Translate


Muito Prazer, Dante... III


“É só um homem Amanda... porque está assim tão nervosa...” dizia para si mesma enquanto seu pezinho balançava sem parar dando indícios de seu nervosismo. Mal conseguia se concentrar no trabalho e as horas pareciam não passar. Flashes do que poderiam acontecer naquela noite passavam o tempo todo na mente dela.

- Oi Amanda?! Amanda?!

- Oi Pedro! Desculpa estava aqui distraída.

- Imagine, me desculpa te atrapalhar, mas é que chegou uma carta e uma encomenda pra você.

- Pra mim? Estranho... – disse com a voz tremula. “Mas como ele sabe? O Billy nunca passaria esta informação...”.

Pedro entregou-lhe uma pequena caixa vermelha. O coração de Amanda disparou e enquanto assinava o recibo da carta acabou nem notando o olhar maliciosamente de Pedro subindo por todo o seu corpo. 

-A caixa está sem identificação, sabe quem deixou Pedro? 

- Uhmm... Não... Parece que um homem acabou de deixar com as meninas da recepção.

- Tudo bem Pedro, muito obrigado...

Aproveitando que estava sozinha só aguardou a saída de Pedro para abrir a caixa. 

Dentro havia um colar de brilhantes de uma beleza inestimável, imediatamente imaginou-se diante de Dante completamente nua e usando aquele colar, a imagem a excitou. Avistou um pequeno cartão dentro da caixa, abrindo-o começou a ler e dentro de alguns segundos estava a rir sozinha.

Encostou-se à cadeira respirando aliviada, “Ufa é só o Victor tentando me comprar novamente... mas acho que meu Dante irá adorar...”, sorria olhando o colar. Por um lado, desejava que fosse Dante a lhe presentear de forma misteriosa, mas por outro, não queria que ele fosse como nenhum outro homem que já tivesse passado em sua vida e aquela tática de lhe mandar presentes subitamente em seu trabalho já começava a ficar chata e batida.

...

Eram 18h30min, Amanda entrava no elevador do prédio onde mora quando recebeu uma mensagem dele por whatsapp. 

“Aqui está o contato de um Ponto de Táxi que deverá acionar para trazê-la até mim. Eu já combinei o destino e deixei paga a viagem agora só ligue e combine um horário. Mais uma observação... traga a algema. *Ponto de Táxi To Fly – 5666 ****.

Amanda sentiu suas pernas fraquejarem ao perceber que aquele momento começava a ficar mais próximo. Ligou para o ponto de Táxi e combinou um horário assim que entrou em seu apartamento, um táxi a pegaria às 19h em frente ao seu prédio.

Durante o banho Amanda tentou relaxar, sentia a água percorrer todo seu corpo, sua intimidade e de olhos fechados massageava seus seios, seu grelinho, conseguia ainda sentir o perfume daquele homem. “Dante...”, de repente ele estava atrás dela, roçando seu sexo enrijecido em sua bunda, tomando-a em seus braços, passando seus lábios por seu pescoço, mordiscando-o e subindo até sua orelha... “Dante...”.

...


As 19hs Amanda olhava-se no espelho pela última vez. Usava a roupa que ele havia lhe pedido só que com uma pitada de ousadia, pois havia escolhido um vestido solto, mas ligeiramente curto. “Estou parecendo uma puta...”, falou pra si mesma, sorrindo, divertindo-se um pouco com a situação.

Para manter a descrição vestiu um casaco que há tempos não usava e então saiu do seu apartamento. Os olhares masculinos e femininos disparados a ela no caminho até o carro atiçavam ainda mais seu tesão, sabia que certamente todos fantasiavam algo, “O que há debaixo daquele casaco?”.

Já dentro carro Amanda enviou uma mensagem a Dante, “Estou a caminho...”, ele respondeu “Esta vestida como pedi?”, Amanda sorriu e resolveu provocá-lo. “Sim... só que precisei vestir um casaco, pois o vestido é muito curto e o taxista poderia ficar me olhando demais...”.

Trinta minutos depois, já mais próximo do centro da cidade recebeu uma nova mensagem, era ele.

“Onde está?”

“Um pouco antes da entrada para a Júlio Prestes, por quê?”, respondeu Amanda.

“Minhas perguntas e ordens não são questionáveis Senhorita Amanda. Agora tire seu casaco, eu não ordenei que o usasse”.

Aquele tom autoritário a excitava, ela conseguia ouvir aquelas palavras sendo ditas ao pé do seu ouvido. Aquele jogo começou a excitá-la de tal forma que logo começou a abrir os botões de seu casaco, e o taxista que já a olhava pelo espelho do carro, começou a quase despi-la com o olhar.

 Ela sentiu que o carro começava a andar bem mais devagar. Viu o taxista ajeitar o espelho do carro, sentia-se incrivelmente excitada exibindo-se para aquele homem. Então impulsivamente abriu um pouco as pernas mostrando sua lingerie, foi aí que se assustou ao sentir a mão dele pra trás apertando-lhe a batata da perna.

 “Ele esta apertando a batata da minha perna...”, Amanda mandou uma mensagem para Dante.

“Isto te excita?”.

“Sim...”.

“rs rs... em no máximo 5 minutos você chegará ao meu prédio, suba até o meu apartamento sem o casaco”.

Amanda mal terminou de ler a mensagem e o carro já encostava, Amanda agradeceu e ao sair do carro notou que ele a examinou dos pés a cabeça, o seu olhar sacana dizia-lhe tudo, e ela gostou daquilo.

Na recepção do prédio um senhor muito simpático lhe recebeu, avisou sua chegada a Dante e em seguida fez questão de acionar o elevador para ela. “Apto 411... apto 411...”, sua ansiedade atingia níveis imagináveis. 

Assim que saiu do elevador, olhou ao seu redor, naquele andar só havia três apartamentos, e lá estava 411

A porta encontrava-se entre aberta. Amanda colocou a mão na maçaneta, respirou fundo e começou a entrar lentamente. Encostada na porta ficou a admirar o ambiente, não havia  muito luxo, parecia um lugar muito calmo para aquele homem. Quadros com fotos abstratas pendurados na parede deixavam o ambiente com um tom alternativo que lhe agradou muito. 

Como havia dito, lá estava a venda sob uma pequena mesa próximo da porta.
Antes de vesti-la Amanda deixou sob a mesa sua bolsa e o casado, depois retirou a algema da bolsa, “ele esta me olhando?... certamente sim...”, falava pra si mesma enquanto colocava a venda. Depois de colocá-la arriscou dar uns dois passos no escuro, mas foi imediatamente impedida.

- Fique onde está... 

Amanda sentiu seu coração congelar ao ouvir aquela voz. Sentia aquele perfume começar a tomar conta do ambiente, sua aproximação, até estar diante dela.

- Boa menina... – ele disse levando uma mão ao rosto de Amanda, acariciando-o e em seguida encaixando sua boca a dela começando a beijá-la devagar. Soltando um leve gemido Amanda o beijava, aquele beijo desarmou todo seu nervosismo e agora estava totalmente entregue a ele.

- A quem você pertence? – disse Dante mordiscando lhe à orelha. 

Meio a sussurros ela respondeu – A Dante Gavazzoni – e assim que disse o seu nome ela sentiu a mão dele subindo entre suas pernas, lembrou-se daquele dia no Reynolds, os dedos dele então passaram a massagear sua boceta por cima da calcinha, “Uhmm como é gostoso isto...”, pensava enquanto sentia os lábios dele encostando-se novamente aos seus.

- Venha comigo... – Dante guiou-a até o centro da sala – Agora ande em linha reta até eu ordenar que pare. Com certo receio de onde estava indo Amanda seguia em passos lentos.

 – Pare... 

Amanda o sentia aproximando-se, estava agora ao seu lado, sua audição começava a já ficar mais apurada.
- Tire o seu vestido... – sem pestanejar Amanda executou aquela ordem lentamente por fim deixando o vestido deslizar sensualmente pelo seu corpo até seus pés.

Houve um momento de silêncio, Dante a observava, apreciava sua serva. 

- Belo colar Amanda... agora sua calcinha...  – “Foi o Victor que me deu... mas preferi usar para você...”, pensava Amanda se deliciando com aquilo. Por dentro carregava um sorriso de menina arteira, mas naquele momento sentia-se uma verdadeira puta tirando sua calcinha de forma ousada para seu Dono, provocando-o.


- Muito bem... Na sua frente existe uma poltrona, quero que você suba e fique de joelhos sobre ela - tateando a sua frente Amanda encontrou a poltrona, e assim como ele havia pedido ficou sobre ela - Abra mais suas pernas – ouvia-o ordenar, agora atrás dela. Imaginar que ele apreciava a visão de sua boceta estava ali exposta somente para ele aumentava ainda mais seu tesão.

* Este conto é dedicado a Amanda Vinhedo.

* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.


* Participe deixando seu comentário no campo abaixo!

4 comentários:

  1. Realmente, o medo do "desconhecido" intriga e excita...

    Beijos.

    ResponderExcluir
  2. Cris .. a porta esta entre aberta, sua venda está sobre a mesa...

    ResponderExcluir
  3. Sentidos? Tatear, sentir....Estamos em sintonia!
    Sinto-me deliciada com seus contos, ainda mais quando posso me ver neles...não apenas senti-lo, mas me sentir presente.
    Beijos...Perfeito

    ResponderExcluir

O que achou deste conto? Expresse a sua opinião comentando neste campo. O comentário pode ser feito até como Anônimo, basta selecionar a opção no campo abaixo (Comentar como:).

 

Quem sou eu...

Minha foto

Quero compartilhar através de minha escrita um devaneio de sensações, sentimentos e desejos. Sejam bem vindos e apreciem sem moderação.

Qual o seu Sexo?

Contato como o autor:

Nome

E-mail *

Mensagem *

O que achou do Visual deste Blog?