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É assim que ela gosta!

- Uhmm, delicia...  isto... continua ...  não para, por favor – suplicava Cíntia enquanto sentia-o metendo por trás. - Arhhhh, eu não... – Urrou Wellington inundando logo em seguida a bocetinha de Cíntia e depois caiu deitado na cama respirando ofegante.

Cíntia deitou-se ao lado dele na cama, virada para a janela, sem acreditar que já havia acabado. “Caramba, mas já!!??”, apenas pensou e faltou-lhe coragem de falar, não desejava magoar aquele homem.

Cíntia sempre foi uma mulher fogosa e desde menina atraia os olhares mais safados e sacanas possíveis. E Seu Artur o Jornaleiro que o diga! O safado lhe aplicou uma coma cilada e conseguiu tirar a virgindade da menina logo cedo.
...

- Vou preparar uma comida gostosa para gente comer juntinho quando você chegar do trabalho – ele disse olhando-a desfazer-se da toalha após sair do banho.

Wellington publicava semanalmente suas crônicas em uma revista de médio porte. O dinheiro que ganhava em seus textos lhe permitia levar uma vida confortável e já se dava ao luxo de trabalhar em casa. Há cerca de dois anos Wellington teve papel fundamental na vida de Cíntia que se encontrava em uma profunda depressão com o término de um relacionamento intenso que perduraram cinco anos.

 E mesmo sabendo que ela ainda gostava de seu ex, Wellington, que já era apaixonado ela, manteve-se forte ao seu lado. Limpando suas lágrimas, e confortando-a com carinho e amor.

Quando se deu por conta Cíntia já estava envolvida em um novo relacionamento, e que apesar de nunca ter sido apaixonada por Wellington, se sentia bem com ele e por isto resolveu apostar naquela relação, principalmente por tudo que ele já havia feito por ela.
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Aquela manhã estava sendo difícil para ela, o sexo com Wellington já não supria seu fogo há muito tempo.

Na plataforma Cíntia aguardava o metrô que a levaria para o trabalho, quando sua atenção foi brevemente roubada. “Nossa...”, Cíntia desviou imediatamente o olhar quando notou que havia sido flagrada por ele. Era um negro, dono de um corpo pecaminoso e de um dos sorrisos mais gostosos que ela há viu e que agora a encarava de forma safada.
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- Ei o que você está fazendo aqui!! Já te disse que não gosto da tua presença por aqui.
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“Oh Deus... ele é muito gostoso!”, com seu vestido parcialmente levantado Cíntia seguia permitindo as investidas daquele Deus Afro que roçava seu belo e enorme cacete em sua bunda e em sua coxa. Cíntia esforçava-se para não perder a postura diante de tantas pessoas e também evitava olhar para elas. Pois por portar uma aliança, certamente receberia olhares incriminadores e tudo o que ela menos precisava naquele momento é ser julgada.
...

Já em sua mesa na Imobiliária, Cíntia não conseguia se concentrar, o tempo se lembrava do ocorrido pela manhã. Ao fechar os olhos tornou-se espectadora daquela cena e via aquele homem roçando sua rola entre suas coxas, “Nossa ele gozou...”, Cíntia sorriu ao lembrar-se.

- Ei Cíntia! Cíntia! Atenda este cliente, por favor, ele deseja ver algumas opções de duplex – disse Sr. Robson a encarando chamando sua atenção.
...

Seu relógio marcava 20h37min quando abriu a porta de seu apartamento e deparou-se com aquele corredor de pétalas de rosas ao chão.

-Wellington... - ela sussurrou admirada com aquela produção.

- Uma vitrola? Onde ele conseguiu isto? - nela rodava uma das melhores coletâneas de Johnny Rivers e naquele momento a bela Do you wanna Dance ressoava magnífica.

- Amor!!?? – disse Cíntia tirando seus sapatos e olhando surpresa aquele vinho Francês sobre a mesa. “E olha que eu nem me lembro de ter tido a ele que amava este vinho... poxa ele merece alguém melhor...”.

Caminhando sobre aquelas pétalas de rosas, Cíntia avistou a Cabideira do quarto no meio do corredor antes da porta do quarto. Nela havia uma venda, “Nossa, o que deu nele?”, perguntava-se sorrindo. - Amor, não precisava de tudo isto! Eu te amo seu bobo! – disse Cíntia enquanto colocava a venda.
Instantes depois que colocou a venda, notou que o volume da música aumentou. Logo sentiu suas pernas tremerem, todo aquele clima, aquele mistério estava deixando-a extremamente excitada.

Apesar de não conseguir ouvir os passos dele, sentia sua presença, ele estava ali, logo atrás dela, e se aproximava. “O safado se escondeu na cozinha, eu nem vi...”, pensava enquanto aguardava nervosa no meio do corredor.

“Ele esta aqui...”, falava pra si mesma sentindo-o andar em torno dela, despindo-a com o olhar.

- Amor??!! –sentiu-o as mãos dele colocando as alças de seu vestido de lado – Você está tão diferente... – seu vestido deslizou pelo seu corpo deixando-a somente com uma calcinha de renda – Mas saiba que estou adorando este... novo homem... – ao aproximar-se, Cíntia sentiu seu corpo nu e seu cacete ereto tocar suas coxas.

Levando uma mão naquele cacete ela começou a punhetá-lo devagar e no mesmo instante ele tomou sua boca e a beijou com volúpia.
...

Interrompendo o beijo ele se abaixou diante Cíntia e foi lhe tirando a calcinha sem pressa, em seguida segurando-a firme abocanhou sua boceta, passando a chupá-la com fervor, fazendo-a quase perder as forças da perna.

Ao levantar-se a puxou para o seu corpo fazendo-a entrelaçar suas pernas o seu corpo, beijando-a levou-a até o quarto. Pressionando Cíntia contra parede ele rapidamente ajeitou seu cacete e a penetrou até o fundo, fazendo-a urrar de prazer.  - Arhhh!! Isto... fode sua putinha fode... – disse Cíntia ao pé de seu ouvido ao abraça-lo e sentindo suas fortes estocadas.
...

- Amor?? Vai foder meu cuzinho hoje é? Uhmmm – Cíntia mordia os lábios sentindo aquele pênis arrombar seu cuzinho, começou tatear a cama até encontrar um travesseiro. Pegando-o ela o mordeu urrou com muito tesão sentindo aquele cacete todo dentro de sua bunda.

- Isto... me fode seu filho da puta... – soltou Cíntia já sem juízo de si, sentindo ele bombar na sua bunda e o barulho das peles se chocando aumentava ainda mais o seu apetite. “Ele estava incrível hoje!!”, Cíntia pensava pois já havia gozado duas vezes e ele segurava, até que enfim sentiu aquele sêmen inundando seu cuzinho fazendo-a sentir um prazer incomparável.

Cíntia deitou na cama, respirando ofegante. – Nossa Amor! Estou sem palavras, agora quero você assim todos os dias... – ela disse bem safada.
Eis que instantes depois houve um bater de porta, e em seguida o silêncio. – Amor? Onde você... – ela rapidamente livrou-se da venda.

- Wellington!! – ela gritou assustada ao vê-lo amarrado numa cadeira ao canto do quarto, com boca amordaçada e com os olhos marejados de lágrimas. 

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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9 comentários:

  1. Uau! Está de parabens Dante. Muito bem narrado, e disperta um misto de sensações em quem lê. Surpreendente.

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  2. Oi Cris eh muito bom saber que sentiu estas variadas sensações... Era este o objetivo rs

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  3. Nossa!!! Fiquei arrepiada.. J

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    1. Obrigado pela vista, e por comentar. Abs Dante

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  4. Este conto me surpreendeu! Muito bem escrito, envolvente! Parabéns!

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    1. Obrigado pela vista, e por comentar. Surpreender é algo que venho buscando em todos meus contos. Abs Dante

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  5. Que delícia!
    Me fez imaginar coisas tão gostosas...

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  6. Não poderia deixar de comentar este. Um dos meus preferidos. A surpresa no final deu um toque mais que especial. Re

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    1. Muito Obrigado mesmo Rê, por aparecer aqui, ler meus contos e agora comentar, isto é muito importante, este retorno por aqui é muito bom. Espero continuar agradando, deixe umas dicas do que excita mais... sempre tem aquele detalhe que normalmente é como um botão pra aflorar seu desejo...seu tesão..

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