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Muito Prazer, Dante... II

As pontas dos dedos de Dante subiam tocando Amanda entre suas pernas levantando sua saia. Amanda o abraçou forte sentindo aqueles dedos encaixando-se a sua boceta e massageando-a por cima da calcinha que já se encontrava completamente molhada denunciando o quanto estava excitada.

- Dante... – Amanda sussurrava acariciando lhe a nuca sentindo aquela mão entrando em sua calcinha – Uhmm... Dante... – agora aqueles dedos esfregando-se em seu grelo fazendo-a enlouquecer.

Segurando-a firme Dante penetrou-a com dois dedos, Amanda estava extremamente lubrificada e ele seguiu metendo-os, aumentando a intensidade a cada minuto. Foi então que ouviram um barulho e a voz de Billy e Amanda sentiu seu coração quase sair pela boca.

Soltando-se dos braços de Dante as pressas ajeitou sua saia, arrumou o cabelo e voltou ao seu lugar junto do balcão, esforçava-se para controlar a respiração.

- Nossa, por sorte eu calculei errado e ainda faltavam uns 20 minutos pra terminar de assar...
- Que sorte Billy! Então não os perdeu... – disse Amanda.
- Não... não... – Billy chegava ao balcão carregando uma bandeja com os pães – Ué... nosso amigo já foi embora?
Amanda, olhou pra traz e de repente sentiu seu coração ficar apertado por não vê-lo mais ali.
- É Billy...  ele tinha um compromisso.

...

Saindo do banheiro vestindo um roupão branco Amanda olhou para seu celular sob o criado mudo, “... ele ainda não ligou, mas nem uma mensagem poxa!”, estava confusa e ansiosa.

Depois de secar-se, tirou seu roupão e se jogou na cama completamente nua, tinha seu olhar perdido no ventilador de teto que girava em sua maior potência. As lembranças daquela tarde logo fizeram seu sexo molhar.

“Abra suas pernas...”.

Fechando os olhos Amanda abria suas pernas e começava a se tocar ouvindo a voz dele ao pé do seu ouvido, sentia seu perfume, “... minhas ordens não estão sujeitas a nenhum tipo de discussão”.

- Sim... – disse Amanda em voz baixa com seus dedos massageando seu grelinho, e seguia aumentando a intensidade a cada minuto “... simplesmente obedeça... obedeça...”. – Arrhhh!! – Amanda soltou um forte gemido sentindo suas pernas tremerem, havia chego a um estado de prazer até então desconhecido para ela.

...

- Está tudo bem Amanda, parece aflita?
- Ah! Esta tudo bem sim Ricardo... “Três... dias! Três dias! E nem uma mensagem! Ah, mas eu também não vou mandar... não vou...”.
- Não é o que parece – disse Ricardo sorrindo e sentando-se em sua mesa – tire o resto do dia Amanda, descanse. Este novo projeto deve estar te consumindo.

Amanda olhou para Ricardo respirou fundo e expirou – Ah Ricardo, obrigada... Acho que vou aceitar sim.

- Acho não, você deve... Se precisar de um tempo maior, me avise.
- Ai, muito obrigada.

Amanda saiu da empresa, pensativa, sabia que precisava relaxar e parar de pensar naquele homem que começava a deixá-la maluca. Quando chegou a porta do seu apartamento falava pra si mesma “... eu só quero minha cama, uma barra de chocolate e o controle da TV”.

Depois de deixar suas coisas sob a mesa da sala, Amanda começou a abrir sua blusinha e dirigiu-se para o quarto, e foi ao chegar a seu quarto que se deparou com uma surpresa! Pétalas de rosas vermelhas espalhadas por toda parte, e em cima da cama.

- Uhmm chegou cedo... Deixe me ajudá-la com isto... – disse encaixando seu corpo ao de Amanda, levando sua mão a frente de seu corpo tirando-lhe sua blusinha.

- Victor... – sussurrou Amanda arrepiando-se, sentindo os lábios dele tocarem sutilmente seu pescoço – eu disse pra você não voltar mais aqui – disse virando-se e ficando de frente pra ele.

 “Filha da puta!... ele sabe me provocar”, falava pra si mesma vendo-o diante dela somente de toalha.

- Desculpa meu amor... Mas senti saudades – Victor a encostou na parede tirou a toalha e começou a beija-la devagar.

- Safado... – disse Amanda sorrindo entre um beijo e outro. Quando fechou os olhos lembrou-se de Dante, desejou-o ali. “Arrh... porque você não me ligou!”, pensava enquanto Victor abria seu sutiã.

Em poucos minutos Amanda encontrava-se sob o corpo de Victor, cavalgando em seu cacete que pulsava intensamente dentro de sua boceta. Havia conhecido aquele homem há um ano em um Pub Irlandês que costuma frequentar com uma amiga e aquele seu jeito ousado e safado sempre foi o ponto fraco de Amanda.

As mãos dele subiam pelo seu corpo, até parar em seus seios passando a massageá-los, excitando-a.

- Não quero você mais aqui Victor... – disse Amanda meio a gemidos.

Victor sorriu – Ah não é! - puxou-a pela nuca e beijou-a levando sua língua de forma safada à boca dela. Em seguida segurando-a a firme começou a empurrar seu cacete estocando-a com força e desenvoltura. Sentindo aquele cacete penetrando-a com majestade Amanda levou sua boca ao pescoço de Victor e mordeu-o de tanto tesão. Aquele ritmo frenético seguiu-se até que gozaram quase que num mesmo momento.

Amanda deitou-se na cama ao lado de Victor, ofegante.

- Isto não muda nada Victor, por enquanto ainda não quero você aqui e antes de sair quero a chave do meu apartamento.

Houve um breve silêncio e então Victor respondeu - Tudo bem meu anjo. Vou te dar o tempo que for necessário – levantou-se da cama e foi em direção ao banheiro.

- Gostoso... – disse Amanda sorrindo vendo aquela bunda lisa virando a porta.

...

Naquele mesmo dia Amanda resolveu ir a noite ao Reynolds Café, sentia-se mais leve, e Billy logo notou seu ar de felicidade.

- Percebo que está muito bem Amanda.

- Aiiii Billy, acho que você tinha razão. Talvez eu não esteja dando a chance de conhecê-los melhor... de gostar deles...

- Olha Amanda não sei exatamente o que esta acontecendo, mas isto parece estar te fazendo bem e olha, faz três dias que nosso amigo deixou isto aqui pra você – Billy deixou uma pequena caixa preta sob a mesa – só queria te dizer uma coisa Amanda... este cara aí, vale a pena... Bom desculpa não poder lhe dar muita atenção, sabe como é, este horário é mais complicado...

- Tudo bem Billy, pode ficar a vontade – respondeu Amanda sorrindo.

Amanda sentiu as batidas de seu coração acelerar. Olhava para as pessoas que estavam ali naquele momento e em seguida para aquela caixa. Depois de degustar um pouco mais de seu vinho, Amanda desfez o laço de cetim preto que segurava a caixa, e... abriu-a.

Logo um calafrio percorreu todo seu corpo; o brilho daquele belo par de algemas prata chegava a ofuscar seus olhos. Amanda passava seus dedos sob ela, e por um breve momento viu seus braços algemados numa cama, seu corpo completamente nu, e ele ali diante dela, olhando-a friamente.

Amanda fechou a caixa e voltou a tomar o vinho, pensativa.

No meio da noite deitada em sua cama ainda repleta de pétalas de rosa outrora deixadas por Victor, pegou seu celular e digitou uma mensagem.

 “Adorei o presente...”.

Segundos depois a uma resposta.

“Esteja amanhã na Av. Pio XII, 755, apto 411 às 22hs, quero que esteja de vestido preto, salto e cinta-liga... a porta estará aberta, vende seus olhos assim que entrar. A venda estará numa pequena mesa próximo da porta. Não admito atrasos e muito menos indisciplina.”


- Nossa... – disse Amanda sentindo um arrepio e junto um misto de prazer e medo. Sua curiosidade deixava-a excessivamente ansiosa e excitada, “... certamente estarei lá... só pra você... Dante”.

* Este conto é dedicado a uma pessoa que tem atormentado meus pensamentos e me proporcionado intensos momentos de prazer. Obrigado Amanda Vinhedo, esta sendo um prazer escrever esta série de capítulos pensando em você.

* Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.


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4 comentários:

  1. Que dom é esse que você tem de prender seus leitores,e fazer com que vivam o personagem moço?
    Bomdimais!

    Beijos.

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    Respostas
    1. Como eu faço isto? Vivendo o personagem? rs rs Não sei, melhor deixar este detalhe no mistério...
      Mas é muito bom saber que consigo prender a atenção, e melhor ainda, é muito bom saber que escrevo para pessoas como você, que veem aqui, leem, comentam, pode até ser que algumas venham aqui 1 ou duas vezes por mês, mas são visitas de qualidades. São pessoas que querem apreciar uma boa história e não apenas palavras ao vento. Cris Obrigado por este carinho...

      Excluir
  2. Encontro-me e perco-me, em meio as suas palavras.
    Sabe o quanto é prazeroso para mim, ler suas linhas...seus pensamentos.
    Fico pensando, como Amanda irá se sair, considerando sua educação tão convencional.
    Surpreenda-me! Como tem feito todo esse tempo.
    Beijo e estou docemente sentindo sua falta.

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