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Muito Prazer, Dante... IV

Os dedos de Dante adentraram a boceta de Amanda inspecionando-a, analisava o quanto sua serva estava excitada e Amanda sussurrava, gemia sentindo o toque de seu Dono em seu sexo que se encontrava completamente molhado. Após interromper o término da inspeção houve um intervalo de silêncio que com outro homem normalmente Amanda saberia exatamente quais seriam os próximos passos, a grande maioria sempre era muito previsível, mas isto não aplicava a Dante o que lhe causava certo desconforto.

- Fique em pé...

Amanda obedeceu, sentiu-o diante dela novamente.

Dante a tomou em seus braços e encaixou sua boca a dela beijando-a o suficiente para que a deixasse desejando mais, em seguida ordenou:
- Ajoelhe-se...

- Você deverá carregar esta coleira em todos os lugares que estiver e deverá usá-la sempre que eu ordenar. Está claro para você? - Amanda sentia-o prende-la-atrás de seu pescoço  – Sim... – ela respondeu.

- Agora, coloque seus braços pra trás...

Amanda sentia seus punhos sendo algemados e em seguida houve um novo momento de silêncio. Aquilo fazia aumentar ainda mais sua tensão ao mesmo tempo em que atiçava sua curiosidade e com isto começou a prestar atenção no mais inocente ruído que se podia ouvir, e foi desta forma que previu que ele estaria tirando seus trajes, um tempo depois começou a sentir sua aproximação.

Slaapp! Slaapp!

- Arhhh – urrou Amanda após Dante golpear seus seios com uma palmatória de couro fazendo seus seios arder de dor.

- Esta claro que esta aqui com o único objetivo de satisfazer o seu Dono?

Slaaapp!

- Responda! – gritou Dante após golpeá-la novamente.
- Arhhhh!!! Sim... sim...
- E quando eu disser que deve vir vestida com uma determinada roupa eu quero que esta ordem seja obedecida exatamente como pedi.
- Me perdoe Dante... – disse Amanda com a voz trêmula.
- Abra mais as suas as pernas!

Após sentir a força de seu Dono Amanda atacou a ordem sem pestanejar e assim que abriu as pernas imediatamente sentiu a pesada mão de Dante segurando firme o seu cabelo ao mesmo tempo em que com a outra penetrava sua boceta com dois dedos fazendo a perder as forças.

- Me diz, quem é o seu Dono? Responde sua putinha! – Notando certa demora na resposta Dante lhe feriu um tapa no rosto e logo depois voltou a penetrá-la com os dedos estocando-a com força. Com a voz tremula Amanda disse o seu nome repetidamente sentindo sua boceta arder de tesão, “Arhnnn tem alguma coisa nestes dedos...”  pensava Amanda sentindo aquele gelado – Arhnnn Dante... – gemia, não conseguia achar palavras pra descrever aquela sensação, só que para seu maior desespero repente ele parou.

- Esta noite você será disciplinada, vou te ensinar a se comportar e se tornar uma boa menina... – disse Dante retirando-lhe suas algemas.

- Agora chupe o meu pau até eu ordenar que pare – Amanda sentiu aquele cacete roçar em seus lábios e ao levar sua mão ao corpo dele percebeu que já se encontrava completamente nu. Sem delongar abocanhou aquele membro passando a chupá-lo com destreza e com poucos minutos começou a ouvir os urros de prazer de Dante e aquilo lhe dava uma sensação de satisfação incrível, nunca se importou muito em estar satisfazendo completamente os outros, mas agora gostava de perceber que estava agradando o seu Dono.

- Ok, muito bem. Pode parar sua cachorra... gosta de chupar um cacete não é?

Slaaapp!

- Ahnnnnn...

Dante novamente golpeou seus seios.

- E qual é o único pau que você vai chupar de agora em diante? Eihnnn? – perguntou Dante voltando a segurá-la firme pelo cabelo.

- Do o meu Dono... do meu Dono.... – disse Amanda, sentindo seus seios arderem.  A força utilizada entre um golpe e outro era diferente, e o fato de não saber o quanto iria doer e pior, quando seria a próxima vez, deixava-a ainda mais tensa.

- Fique de quatro no chão... – ordenou Dante.

Suas ordens eram sempre bem claras e autoritárias, e assim que ela se pôs naquela posição sentiu-o prendendo algo atrás de sua nuca.

- Venha comigo...  - Dante a puxava através de uma corrente presa a sua cólera levando-a para um corredor, olhava com atenção para sua escrava dirigindo-a com habilidade.

- Agora pare e sente sobre suas pernas...

- Muito bem, agora beije a mão de seu Dono... – sentindo-o ali junto dela, Amanda tateou o corpo dele até segurar sua mão e então a beijou.
- Boa menina, esta aprendendo... – disse Dante em tom de satisfação distanciando-se dela.

“Droga... de novo este silêncio...”, pensava Amanda que a altura do jogo já não conseguia prestar atenção em mais nada, seus pensamentos gritavam atordoados e a ardência em seus seios tirava completamente sua concentração.

- Na sua frente existe uma cama, suba nela e deite-se com o rosto virado para o teto.

Amanda com cuidado levou sua mão à frente, identificou a cama e começou a subir, e assim como ordenado deitou-se na cama.

Aproximando-se de Amanda Dante segurou seus punhos acima da cabeça e algemou-os na cabeceira da cama, depois a olhava ali deitada na cama, mantinha um semblante sádico.  Segurando aquele rosto inclinou-se sobre ela e a beijou de forma safada e vulgar, em seguida correu seus lábios pelo pescoço até chegar à orelha, onde disse:

- Você é meu brinquedinho, vou te usar da maneira que eu quiser. Com sorte lhe deixo sair daqui pela manhã – mordiscou lhe a orelha.

Um calafrio percorreu o corpo de Amanda, sua respiração tornou-se mais intensa, sentia-a deslizar sua boca pelo seu ombro até abocanhar seus seios passando a chupá-los com muita vontade. Depois seguia descendo de forma calma, beijando sua barriguinha. “Chupa minha boceta vai... por favor, não aguento mais...”, Amanda suplicava em seus pensamentos sentindo aquela boca aproximando-se de sua boceta até ele parar sobre ela e apenas beijá-la. Aquela ação fez Amanda urrar e arquear o corpo de ódio enquanto Dante sorria satisfeito por ver sua escrava suplicar por prazer.

Amarrando-lhe as pernas separadamente Dante deixou seu sexo totalmente exposto. Por certo tempo ele ficou apenas a olhá-la, admirava-a detalhadamente, olhava sua seu pés, subia por suas pernas, sexo, seios e notava principalmente sua respiração. Aquela respiração era a transcrição perfeita do seu estado de espírito e aquilo o excitava muito, para ele a imagem de Amanda deitada naquela cama totalmente imobilizada deveria se tornar um dos quadros mais belos da atualidade.

“O que ele vai fazer? Ah! Este silêncio me mata!”, Amanda sentiu-o sentar-se na cama ao seu lado, “Arhhnn será que ele vai...”, falava com si mesma tentando decifrar o que ele iria fazer, seus seios já ardiam sem receber nenhum golpe. Foi então que soltou um forte gemido ao sentir aqueles dedos adentrarem em sua boceta.

Amanda gemia, “Ahnnn agora esta quente... nossa. muito quente”, diferente da primeira sensação, agora sentia sua boceta começar a ferver – Dante... não... – Amanda tentou dizer algo, mas não conseguiu completar e ainda ouvia de fundo o riso sádico de seu Dono que com dedos penetrava com voracidade.

- Você é minha Amanda... – disse Dante beijando-a e socando seus dedos sem parar, depois sentindo os lábios dele em seu pescoço mesmo sem força na voz Amanda disse – Me use da forma que quiser Dante, sou somente sua...

* Este conto é dedicado a Amanda Vinhedo.

* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.


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2 comentários:

  1. Uma delícia conhecer esse lado malvado de Dante...Faz com que minha vontade e desejo aumente.
    Garota de sorte...ser sua!

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