca.

Abrindo sua bunda passei a língua em torno no seu cuzinho, ela urrava de prazer!

Levantei-me, e segurando meu pau esfreguei-o na entrada da sua bocetinha, até que o encaixei e penetrei-a até o fundo. Logo comecei a bombar, Fernanda rebolava e gemia intensamente e enquanto a estocava puxei seu cabelo, levei minha a boca em seu pescocinho voltando a enchê-lo de leves mordidas.

E eu não parava de meter, as estocadas e os gemidos de Fernanda tornavam-se mais intensos a cada minuto, até que gozei, explodi enchendo aquela boceta de porra. “Caralho!! Sem camisinha, que merda!”, pensei logo que gozei.

Ficamos por um tempo nos curtindo, namorando pelado deitados no carpete do estúdio e como ela não podia sair dali hoje sem saber nada, tive que dar uma aula de verdade, porém a pedi que continuasse peladinha. Nossa que delicia! Coloquei-a sentada em meu colo e fui a ensinando. Depois voltamos a meter, e assim foi até ouvirmos a buzina do carro de seu pai.

E assim eram todas as suas aulas em meu estúdio. Depois de um tempo acabamos nos apaixonando um pelo outro, passamos por uma barra, pois Klaus descobriu e quis até me matar, mas vencemos e vivemos um caso de amor e paixão até os dias atuais.

*** Conto escrito em Julho/2008. Reeditado em Dezembro/2014.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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