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O Sádico II

Ao acender a luz Dante viu sua escrava ajoelhada perante ele beijando-lhe seus pés - Boa menina... – disse Dante acariciando sua escrava. Raquel então sentiu seus olhos serem vendados e em seguida ele ordenou:

- Levante-se – aquela voz autoritária a fazia arrepiar-se.

- Você ama o seu marido Raquel?

- Sim... – ela respondeu com um tom de raiva na voz.

- E o que você é capaz de fazer ou suportar para salvá-lo eihnnn? – dizia Dante ao pé de seu ouvido, mordiscando. Depois descendo seu rosto pelo pescoço de Raquel ele sentia seu cheiro como um predador aprecia sua presa antes de devorá-la.

- Faço qualquer coisa... eu o amo...

- Uhmmm veremos... por hora só quero que me responda uma coisa.

- O que?

- A quem você pertence? – perguntou Dante com um tom sadista na voz. Um calafrio tomou o corpo de Raquel, aquele tom de voz era extremamente assustador. Com a voz tremula e carregada de medo Raquel respondeu:

- Pertenço à Dante, somente a ele - assim que disse aquilo sentiu o rosto dele aproximando-se até encaixar a boca a sua. Sentia repugnação, mas o medo de algo acontecer a Renato fez com que se deixasse ser dominada, e assim beijava-o também satisfazendo sua vontade.

- Conheço tudo sobre você Raquel, há tempos te observo, conheço seus medos e até... 

Raquel senti-o deslizando sua mão para dentro da sua calcinha até que seus dedos passaram a massagear seu grelo 

– ...o que te deixa extremamente excitada – conclui Dante começando a penetrá-la com dois dedos.

Raquel soltou um gemido e abraçou-o enquanto sentia aqueles dedos penetrando-a, “Não eu não... posso”, sussurrou Raquel e no mesmo instante Dante soltou risada irônica.

- Olhe pra você... só de sentir meus dedos foderem sua boceta, já está no cio como uma verdadeira cadela... vadia – disse Dante colocando-a contra parede e voltando a beijá-la com volúpia.

Raquel sentia-se constrangida, sua razão falava para si mesma que não deveria sentir absolutamente nada, mas na real sentia que não estava sendo exatamente assim. Ele tinha razão, pois o simples toque dele sob seu corpo já a fez estremecer, fazendo-a sentir-se excitada, desejando que ele a usasse.

Aquele misto de tesão e constrangimento a enlouquecia, mas foi quando sentiu a boca encostar-se novamente a sua beijando-a sem pudor algum, tratando-a como um objeto que Raquel entregou-se totalmente, e para demonstrar que deseja aquilo entrelaçou uma de suas pernas ao corpo dele trazendo-o para si.

Jogando-a firme contra parede e segurando seus braços acima da cabeça Dante subia seu rosto no pescoço dela até chegar a seu ouvido:

- Está muito excitada, não está? – perguntava Dante com um tom sádico na voz.

- Sim... Dante... – sussurrou Raquel.

Dante soltou uma gargalhada horripilante então disse em seu ouvido:

- Não vim aqui para te excitar e lhe proporcionar prazer, e sim para o meu único e exclusivo prazer através do seu medo e da sua dor.

As palavras de Dante naquela voz firme voltava a lhe causar calafrios e assim que terminou de dizer aquelas palavras Raquel sentiu-o pegá-la em seus braços e em seguida ser jogada em sua própria cama.

- Fique quieta e não ouse tirar a venda... não queira me ver irritado... – Dante então saiu deixando-a sozinha no quarto. 

O corpo de Raquel era parcialmente iluminado pela luz da rua que adentrava pelas frestas da janela trazendo junto um vento frio que deixava aquele o ambiente ainda mais sombrio.

Aquele silêncio caia-lhe como uma verdadeira tortura. Algum tempo depois ela escutava os passos dele, e em pouco tempo a presença dele naquele quarto. 

"A partir desta noite você será somente minha...", disse Dante em pé ao lado de cama olhando-a friamente.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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6 comentários:

  1. Instigante,intrigante,excitante...

    Beijos.

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  2. Doida para ler o resto. O conto está delicioso e com gostinho de quero mais.
    Thais

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    Respostas
    1. Logo mais Thais ... obrigado pela participação!

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  3. Concordo com as palavras da nossa querida Cris,Instigante,intrigante,excitante.Mais uma vez tenho que te dar os parabéns,estou doida para ler a próxima parte.

    Beijinhos

    Anita

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado Anita, espero um dia ainda escrever de forma tão excitante quanto você e a nossa Cris. Obrigado!

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