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O Aluno João Roberto

- Meu nome é Raquel, serei a nova professora de vocês...

Mineira, 32 anos, Raquel via sua vida sofrendo uma grade reviravolta nos últimos sete meses. Havia passado em um concurso público para ser Professora, porém como a competição era acirrada para as principais regiões do Brasil optou por um pequeno e tranquilo município no Acre. Uma afirmação profissional era algo que sempre almejou e em sua cidade natal oportunidades boas eram difíceis de aparecer, e quando apareciam sempre estavam para filhos de prefeito, vereadores...

Bom, este pelo menos era o seu discurso quando as pessoas lhe perguntavam o porquê de uma mudança tão brusca, porém Raquel sabia muito bem que a razão de tudo aquilo era um coração partido, estava sem lugar na cidade onde morava e precisa respirar novos ares. O que a prendia muito ali era sua família a qual sempre foi muito apegada e de quem sempre recebeu muito carinho e apoio. Mas mesmo assim Raquel sentiu que precisava crescer, tinha a consciência de que aquilo a faria bem.

Assim que passou no concurso, com a ajuda de seu pai ela viajou para o Acre e não demorou muito para se instalar na cidade, encontrou uma pequena e simples casa para morar e naqueles seis meses que antecederam o início das aulas Raquel aproveitou para conhecer a cidade, e também a escola onde iria lecionar.

E agora Raquel apresentava-se para sua primeira turma ali naquele pequeno município. Os alunos olhavam-na com bastante paixão, as meninas com certa inveja pelo fato de perderem a atenção e olhares dos meninos. Raquel era uma bela mulher, dona de um belo rosto, pele branca, cabelos lisos que desciam até um pouco abaixo de seus ombros, seios médios e pernas torneadas.

Com quatro meses Raquel estava completamente adaptada, sentia-se em casa, não tinha grandes problemas com sua turma que de uma forma geral a respeitava muito. Fato que a deixava impressionada ainda mais por estarem na flor da juventude. A faixa etária deles variava entre 16 a 18 anos, poderiam ser verdadeiros adolescentes rebeldes, mas ao menos com ela eram bem tranquilos.

Alguns minutos depois de soar o alarme que indicava o início da aula, Raquel saiu da sala dos professores e caminhava em direção à sala de aula, fazia um belo dia. Como suas aulas eram sempre à tarde uma coisa que fazia sofrer muito era o extremo calor da região, por sorte não precisava usar roupas muito pesadas para trabalhar.

Eis que de repente uma bola caiu a sua frente, e quando se virou para identificar de onde ela veio Raquel conseguiu ver apenas um vulto, e em seguida alguém se chocando contra seu corpo fazendo-a se desequilibrar e cair sob o gramado. Para sua surpresa sob seu corpo estava um belo garoto, cabelos encaracolados feito um anjo, rosto delicado, estava camiseta, usava apenas uma calça jeans velha e tênis.

Raquel tinha a respiração ofegante, estava assustada e ao mesmo tempo perdida com a beleza daquele garoto. Ele a olhava com um sorriso arteiro, até que ele encaixou seus lábios aos dela e a beijou. Raquel sentiu seu corpo estremecer, e assim não resistiu e levando sua língua à boca dele o beijava. Sentia a mão dele deslizando por sua coxa e adentrando sua saia de forma ousada e foi quando sentiu os dedos dele tocaram sua boceta por cima da calcinha que ela levou um choque, retomou a consciência e imediatamente o empurrou com força fazendo-o cair de lado.

Conseguindo levantar-se rápido, ela olhou em sua volta certificando-se de que ninguém assistia àquela cena enquanto ele olhava-a sorrindo apoiado em um braço sentado no chão.

- Você é louco! Eu vou... eu vou – Raquel olhou-o nervosa, ficou vermelha sentindo um misto de raiva e tesão olhando aquele sorriso irônico e safado no semblante daquele garoto, sem completar sua fala Raquel saiu repentinamente indo para a sala de aula.

Raquel iniciou a aula, estava atordoada, não conseguia tirar aquela cena da cabeça. Passado cerca de 40 minutos de aula o Diretor Antônio Carlos bate na porta e pede licença e foi para sua surpresa que logo atrás dele estava aquele garoto, usando a camiseta da escola. Raquel sentiu seu coração acelerar, os dois olhavam-se olhos nos olhos, os pensamentos dela ficaram atordoados, “Não... ele não... não é possível... Meu Deus”, sentia medo.

- Bom dia Professora... Bom dia turma... – dizia Antônio Carlos – Quero apresentar a vocês o novo colega de classe João Roberto, ele veio transferido de uma escola de Rio Branco e agora fará parte desta classe...

Durante a apresentação do Diretor, Raquel teve um breve momento de alívio, e até conseguiu sorrir para o João lhe desejando boas vindas e depois indicando um lugar para sentar-se. Prosseguindo com a aula Raquel não conseguia deixar de passar seu olhar pelo seu novo aluno sentado no fundo da sala, e ao contrário do que inicialmente pensou, João era um rapaz muito inteligente, durante a aula foi extremamente participativo ao responder algumas questões e parecia arrancar suspiros das meninas com seu sorriso e ótimo humor.

Em certo momento enquanto a classe fazia alguns exercícios de Matemática, Raquel aproximou-se de João.

- Está tudo bem João? Está encontrando alguma dificuldade?

- Uhmm só esta questão aqui que não me lembro se...  – dizia João enquanto Raquel aproximava-se dele e assim que ela ajeitou-se ao seu lado, João continuando a falar levou disfarçadamente sua mão a batata da perna de Raquel acariciando-a, o que a fez arrepiar-se e logo perder a concentração. Percebendo que ela não o evitou ele começou a subir sua mão devagar e foi quando Raquel sentiu sua saia começar a subir ela rapidamente afastou-se.

- Bom, tente fazer o que lembrar. Daqui a pouco eu irei corrigi-los ai aproveito e explico novamente eles – disse Raquel afastando-se, tinha suas bochechas coradas quando se sentou a sua mesa.

A aula terminou, os alunos foram saindo da sala, Raquel tentava evitar seu olhar para João enquanto despedia-se dos alunos que vinham pessoalmente até ela, até que a sala ficou completamente vazia, e ela não tinha nem visto o momento que João havia saído. Sentada a cadeira ela postou sua cabeça sob seus braços que estavam na mesa, e respirou fundo, “Não... isto não pode estar acontecendo comigo”. Novamente lembrou-se do beijo de João e do toque dele em seu corpo, aquele garoto deixou-a excitada, era inegável isto e ela sabia muito bem.

Em alguns minutos Raquel se via com parte da sua saia levantada e ao colocar sua calcinha de lado tocava-se com muito prazer. Seu sexo estava molhado, ela seguia massageando seu grelo e esforçava-se para controlar sua respiração.

- Desculpe professora eu só vim pegar...  - Raquel sentiu seu coração quase sair pela boca, olhava assustava para João que se aproxima dela olhando-a sem pudor. Pegando uma cadeira João sentou-se ao lado de Raquel e segurando-a pelo cabelo beijou-a com fervor.

Enquanto beijavam-se João subia sua mão pela coxa dela até o seu sexo onde a penetrou com dois dedos e tocava a intensamente.

- João nós não... – tentava dizer Raquel, mas não tinha forças para resistir e voltava a beijá-lo com muito tesão.

João levantou-se e puxando-a pela mão a trouxe para seu corpo, se olharam nos olhos, ele guiava-a para sua mesa e Raquel entendendo o recado sentou-se sob ela entrelaçando João entre suas pernas e beijando-o.

Quando João afastou-se um pouco Raquel o olhava admirada ao ver o rapaz tirar um preservativo do bolso, depois de abaixar sua calça junto com a cueca ele o colocava em seu belo cacete já completamente enrijecido. Raquel abriu um pouco mais suas pernas e recebeu aquele jovem garoto que a penetrou fundo e logo estava estocando-a com vontade.

E com a intensidade das penetrações não demorou muito para que ambos chegassem ao ápice e gozassem quase que no mesmo momento.

- Você sabe que isto não pode voltar a acontecer não é? – dizia Raquel beijando-o, sua voz carregava um sorriso safado – Mas o que aconteceu? – respondeu João de forma irônica e descontraída.


Depois de se ajeitarem, despediram-se com um beijo caloroso, e então João saiu da sala deixando Raquel ainda com muito tesão mas agora também cheia de saudades.

** Todos os nomes dos personagens, assim como de instituições utilizadas neste texto, são apenas nomes fantasias e não referenciam a nenhuma pessoa, local ou razão social.

** Agradecimento especial a Dorei Fobofílica que atráves de uma simples imagem postada em seu blog Dorei Imagens tive a inspiração necessária para criação deste conto. Dorei, sei que não é um conto muito a seu estilo, mas mesmo assim agradeço a inspiração e a amizade.

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4 comentários:

  1. Comentado por: Doce Como Nunca em: 14/02/2014 no Site ContoErotico.Com
    Comentario: Adoro o seu jeito de dizer a minha mente ...que eu posso ir pra qualquer lugar. Beijos. A.

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  2. Gostei muito desse. Adoro contos onde as mulheres não ficam nuas. Mulheres de vestido, de saia, são meus favoritos. Poste mais por favor
    Seu leitor assíduo, M

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    Respostas
    1. Muito obrigado pela visita, espero que meus textos continuem lhe agradando. E pode deixar que seu pedido está anotado, e particularmente também é uma tara minha...

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    2. Obrigado. Tenho esse fetiche, e o material sobre isso na internet, principalmente contos, é muito limitado. Adoraria mais contos com mulheres vestidas, se possivel. Agradeço

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