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Muito Prazer, Dante... V (Final)

Aquelas palavras fizeram Dante beijá-la com certa paixão, depois, levantou-se e postou-se deitado entre as pernas de sua doce escrava. Por um momento ficou apenas sentindo o agradável odor de prazer que sua boceta exalava e passando sutilmente seus lábios sobre o grelinho, torturando-a.

- Que fique bem claro Senhorita Amanda, que você só poderá gozar com a minha autorização, não me obrigue a aplicar novos corretivos em você. Esta entendido?

- Sim, Dante...

Olhando-a com um sorriso sadista Dante abocanhou sua boceta fazendo Amanda logo erguer o tronco ao sentir aquela língua invadindo seu sexo com vulgaridade. Enquanto senti-o chupando-a com voracidade, ora mais de forma mais calma Amanda se contorcia na cama, seus punhos amarrados ficaram vermelhos e ardentes, mas a sensação de ser chupada daquela forma estava a enlouquecendo.

“Nossa que boca é esta meu Deus!”, pensava Amanda enquanto sentia seu Dono deliciando-se com sua boceta e lhe dando muito prazer, ela adorava ser chupada e Dante novamente a impressionava, pois era diferente dos outros que pouca atenção dava para aquele momento. Dante aumentou o seu ritmo, chupava a forte, até que Amanda não suportando mais gozou em sua boca.
- Me perdoe Dante, eu não suportei... – disse sentindo um calafrio percorrer o corpo.

- Gozou é sua putinha... – Dante socou dois dedos em sua boceta e começou a metê-los forte e intensamente – Eu não disse que só deve gozar quando eu autorizar! Eihnn!!

- Arhh... por fav... não... não... – Amanda tentava dizer algo, mas a intensidade daqueles dedos penetrando-a estava deixando-a maluca. De repente arqueando seu corpo Amanda soltou um forte gemido que soou como um choro. Amanda havia gozado novamente, mas agora nos dedos de seu Dono.

- Não, não, não... Ainda não esta sendo uma boa menina – disse Dante retirando seus dedos e distanciando-se. E a apenas três passos da cama parou e ficou olhando-a. Ela se contorcia toda na cama, tinha um semblante de desespero, a voz fraca de choro suplicava repetindo desesperadamente a palavra NÂO. Dante sorria, havia conseguido alcançar seu objetivo, sabia também que não seria seguro prosseguir com seus castigos, pois não haviam combinado uma palavra de segurança.

Pegando aquele mesmo chicote de couro Dante aproximou-se dela. Ao sentir a presença de seu Dono Amanda ficou tensa, aguardando seu castigo.

- Por favor, Dante... Me perdoe... Não me castigue...

Dante encostou seu chicote nos seios de Amanda, e começou a alisá-los com ele, a parte de couro achatada continha pontos pontiagudos que faziam arranhar sua pele por onde passava e Dante continuava divertindo-se apreciando sua respiração acelerada, e assim prosseguiu descendo, passando por sua barriguinha e quando chegou a sua boceta ali parou por um tempo.
Via Amanda virar o rosto, era nítido o seu desespero. Depois de certo tempo Dante continuou descendo e quando passou por sua coxa lhe deu dois golpes seguidos um mais forte e em seguida um pouco mais fraco fazendo Amanda urrar de dor.

Dante distanciou-se novamente, ficou a observando, gostava de deixá-la sozinha por alguns minutos. Até que se aproximando novamente começou a desfazer as amarras de suas pernas.

- Fique quietinha, ainda não acabei com você... – disse tirando as algemas de seu punho.

Em seguida segurou-a firme pela nuca puxou-a para si e começou a beijá-la com tesão. Amanda imediatamente levou seus braços por cima dos ombros dele e entrelaçou suas pernas ao corpo de Dante que estava sentado sobre as pernas.

- Nunca ninguém me deixou tão excitada... – disse Amanda meio a sussurros segurando o cacete dele e ajeitando-o em sua boceta, e logo deslizou por ele sentia-o rasgar sua boceta – Arhhh!!

Amanda e Dante transaram por boa parte da noite como animais até por fim desfalecerem cansados um sob o outro naquela cama.

Depois da iniciação de Amanda os encontros entre eles começaram a ficar frequentes e a cada dia melhores. Quando não estavam em seus jogos BDSM, estavam conversando e combinando palavras de segurança, cenários, fantasias e até mesmo visitando sexy shop em busca de novos brinquedos eróticos, e assim aquela relação começava a se tornar cada vez mais intensa e prazerosa.

...

2 mês depois...

Em frente ao espelho e sentada em sua cama, Amanda depilava-se, sabia do gosto de seu Dono e queria estar impecável para o encontro com ele logo mais.

E sentindo seu sexo liso e sensível excitou-se quando seus dedos roçaram em seu grelo por inúmeras vezes, e assim sem criar resistências começou a se tocar, olhava-se no espelho e aquilo a excitava ainda mais, aumentava o ritmo de seus dedos a cada segundo, “Dante...”, disse o nome dele deitando-se em sua cama totalmente entregue àquele repentino prazer.

- Ahnnnnn – Amanda gemia sentindo suas pernas perderem a força.

Depois de gozar olhou seu celular jogado na cama e pegou-o. Mantinha um sorriso arteiro enquanto escrevia uma mensagem.

“Acabei de gozar pensando em você, achei que gostaria de saber...”.

Não demorou muito a resposta veio.

“Mas quem permitiu que gozasse? Sabe muito bem que apenas eu decido quando e onde gozar”.

- Uhmm que delicia... Adoro quando diz isto – começou a sorrir – Mas sinto muito meu Dono, pois agora vou te desobedecer, você me deixa com muito tesão não dá pra segurar – disse pra si mesma enquanto massageava seu grelo ainda muito excitada.

...

- Está linda Amanda...
- Obrigada Dante.

Sentaram-se a mesa daquele restaurante e começaram a conversar.

Amanda cada vez mais se mostrava mais interessada no universo BDSM e impressionava Dante ao demonstrar com suas palavras que andava estudando o assunto.

- Você me deixa louca com este seu olhar sabia?
- Mas por quê? – perguntou Dante enquanto degustava seu vinho.
- Parece que esta me despindo todinha... – Amanda desejou provocá-lo, então sutilmente puxou seu vestido exibindo suas pernas e parte da renda de sua meia. Dante a olhava como um lobo, e ela com um olhar safado, eis que de repente o garçom trouxe os pratos, não dando tempo para Amanda ajeitar-se. Imediatamente olhou para Dante, seu sorriso sádico a fez arrepiar-se, “... filho da puta... ele sabia que o garçom se aproximava”. Antes de o garçom sair Dante pediu a degustação de um vinho especial da casa, e assim que ele saiu, virou-se para Amanda, esperou um pouco, sorriu sutilmente, então disse:

- Tire sua calcinha olhando apenas para mim...
- O que?
- Não fui claro?

Amanda sentiu-se desarmada.

Aquele olhar, aquela feição e as palavras sempre muito bem colocadas a levavam ao ápice do prazer e sempre a faziam cumprir suas ordens com obediência. “Ai... será que tem mais alguém aqui atrás? O Garçom?”, medo e tesão tomaram seu corpo. Ela então começou a subir suas mãos delicadamente pelas pernas subindo seu vestido e olhando nos olhos de Dante.

Levantando um pouco o corpo segurou sua calcinha começou a tirá-la. Amanda arrepiou-se ao se dar conta do que estava fazendo.

- Cruze as pernas e deixe a sua calcinha no chão junto de seu pezinho.
- Mas alguém... – antes que concluísse Dante lançou lhe um olhar que a fez engolir as palavras - Sim, senhor... – disse Amanda cruzando as pernas olhando-o nos olhos.

- Muito bem, agora desça seu vestido até que eu ordene que pare – disse de forma serena olhando-a entre as pernas.

Enquanto puxava seu vestido Amanda olhava ele, lembrou-se daquela boca a chupando “Uhmmm...”, dele fodendo-a de quatro bem forte, seus seios pontudos começavam a denunciar sua excitação pelo tecido do vestido.

- Está ótimo... agora não tire os olhos de mim até eu ordenar que relaxe.

...

- Nossa, e você ainda deixou sua calcinha lá no chão do restaurante? – perguntou Lúcia espantada com aquela história.
- Sim, meu Dono pediu ué – respondeu Amanda com um sorriso de satisfação tomando sua bebida.
- Nossa! Quero um deste pra mim também – brincou Lucia sorrindo.
- Cuidado com o que pede eihnn Lúcia – disse Amanda sorrindo.
- Onde você o conheceu?
- Seu nome é Dante, o conheci no Reynolds, ele é muito amigo do Billy...

Lucia estava tomada de um intenso e desconhecido prazer ao ouvir tudo aquilo, e meia sem jeito pediu licença para sua amiga, iria ao toalete. No trajeto até o banheiro aquelas cenas não saiam de sua cabeça e de repente seu olhar cruzou com o de um desconhecido, aquilo a arrepiou dos pés a cabeça, ele mantinha um olhar intenso e sombrio para ela.

Dentro do banheiro Lucia tentou reaver seu estado de espírito, “Porque estou tão nervosa com tudo isto?”. E foi ao abrir a porta e sair que Lúcia deu de frente com aquele mesmo desconhecido homem ele repentinamente tomou-a nos braços e a beijou. Lucia tentou evitá-lo, mas sentia suas mãos subindo entre suas coxas até seu sexo, onde passou a esfregar seus dedos, aquilo a fez desarmar totalmente.

- Qual é o seu nome? – perguntou Lucia ao pé do ouvido dele, sentindo-o percorrer seu pescoço com a boca.

- Ainda voltaremos a conversar... – disse isto e afastou-se deixando-a parada, sozinha no pequeno corredor da *Burgueria Silva, sem nada entender.

* Este conto é dedicado a Amanda Vinhedo.

* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.


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6 comentários:

  1. Intenso,e cativante como não poderia deixar de ser.

    Beijos.

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  2. vc, ah mais que moço malvado, me deixaste curiosa. J...

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    Respostas
    1. Curiosidade é sempre um tempero bom nestas ocasiões... rs Obrigado J...

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  3. Como eu amei essa ideia da calcinha...Ahh você sempre me surpreendendo!
    Amei todos os contos, foi um imenso prazer sentir de alguma forma que fiz parte da sua história.
    Obrigada por ensinar-me um pouco do seu universo, por cativar-me, despertando em mim curiosidade, desejo e vontades, antes..nunca imagináveis.
    Assim como toda história...Amanda se ausenta para dar espaço as inúmeras Lucia's da vida comum.
    Sr. Dante, obrigada pelo carinho e pelas vontades e desejos a mim atribuídos, saiba que todos são recíprocos.
    Ainda que seja um homem intenso, saiba que independente da intensidade sempre estarei presente em você.
    Ah! A Lúcia é uma garota de sorte. Rs.
    Um imenso beijo em você.
    Para sempre sua....
    A.

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