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Mariana

Aquela canção tocada em seu carro trazia fazia o lembrar de como tudo havia acabado, mas ao mesmo tempo fazia-o lembrar-se dela e daquelas conversas longas no meio da noite, dos sonhos e planos compartilhados.

“Como eu queria que tivesse dado certo!...”, “Arhhhh!!! Droga! Porque não consigo esquecê-la??!!” ... “Poxa já faz um tempo... certamente ela nem lembra mais de mim...”.

Estes pensamentos não pararam de atordoar Matheus, o que indicava uma nova crise chegando e estava sendo assim desde tudo acabou, por mais que tentasse manter-se bem, não conseguia.

Lá estava Matheus dirigindo-se ao velho e conhecido *Kabar para afogar as mágoas com algumas doses de vodca.

- Grande Matheus! Não sei se fico contente ou triste por te ver aqui meu velho amigo – disse Gustavo, o barman.

Sentado junto do balcão os dois começaram a conversar. Depois de tanto tempo frequentando aquele balcão, os dois acabaram tornando-se amigos. Gustavo com seu ótimo bom humor sempre tentava animar Matheus incentivando-o a conhecer outras garotas.

- Uhmmm... já sei como te ajudar... – disse Gustavo com seus olhos voltados para a porta do bar - Olha quem chegou... Mari!! Está sumida poxa! – disse Gustavo cumprimentando-a.

Matheus encontrava-se distraído olhando seu Martini; foi quando Gustavo o chamou – Ei Matheus, você precisa conhecer esta pessoa.

- Mari...  este é o Matheus...
- Matheus esta é a Mariana...

Ouve um breve silêncio assim que os dois se olharam; depois Matheus levantou-se e aproximou-se de Mariana e cumprimentaram-se com beijos no rosto e sorrisos receptivos. 

Ali no balcão, beberam juntos, conversaram e riram bastante das histórias inusitadas que Gustavo contava. Até que o bar começou a ficar movimentado e Mariana e Matheus acharam melhor sentar-se numa mesa para não atrapalhar Gustavo.
...

A sintonia entre Mariana e Matheus era algo formidável, destas que acontece poucas vezes em nossas vidas e não demorou muito para que os lábios finalmente se encontrassem e um beijo calmo, molhado e repleto de ousadia.

Após certo tempo as carícias começaram a ficar mais safadas e enquanto beijavam-se Mariana sentia a mão dele pousar em sua coxa e em seguida subir lentamente por ela, apertando-a. 

Soltando um gemido ao pé do ouvido de Matheus ela disse – Aqui não... Alguém pode... 
  
- Vamos sair daqui... – disse Matheus olhando-a a firme, e segurando-a pela mão Matheus a levou para fora.
...

No comando de seu carro Matheus entrou no primeiro Motel que encontrou pela frente, e logo os dois estavam entrando em um quarto a beijos ardentes. Os corpos juntos pareciam formar um só e as mãos não paravam quietas. 

Enquanto caminhavam para a cama as roupas eram arremessadas por todo canto do quarto.

Segurando-a firme Matheus jogou a na cama. Somente de calcinha Mariana assistia-o tirar sua boxer e exibir orgulhosamente seu belo membro enrijecido.

Matheus deitou-se sobre o corpo de Mariana e a beijou com volúpia. Mariana sussurrou ao sentir a mão dele deslizar pelo seu corpo e entrar sutilmente por dentro de sua calcinha.

Matheus passou a massagear seu grelo com astúcia. 

- Safado... Me fode vai... – sussurrava Mariana enquanto Matheus chupava seus seios e socava os dedos em sua boceta.

Olhando-a com um sorriso safado Matheus ajeitou-se na cama, segurou a calcinha de Mariana e a tirou com majestade. Logo em seguida Matheus mergulhou seu rosto entre as pernas de Mariana e abocanhou sua boceta chupando-a com muito tesão.

- Uhmmm... Delicia... Como adoro isto! – disse Mariana meio a gemidos enquanto sentia a boca dele chupando-a forte - Matheus! Mas que boca mais gostosa...  – Mariana sorria e segurava firme o cabelo dele, gemendo gostoso.
...

Colocando as pernas de Mariana sobre seus ombros, Matheus a penetrou fundo, com muita pressão passou a estocá-la forte. Matheus sentia o sexo de Mariana mordiscar seu cacete demonstrando o quanto estava excitada, o que o fazia aumentar o ritmo dava vez mais, metendo sem parar.

Segurando-a pela cintura Matheus arqueou seu corpo para trás e puxou-a, imediatamente Mariana entrelaçou suas pernas ao corpo dele. Sem trabalho algum Mariana já novamente sentia o cacete de Matheus deslizando em sua boceta penetrando-a profundamente.

Mariana rebolava e esfregava-se forte sentindo aquele cacete pulsando dentro dela. A combinação do movimento de ambos começava a deixar as estocadas ainda mais intensas, assim como os urros e gemidos.

E aquele ritmo foi só aumentando até ambos não suportarem mais e Matheus logo a inundou ao mesmo tempo em que sentia aquela boceta mordiscar seu pau, e ela a via virar os olhos ao chegar ao nirvana.

Deitaram-se na cama, ofegantes e cheios de sorrisos.

- Nossa... O que foi isto! – disse Mariana deitada sobre o peito de Matheus acariciando-o.


– Olha eu não sei, mas vamos precisar estudar este fenômeno mais vezes para descobrirmos - respondeu Matheus sorrindo e beijando-a com ternura.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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4 comentários:

  1. Fui Mariana por alguns instantes...
    Adorei! Muito bem escrito,e muito excitante.

    Beijinhus*

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito bom saber Cris... a idéia é conseguir este feito mesmo... Obrigado pela visita!

      Excluir

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