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Dante IV

Em silêncio Dante abria cada botão do sobretudo que Yasmim.

Postando-se atrás dela, ele tirou-lhe o sobretudo e a admirou por alguns segundos. Ao pé de seu ouvido sussurrou.

– Perfeito...  Está da forma que ordenei – disse isto e encostou seu corpo ao dela fazendo-a sentir seu sexo enrijecido roçar em sua bunda.

Yasmim sussurrou e empinou seu corpo para senti-lo melhor. Segurando-a firme pela cintura Dante virou-a de frente para ele e levou sua mão a nuca dela, subiam até segurar firme o cabelo dela e então a beijou.

As línguas encontravam com muito desejo, era explicito o tesão e o desejo de ambos. Depois interrompendo o beijo Dante olhou com ternura para sua escrava, percebia o quanto ela estava tensa e nervosa. 

Carregando um semblante sádico ele perguntou:

 – Está pronta para satisfazer seu Dono?

- Sim... mas admito estar nervosa por estar me entregando a um homem a qual não conheço – disse Yasmim com a voz um pouco trêmula. Dante sorriu e ao pé de seu ouvido disse – E quem disse que você não conhece? ... estudo você já faz algum tempo...

Aquelas palavras ditas num tom sombrio fizeram-na arrepiar-se, e assim como todas as vezes que estivem juntos ao mesmo tempo em que sentia medo, sentia-se incrivelmente excitada. Durante um curto momento lembrou-se de todos os namoros e romances que já havia vivido, raciocinou rapidamente que nenhum deles havia consigo despertar tamanho prazer nela.

- Agora ajoelhe-se... – ordenou Dante.

Yasmim imediatamente obedeceu colocando-se ajoelhada diante de seu Dono. E num ato repentino ela tateou o corpo dele até que encontrasse a mão dele. Segurando a mão dele Yasmim a beijou e em seguida encostou seu rosto demonstrando total submissão.

- Boa menina... – disse Dante acariciando lhe o cabelo.

Inclinando-se sobre o corpo de Yasmim, Dante levou uma coleira a seu pescoço e com cuidado o prendeu.

- Agora abra suas pernas... – ordenou ele novamente.

De joelhos Yasmim deixou suas pernas separadas, obedecendo a ordem de deu Dono e em seguida sentiu a mão dele tocá-la entre as pernas, por baixo daquela minúscula saia e adentrando sua calcinha.

Sentia os dedos dele massagearam seu grelo e depois invadir sua boceta, parecia estar fazendo uma inspeção, certamente certificando-se de o quanto ela estava excitada.

Através de uma corrente Dante guiou Yasmim fazendo-a engatinhar até chegar a uma luxuosa poltrona onde se sentou e puxando a corrente trouxe-a até ele. Dante ficou a observando por certo tempo, em seguida começou a desfazer sua calça até deixar seu membro duro a mostra.

Ele ordenou – Agora chupe meu cacete, me satisfaça e me faça gozar na sua boca...  não quero ver nenhum desperdício, deve limpar todo o meu pau e tomar toda a minha porra.

Aquelas palavras ditam de forma tão rígida, soavam também extremamente taradas e aquela mistura era que deixava Yasmim louca de tesão. Lembrou-se da primeira vez que esteve com ele, daquela transa na banheira. Naquele momento sentia um prazer enorme explodir dentro dela, tinha a total certeza de que havia feito à escolha certa.

Entre as pernas dele Yasmim subia suas mãos até segurar aquele pau que pulsava duro em suas mãos.

Lembrou-se de um trecho do bilhete que ele havia mandado junto da caixa. “...devo admitir que minha tara por você, pelo seu corpo é algo assim inexplicável...”.

Saber que despertava aquele desejo naquele homem incendiava ainda mais seus desejos, então com aquele cacete em suas mãos, acariciou-o, masturbou-o brevemente e em seguida passou sua língua na cabeça dele até por fim abocanhá-lo.

Yasmim chupava-o, e a cada urro de prazer de seu Dono o seu lado mais devassa tornava-se mais forte. Enquanto o masturbava-o, levava sua boca ao saco dele colocando-o todo em sua boca e chupando-o.

Certo tempo depois sentindo aquele pau pulsar ainda mais , supôs que estava ponto de gozar, então abocanhou aquele cacete e voltou a chupá-lo com intensidade e punhetava-o em sua boca.

E foi assim que Dante urrou e Yasmim sentiu um forte jato em sua garganta, fez um esforço para não engastar, com certo esforço conseguiu sugar todo aquele sêmen e engoli-lo. Depois de tomar toda aquela porra, Yasmim limpava aquele cacete chupando-o delicadamente.

- Boa Menina... boa menina – disse Dante ajeitando-se.

Levantando-se da poltrona, Dante guiou-a até outra sala e então ordenou que ela se levantasse. Dante despiu-a parcialmente, deixando seus seios e boceta nus.

Carregando-a em seus braços Dante colocou-a deitada numa grande mesa – Não se mecha – disse Dante em tom autoritário.

Amarrando os braços dela no canto da mesa, e depois as pernas, Dante deixou-a parcialmente aberta, assim tinha seu sexo frágil a seu mercê.

- Yasmim, em nosso último encontro eu lhe dei uma ordem muito clara, por favor, me recorde qual foi?

Sentindo um arrepio percorrer o corpo ao lembrar-se daquele dia Yasmim respondeu em voz baixa.

- Eu não poderia gozar...
- Não escutei...
- Eu estava proibida de gozar... – respondeu Yasmim com um pouco mais de força, mas com a voz tremula.
- Muito bem, só que você desobedeceu minhas ordens... e isto me deixa profundamente irritado.

- Mas eu não...
- Cala boca! – gritou Dante enfiando-lhe um tapa no rosto – Ainda não aprendeu que você só deve falar quando lhe direcionar uma pergunta.
Yasmim permaneceu quieta, imóvel, a sensação de medo causava-lhe calafrios ao mesmo tempo em que a excitava.

- Hoje você irá aprender porque deve respeitar as ordens de seu Dono - disse Dante virando uma vela sobre o corpo de Yasmim fazendo aquela cera quente tocar seus seios e correr por sua pele.

- Arhhh - urrou Yasmim sentindo sua pele arder.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.


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4 comentários:

  1. putz... agora me deixou com vontade... J...

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    1. É justamente esta a intenção... obrigado pelo comentário!

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  2. Comentado por: rbsm em: 11/02/2014 no site ContoErotico.Com
    Comentario: Espero a continuaçõa delicioso votei em todos

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  3. Comentado por: Doce Como Nunca em: 10/02/2014 no site ContoErotico.Com
    Comentario: Delicia de conto. Amei! Claro que tem meu voto.Beijos Dante.

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