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Devora-me!

- O que vai querer amor?

- Ai, eu ainda não sei, hoje estou tão indecisa – respondeu Carol a seu namorado.

- Bom, acho que vou de peixe, o que acha?

- Bom eu... eu... – dizia Carol quando sua atenção foi roubada por aquele homem. Calça jeans, camisa branca, blaser preto, barba por fazer e um perfume altamente sedutor. Carol seguiu-o com seu olhar até vê-lo sentar-se sozinho a uma mesa.

- Carol? Carol?

- Oi, oi... Desculpa amor estava distraída, bom, acho que, também vou de massa.

- Mas eu disse peixe!

- Ah desculpa amor, estou com a cabeça na lua, é isto mesmo, um peixe.

“Sua idiota o que está fazendo??!!! Não pode ver um homem gostoso que já perde a cabeça!”, Carol falava consigo mesma, “Uhmmm, mas ele é muito gostoso... Será que ele está esperando alguém?”.

Enquanto seu namorado fazia os pedidos para o garçom, Carol olhava disfarçadamente para aquele sujeito misterioso, que também fazia seu pedido.

Assim que a garçom saiu, o olhar de Carol encontrou-se ao dele, e naquele momento o mundo parecia ter entrado em transe, tudo se movia lentamente e ali estavam somente eles. Carol o viu sorrir para ela e depois segurando sua taça levantou-a como que dedicando a ela. 

Naquele momento Carol sentiu seu sexo arder de tesão, sentiu vontade de atracar-se ali mesmo nos braços dele.

- Esta uma noite tão gostosa não é amor?
- É, é... está sim, muito quente – respondeu Carol segundos depois.
- Você está estranha Carol, distante, está tudo bem?
- Esta sim. Só vou ao toalete e volto já, tudo bem?

Carol levantou-se e ao passar por aquele homem, encarou-o nos olhos com um sorriso safado, e caminhou até o toalete. No corredor olhava o tempo todo para trás desejando que ele estivesse a seguindo, na porta do banheiro olhou pela última vez e pensou “Vou deixar a porta aberta”, Carol estava decidida a dar para aquele sujeito ali mesmo.

Entrando no banheiro ela apenas encostou a porta, sua mente já fantasiava imaginando-o entrar ali e pegando-a por trás. Beijando-a, rasgando sua calcinha e metendo bem forte. Carol estava muito excitada, sua calcinha encontrava-se completamente molhada.

Passaram-se cerca de 5min, Carol sabia que precisava voltar, porém estava com raiva, “Droga! ele não veio! Será que ele não percebe que quero dar pra ele, e sei que ele também quer me comer...”.

- Que saco! – resmungou Carol abrindo a porta do banheiro e saindo – Ei!... 

De repente uma boca encaixou-se perfeitamente a de Carol, braços envolveram seu corpo e uma mão segurava firme seu cabelo. Uma língua adentrava a sua boca beijando-a de forma safada. Ao sentir aquele perfume Carol entregou-se imediatamente.

Entraram rapidamente no banheiro, fecharam a porta e não paravam de se beijar. Segurando-a firme ele virou-a de costas e encaixou-se atrás dela roçando seu cacete completamente enrijecido nela.

Segurando o cabelo de Carol ele virou-lhe o rosto e encaixando sua boca a dela voltou a beijá-la.

Segurando o tecido do vestido de Carol ele começou a puxá-lo fazendo seu tomara-que-caia descer revelando belos seios. As mãos dele subiam pelo corpo dela até chegarem a eles, onde passou a massageá-los com destreza.

- Não temos muito tempo, por favor, me devore! Me come bem gostoso seu safado – dizia Carol meio a gemidos e esfregando sua bunda no cacete enrijecido dele.

Agachando-se ele puxou a calcinha de Carol deixando-a em seus joelhos e sem pedir autorização abocanhou sua boceta. Naquele momento ao sentir aquela língua invadindo seu sexo, as pernas de Carol perderam as forças, imediatamente segurou-se na pia para não cair e depois levou uma de suas mãos ao cabelo dele, alisando-o.

- Uhmmm seu safado, assim você me mata... Vem, me come! – suplicava Carol meio a gemidos e sorrindo bem safada sentindo-o chupá-la com maestria.

Levantando-se ele abriu sua calça, tirou seu cacete para fora e ajeitou-o na entrada na boceta de Carol. Começou a esfregar seu cacete, provocando-a. Ela o olhava pelo espelho e em voz baixa implorava para ele meter. Arrepiou-se toda ao senti-lo colocar a cabeça de seu cacete e penetrá-la, e foi a loucura quando ele tirou e voltou a esfrega-lo continuando a provocá-la. 

Carol levou uma mão à nuca dele puxando-o e ao encostar seus lábios aos dele beijou-o com desejo. As línguas entrelaçadas brincavam bem safadas o que aumentava ainda mais o tesão.

Foi então que ele a penetrou-a até o fundo, empurrando um pouco mais de seu membro a cada segundo que se passava. Depois de sentir aquele cacete todo dentro dela, Carol começou a rebolar bem safada em seu pau.
...

- Ei Carol! Esta tudo bem?
Era Roberto do outro lado da porta procurando por sua namorada. Naquele momento um calafrio percorreu todo o corpo de Carol, esforçava ao máximo para conter seus gemidos enquanto sentia as mãos daquele homem massageando seus seios ao mesmo tempo em que começava a meter freneticamente.

- Es...est... Está sim amor. Espere só... mais um pouco.
- Tudo bem, estou na mesa.
...

Acelerando as estocadas ele passou a meter cada vez mais forte e Carol seguia na difícil missão de controlar seus gemidos, que por vezes escapavam e acabava denunciando o ato a quem passasse por perto do banheiro.

Ao pé do ouvido Carol pedia para ele meter mais forte, e ele aumenta a intensidade até o momento que não suportaram mais e acabaram gozando juntos. Carol sentiu sua boceta completamente inundada pela porra daquele homem que jamais havia visto antes em sua vida e que a dominou sem ao menos apresentar-se.
...

Minutos depois Carol saiu do banheiro ajeitando seu vestido e voltou à sua mesa.

- Tudo bem Carol? – Perguntou novamente Roberto.
- Agora sim amor, foi um ligeiro mal estar, mas estou bem.

Certo tempo depois Carol o avistou sentando-se a sua mesa.
Os pratos chegaram e eles jantaram e conversavam normalmente. Para não dar bandeira, Carol evitava olhar para aquele homem que minutos atrás havia levado a loucura dentro daquele banheiro.

Cerca de 1 hora depois, Carol passou seu olhar rapidamente a procura daquele sujeito e o viu pagando a conta ainda em sua mesa. O coração de Carol disparou, ela desejava mais, queria saber quem era aquele homem, seu endereço, telefone. Voltou a olhá-lo e neste momento os olhares por uns segundos ficaram fixos um ao outro.

- Gostou dele Carol? – perguntou Roberto.
- Oo... ooo .. que amor? – indagou Carol.
- Gostou? – Voltou a perguntar Roberto ligeiramente irritado.
- Do que amor? Não estou entendendo – respondeu Carol toda vermelha e suando frio.
- Hoje tá difícil eihnnn Carol, do peixe amor, gostou?
- Ahhhh sim, me desculpa estou muito distraída hoje, eu adorei, muito bom – respondeu Carol sorrindo sem jeito.

Pegando sua taça de vinho e degustando-a Carol o viu lançar lhe um último olhar, e depois se dirigiu para porta do restaurante. Através dos vidros do restaurante ainda conseguiu vê-lo entrar em seu carro e partir e sem ao menos lhe dizer seu nome.

*** Conto escrito em Março/2012. Reeditado em Novembro/2014.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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4 comentários:

  1. fiquei excitada só de ler... J...

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  2. Parece que você lê meus pensamentos e escreve minhas fantasias

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    Respostas
    1. Uhmm que bom saber disto, estou no caminho certo entao rs ...Obrigado por vir aqui e acompanhar meu trabalho.

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