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Entre Irmãos

Depois de cinco anos morando em Milão voltei para o Brasil para rever minha família. Estava com muita saudade da minha pequena Camila, a irmã caçula. Lembro que quando eu parti do Brasil sentimos muito a falta um do outro, na época ela tinha apenas 13 anos e sempre foi muito apegada a mim.

Cheguei a São Paulo no final da noite de Sábado e por estar muito tarde não pude nem ver todos então logo fui dormir. Incrivelmente meu quarto continuava da mesma forma que havia deixado há cinco anos.

Na manhã do Domingo acordei cedo e ansioso para ver todos. Saio do quarto, fazia um tempo bom, quente eu vestia apenas um short e regata. 

Foi quando cheguei à porta da cozinha e avistei Camila junto da pia que um tesão tomou meu corpo de forma surpreendente. Sorrindo de forma maliciosa comecei a me aproximar sorrateiramente para que não percebesse minha presença. Ela estava demais! Usava uma saia curta com babados, tinha o corpo pronto para o pecado, e que pernas!

 - Bom dia... – cheguei por trás dela falando ao pé do seu ouvido e tampando seus olhos com uma mão, aproveitei para admirar seu corpo e foi  que para minha surpresa senti o seu corpo encaixar-se imediatamente ao meu, meu pau logo começou a crescer junto da sua bunda.

- Uhmmm quem será eihnn? – dizia Camila com um sorriso na voz e acariciando a mão que segurava sua cintura. – Quantas chances eu tenho? - Perguntou ela e que pelo tom de voz parecia gostar daquela brincadeira.

- Estava com saudades de você... – eu disse em seu ouvido.

- Uhmmm e eu de você maninho – disse aquilo empinando o seu corpo e roçando sutilmente sua bunda no meu pau. Camila então deitou sua cabeça no meu ombro, tinha um sorriso gostoso e safado. Olhávamos um a boca do outro, até que os lábios se tocaram e nos beijamos com muito tesão.

Enquanto nos beijávamos senti a mão dela alisar e apertar o meu pau por cima do short, “Não, isto não está acontecendo”, eu pensava enquanto a beijava e massageava seus seios por cima da blusinha. 

Aquele misto de tesão, pecado, medo deixavam meus pensamentos atordoados e numa ação um pouco desesperadora eu levei minhas mãos por baixo da saia de Camila e abaixei sua calcinha deixando  quase nos joelhos, em seguida abaixei um pouco o short e segurando meu pau ajeitei-o em sua boceta e logo penetrei-a até o fundo.

Segurando-a firme comecei a estocar, seguia metendo intensamente, ela soltou um gemido mais alto, naquela hora um calafrio correu o corpo pelo medo de alguém acabar nos pegando, então a beijei e acelerando as estocadas em sua boceta.

Seguimos naquele ritmo frenético até que senti o corpo de Camila perder as forças e quase ao mesmo tempo inundei sua bocetinha de porra, gozamos quase ao mesmo tempo. Depois de tirar meu pau, fui voltando sua calcinha ajeitando-a enquanto nos beijávamos. 

Afastei-me dela; abri a geladeira e peguei um suco, sempre a olhando, ela continuava ali parada junto da pia, recobrando o folego e não me olhava, “O que eu fiz?”, meus pensamentos já me atordoavam e piorou um pouco mais quando em poucos minutos minha mãe chegou à cozinha. Para minha sorte eu já estava sentado à mesa tomando café Camila conseguiu manter as aparências.

Naquele dia senti que Camila passou o tempo todo evitando o meu olhar, conversava comigo de forma muito superficial e apenas junto com a família, o que me fez pensar “Puts! Que burrada eu fiz!!!”.

Até que no final da noite enquanto meus pais assistiam TV na sala e eu estava no quarto deitado na minha cama lendo um livro, alguém bateu na porta e eu disse que poderia entrar. Eis que Camila aparece na porta do meu quarto usando apenas uma minúscula calcinha branca de renda e uma camisetinha regata, e com um sorriso gostoso e um semblante safado ela disse:

- Maninho, precisamos conversar.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

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5 comentários:

  1. Vem cá, vamos conversar: dois contos que leio e deixa a supor que tem continuação. Oh Dante malvado rsrs... J.

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    Respostas
    1. È sempre bom deixar as coisas boas com gosto de quero mais. Obrigado!

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  2. Não me canso de ler esse conto.

    Um beijo.

    Tha

    ResponderExcluir
  3. Respostas
    1. Queria muito uma loira como você!
      Milton
      Komoksada@outlook.com

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