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O Sádico III (Final)

Raquel sentia-se totalmente atordoada; repentinamente a imagem de Renato amarrado e amordaçado naquela cadeira lhe causava pavor. “Não... como posso ter desejado isto...”.

A presença dele em seu quarto deixava-a nervosa “...eu não entendo, afinal, o que ele quer de mim? ...”, pensava Raquel. Dante a olhava em silêncio, e ela conseguia sentir. Eis que a sua atenção foi voltada para um barulho opaco e repentino; ele havia deixado algo pesado cair no chão. E assim que ouviu o som de um zíper abrindo-se ela teve a certeza de que se tratava de uma mochila. “O que ele irá fazer?”.

Raquel sentia sua aproximação, junto com aquela respiração forte, e aquele perfume.

“O que ele vai... não, não, .... Pindam... Pinda...”.

- Arhhhnnn – Raquel soltou um gemido sentindo seus braços serem amarrados firmes na cabeceira da cama e em seguida suas pernas sendo separadas e amarradas aos pés da cama. Agora ela estava totalmente a mercê daquele homem.

- Diz para mim, quem é o Dono do seu corpo, da sua alma?

Raquel sentia um tom extremamente irônico e sadista naquela voz, e em surto de ódio fez com que tentasse fazer força para soltar-se dali. e assim que fez aquele movimento ouviu o som da TV do quarto ligando.

- Arhhhh!! Raquel!! Raquel! Não meu amor... o que está acontecendo? – Era a voz de Renato.
- Amor??!! Amor??!!  - lágrimas começaram a descer inundando sua venda, enquanto ouvia a voz de Renato.
– O que você quer seu louco!!?? – ela então gritou com todas as forças.
- Você deveria ter sido minha Raquel, agora estou me vingando... E para que fique clara a regra deste jogo... a cada tentativa que fizer de sair desta cama ou desobedecer minhas ordens seu marido sofrerá uma tortura. Estou sendo claro?

Enquanto as palavras de Dante eram ditas, Raquel sentia deslizar entre suas pernas um objeto, cilíndrico e extremamente gelado, fazendo-a contorcer-se e meio a gemidos ela respondeu – Sim está...

“Pinda... pindamo...”

- Boa garota... – assim que ouviu a resposta de Raquel, Dante deslizou para dentro daquela boceta um vibrador de prata especialmente esfriado para a ocasião.
- Ahrhhhh, não, por favor... - Raquel sentia seu sexo arder ao perder a lubrificação e a dor causada pelo gelo do metal fez com que ela impulsivamente forçasse seus braços e pernas tentando sair.
- Arhhhh!!! Não... não!! Não suporto mais...  – era a voz de Renato gritando novamente e parecia já muito abatido.
- Não, não...  – Raquel não suportou mais, começou a chorar ao ouvir a voz de seu marido urrando de dor.
Depois de alguns minutos daquela tortura Dante tirou aquele objeto, e Raquel pôde respirar um pouco. Tentava conter o choro, mas agora o silêncio daquele homem causava-lhe horror e questionava-se a si própria do que ele ainda seria capaz.
- Não ouse se mexer... da próxima ele pode não tanta sorte... – disse Dante colocando-lhe prendedores nos bicos dos seios. Fazendo-a morder os lábios e urrar de dor.
- Lembra-se de sua 5° série... aquele garotinho que sentava lá na frente e que era apaixonado por você... – enquanto falava Dante segurava uma espora circular com pontas afiadas e subia pelas pernas de Raquel – pois é, ele voltou.

Aquelas palavras somadas aquele metal pontiagudo tocando seu corpo fizeram-na arrepiar-se. E assim que ele chegou a seus seios, aquelas pontas começaram a lhe causar uma dor insuportável.

“De repente sua mente a levou já cerca de 15 anos atrás... Ela e Renato estudavam no mesmo colégio e aprontavam demais, desde aquela época já se pegavam nos intervalos das aulas, ou atrás do muro da escola... Então lembrou-se do dia que combinou com Renato que marcaria um encontro com aquele garoto magrelo, de óculos fundo de garrafa, era o primeiro da fileira que sentava. E para Renato meia palavra bastava para ele entender o recado. O encontro foi marcado na pequena sala de produtos de limpeza, entre a aula de Física e Geografia, e lá estava Renato a espreita, e só esperou o garoto entrar pra ir rapidamente fechar a porta e deixá-lo trancado lá por horas... depois do ocorrido os pais do garoto até mudaram-no de escola...”.

Raquel urrava um pouco mais forte sentindo seus seios arderem de dor. E por mais que ela suplicasse para que os deixasse em paz, Dante prosseguia friamente com a tortura.

Até que finalmente cessou, Raquel tinha sua respiração forte, os prendedores ainda continuavam em seus seios causando-lhe dor e agora seu desespero aumentava ainda mais ao término da tortura, vinha novamente aquele silêncio e ela tentava decifrar o que aquela mente estava tramando, começava a sentir-se muito cansada.

“Pin... pin...”

Ela sentiu-o novamente ao seu lado e em seguida segurar firme seu rosto virando-o para ele. Dante encostou seu sexo a sua boca dela o que fez imediatamente seu corpo arrepiar-se completamente e sua boceta umedecer.
Lentamente Raquel abriu seus lábios e recebeu aquele membro enrijecido e pulsando em sua boca. Passou a chupá-lo, aumentava a intensidade a cada instante, e ao escutar os gemidos de prazer daquele homem, enlouqueceu e passou a chupá-lo com volúpia... até ouvir um estralo assustador, era o som de ondas elétricas chocando-se e estava ali próximo do seu corpo.

- Pindamonhangaba!!! – gritou Raquel com toda força que ainda lhe restava, respiração ofegante.

Naquele momento, não ouviu mais aquelas ondas de choque; ouviu a TV sendo desligada e em seguida suas pernas e seus braços foram desamarrados, por mim sua venda foi tirada.

- Nossa... Amor!! – Raquel abriu os braços e em seguida sentiu-o envolvendo-se em seu corpo, abraçando-a.
- Você está bem?
- Sim, só um pouco cansada, nossa desta vez você caprichou mesmo... seu lado sádico está ficando cada vez melhor eihnnn – disse isto e beijou-o sutilmente, mordiscando lhe os lábios e sorrindo.
- Gostou?
- Muito...
- Pois é... lembra que semana passada, assistimos aquele filme e começamos a ter algumas ideias, fantasiar outras...
- Nossa, mas nunca pensei que você levaria tão a sério e seria tão detalhista... ficou perfeito!
- Isto porque sou tarado pela minha escrava... – disse isto mordiscando a orelha de Raquel.
- Uhmmm que gostoso... e nossa você lembrou até do Carlinho, o ratinho... – dizia Raquel sorrindo abraçada a seu marido.


Ali sentados na cama ficaram conversando e trocando carícias por um bom tempo. Tomaram banho juntos, Renato preparou a pipoca e os dois se jogaram na cama para assistir mais uma vez um dos filmes preferidos de Raquel. Jogo de Palavras.


** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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2 comentários:

  1. espera uma final e foi outro. uau. J...

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    1. Gosto de usar esta técnica... gosto do improvável ..

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